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quarta-feira, 20 de abril de 2016

22 de abril - Cineclube exibe filme de educação ambiental de matriz africana.


Serviço: 
Cineclube Nangetu
Filme: O SAGRADO ÉECOLÓGICO NO CANDOMBLÉ ANGOLA. Educativo. Brasil, 2012.
Sinopse: Ação educativa e prática de saberes culturais na construção da educação ambiental na comunidade do Terreiro Mansu Nangetu, casa tradicional de Candomblé de matriz Bantu em Belém do Pará.
Quando: sexta-feira, 22 de abril - 18h.
Onde: Mansu Nangetu - Tv. Pirajá, 1194 - Marco, Belém/PA.
Colaboração: alimentos não perecíveis (café, farinha, arroz, feijão e outros)

O curta "O Sagrado e o Ecológico no Candomblé de Angola" é um filme educativo fruto de uma produção coletiva realizada em 2012 pela comunidade do Mansu Nangetu (Projeto Azuelar) em parceria com pesquisadores da Especialização em Saberes Africanos e Afro-brasileiros na Amazônia, ofertado pelo Grupo de Estudos Afro-amazônico (NEAB) da Universidade Federal do Pará, e mostra práticas ecológicas de terreiro como exemplo de educação ambiental para crianças e jovens.
A experiência cineclubista do Mansu trabalha com o tripé de difusão, formação e produção audiovisual com caráter étnico e racial e de valorização das tradições de matriz africana na Amazônia, e a comunidade produz vários documentários com o que chama de ‘tecnologia do possível’,. A proposta deste filme veio dos pesquisadores do GEAM/ UFPA que queriam a produção de material didático para ser usado em sala de aula, o filme não teve um roteiro previamente elaborado, ele é o resultado do acompanhamento das ações cotidianas da comunidade .
Mametu Nangetu ressalta que a preservação do sagrado afro-brasileiro está intimamente ligado à preservação do patrimônio ambiental, ela critica o modelo de urbanização de cidades que extinguem as áreas verdes e transformam igarapés em esgotos à céu aberto, e diz que a comunidade tenta fazer a sua parte em pequenas ações, como a confecção de vasilhas biodegradáveis para utilização em oferendas, ação que é mostrada no filme.
O filme faz parte do Box da Diversidade, um projeto de caráter cultural e educativo que reúne uma coletânea de filmes brasileiros para ser distribuída gratuitamente para escolas públicas, cineclubes e organizações sociais. O projeto é desenvolvido pelo Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros/ CNC, e começou a ser distribuído em 2015.  O Box possui os seguintes eixos temáticos: sexualidade e gênero; comunidades tradicionais e étnico racial; meio ambiente e biodiversidade; envelhecimento e memória; superação e acessibilidade; trânsito e pensamento nômade; infância e juventude; dessemelhanças e experimentações; diversidade regional; transversalidade geopolítica.




O SAGRADO ÉECOLÓGICO NO CANDOMBLÉ ANGOLA: Ação educativa e prática de saberes culturais na construção da educação ambiental em comunidade de terreiro.  Direção: Filme Coletivo. Pesquisa - Equipe do GEAAM/ UFPA: Alessandro Ricardo Campos, Anderson Johnny dos S. Nunes, Arthur Leandro, Kátia Simone Alves Araújo, Renato Trindade. Pesquisa - Equipe do Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu: Mametu Nangetu, Mametu Deumbanda, Táta Kinamboji, Táta Kamelemba, Muzenza Vanjulê. Musicas: Táta Mutá "A casa dos olhos do Tempo" Táta Guiamazi/ Casa de Candomblé. Angola Redandá redanda.com.br/ . Edição: Arthur Leandro/ Táta Kinamboji, Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu. Realização: Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu;  CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SABERES AFRICANOS E AFRO BRASILEIROS NA AMAZÔNIA – IMPLANTAÇÃO DA LEI 10.639/03/ Grupo de Estudos Afro-amazônicos, Faculdade de Ciências Sociais/ IFCS/ UFPA, Faculdade de Artes Visuais/ ICA/ UFPA.

Apoio:
REATA - Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana.
rede [aparelho]-:
FAV - ICA * FCS - IFCH * PROEX/ UFPA
Projetos de extensão:
Produção do Programa "Nós de Aruanda" para a WebTV Azuelar
Eu vou navegar na Casa da Mãe das Águas (Ilê Iyabá Omi)
Ngomba d'Aruanda: apoio às ações de mídia cultural do Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia Livre do Instituto Nangetu



quarta-feira, 28 de outubro de 2015

“Box da diversidade” leva experiência de educação ambiental do Mansu Nangetu para o Brasil inteiro.


O curta"O Sagrado e o Ecológico no Candomblé de Angola" vai circular o Brasil inteiro em cineclubes e escolas, o filme educativo é uma produção coletiva realizada em 2012 pela comunidade do Mansu Nangetu (Projeto Azuelar) em parceria com pesquisadores da Especialização em Saberes Africanos e Afro-brasileiros na Amazônia, ofertado pelo Grupo de Estudos Afro-amazônico (NEAB) da Universidade Federal do Pará, e mostra práticas ecológicas de terreiro como exemplo de educação ambiental para crianças e jovens.

Na noite do sábado, dia 3 de outubro, na fonte do Tereré, um quilombo urbano no município de Vera Cruz, que fica na Ilha de Itaparica, Bahia, aconteceu a “Roda de leituras transversais” para o lançamento dos filmes com as temáticas da ‘infância e juventude’ e  da ‘biodiversidade e meio ambiente’ que compõem o “Box da diversidade” – um projeto de caráter cultural e educativo que reúne uma coletânea de filmes brasileiros para ser distribuída gratuitamente para escolas públicas, cineclubes e organizações sociais. O projeto é desenvolvido pelo Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros/ CNC, e começa a ser distribuído ainda este ano.
A sessão de lançamento que contou com a exibição do filme aconteceu ao ar livre, com a comunidade do quilombo urbano, produtores audiovisuais e cineclubistas confortavelmente instalados no gramado da área de convivência da comunidade e em cadeiras espalhadas pelo ‘terreiro’ na fonte do Tereré e debate com Táta Kinamboji, Márcia Nascimento e Antonio Balbino.

Táta Kinamboji iniciou o debate falando sobre as diretrizes do Projeto Azuelar e do Cineclube Nangetu, contou a sucessão de acasos que estão nos primórdios da formação do cineclube e que a experiência cineclubista do Mansu se expandiu para uma rede de cineclubes de terreiros que primeiro ocupou a zona metropolitana de Belém do Pará, para depois se espalhar para vários terreiros da Amazônia brasileira. Kinamboji disse que o cineclube trabalha com o tripé de difusão, formação e produção audiovisual com caráter étnico e racial e de valorização das tradições de matriz africana na Amazônia, e que a comunidade produz vários documentários com o que chama de ‘tecnologia do possível’, ele diz que a proposta veio dos pesquisadores que queriam a produção de material didático para ser usado em sala de aula, e que não tinha um roteiro previamente elaborado, e que o filme é o resultado do acompanhamento das ações cotidianas da comunidade .
Ele explicou que a preservação do sagrado afro-brasileiro está intimamente ligado à preservação do patrimônio ambiental, criticou os muros das propriedades privadas que dificultam o acesso aos bens naturais, e também criticou o modelo de urbanização de cidades que extinguem as áreas verdes e transformam igarapés em esgotos à céu aberto. Contou que a comunidade tenta fazer a sua parte em pequenas ações, como a confecção de vasilhas biodegradáveis para utilização em oferendas que foi mostrada no filme.

Box da Diversidade (contendo 60 filmes) para a distribuição aos cineclubes, pontos de cultura, pontos de leitura, bibliotecas públicas e comunitárias e escolas públicas. O Box possui os seguintes eixos temáticos: sexualidade e gênero; comunidades tradicionais e étnico racial; meio ambiente e biodiversidade; envelhecimento e memória; superação e acessibilidade; trânsito e pensamento nômade; infância e juventude; dessemelhanças e experimentações; diversidade regional; transversalidade geopolítica.

Pesquisa - Equipe do GEAAM/ UFPA: Alessandro Ricardo Campos, Anderson Johnny dos S. Nunes, Arthur Leandro, Kátia Simone Alves Araújo, Renato Trindade. Pesquisa - Equipe do Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu: Mametu Nangetu, Mametu Deumbanda, Táta Kinamboji, Táta Kamelemba, Muzenza Vanjulê. Musicas: Táta Mutá "A casa dos olhos do Tempo" Táta Guiamazi/ Casa de Candomblé. Angola Redandá redanda.com.br/ . Edição: Arthur Leandro/ Táta Kinamboji, Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu. Realização: Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu;  CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SABERES AFRICANOS E AFRO BRASILEIROS NA AMAZÔNIA – IMPLANTAÇÃO DA LEI 10.639/03/ Grupo de Estudos Afro-amazônicos, Faculdade de Ciências Sociais/ IFCS/ UFPA, Faculdade de Artes Visuais/ ICA/ UFPA

Belém/PA, 2012

Fotos: Diogo Gomes.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Programação cultural comemora 10 anos do Instituto Nangetu



Rodas de conversa, programas especiais de rádio e webTV, sessão de cinema e oficina de documentário e performance marcam ciclo de atividades do aniversário


Desde que foi fundado, em 1988, o Mansu Nangetu atua a favor da conservação e do fortalecimento da identidade da cultura tradicional de origem Bantu, constituindo um espaço importante de resistência do legado cultural do povo negro africano na cidade de Belém. Seja no cotidiano do terreiro, por meio do respeito às práticas ao culto do Nkisse Nzumbarandá, seja nas iniciativas políticas, são quase 30 anos de atividades que fazem do Nangetu um efervescente ambiente de debates e ações desta luta histórica.

Ao considerar esta trajetória, há muito que se comemorar. Agora, é chegado o momento de celebrar um grande marco desta resistência: os dez anos de criação do Instituto Nangetu, associação que tem como finalidade estreitar laços de confraternização e promover o desenvolvimento socioeconômico da comunidade tradicional de terreiro. E para festejar montamos uma programação especial entre os dias 30 de maio e 12 de junho, com atividades gratuitas e abertas ao público. O ciclo dará início às comemorações de aniversário que se estenderam até maio de 2015, quando o Instituto completa 11 anos de história.

Nesta década, o Instituto Nangetu apropriou-se de ferramentas diversas para o enfrentamento das problemáticas que paulatinamente atingem a comunidade afro-religiosa. As várias possibilidades da arte e a construção de uma comunicação autônoma para o terreiro são pontos fortes deste combate. Desta percepção, surgiram projetos como a Rádio Janela e a Web TV Azuelar e o cine Nangetu, que na programação de aniversário do Instituto ganham destaque com edições especiais.



No ar, webTV e rádio Azuelar!
No dia 31 de maio, sábado, o Programa Vozes da África recebe o pesquisador Antonio Domingos Braço, professor em Moçambique e doutorando da UFPA. A ideia é abrir espaço para uma roda de conversa entre ele, demais pesquisadores da Amazônia e a comunidade de terreiro. No centro do debate, as diferenças e similitudes dos traços culturais africanos que se preservaram em várias comunidades fora do continente de origem. Vozes de África, proposto pelo professor João Simões da Faculdade de Ciências Sociais da UFPA, tem transmissão ao vivo pela webTV Azuelar pelo link http://www.ustream.tv/channel/azuelar . Neste mesmo dia, haverá também mais uma edição do programa “A Hora de Zumbá”. Veiculado por uma rádio-janela, a ideia é envolver a comunidade em uma experimentação social da comunicação, centrada no debate entre os diversos agentes que constituem o espaço de terreiro, principalmente os jovens.

Na webTV Azuelar, o lançamento de mais um programa. Focado na produção artística de terreiro, o projeto Nós de Aruanda, que já realizou duas exposições na galeria Theodoro Braga, agora também invade uma das mídias do Instituto Nangetu. A ideia é trazer entrevistas com artistas, para revelar processos criativos e trajetórias que culminaram numa produção poética sobre o universo da cultura tradicional. A estreia do programa “Nós de Aruanda” é dia 8 de junho, domingo, também transmitida ao vivo pela webTV Azuelar pelo link http://www.ustream.tv/channel/azuelar

Diálogos entre cinema e performance no espaço do terreiro
As possibilidades da câmera e do corpo serão o ponto de partida para a imersão "Performance  & Cinema Documentário de Invenção”. A ideia do encontro é possibilitar o intercâmbio de experiências em múltiplas linguagens (artes visuais, cênicas e audiovisual) entre a comunidade do terreiro e os artistas convidados Wellington Dias, de Macapá, e Renato Vallone, do Rio de Janeiro.

Wellington Dias é artista cênico e visual. Já realizou diversos trabalhos voltados para a performance e teatro e tem como destaque em sua trajetória o projeto “Tecno Barca: Um ateliê-galeria itinerante sobre a terra das águas”, desenvolvido no Arquipélago do Bailique, no litoral do Estado do Amapá, contemplado no Rede Nacional Funarte 2011. Renato Vallone é Cineasta independente há oito anos, começou a carreira na montagem. Atua também como diretor, fotógrafo (câmera) e desenhista sonoro. Realizou diversos curtas-metragens, além de series para tv, web, video-instalações e longas-metragens.

O intercâmbio "Performance  & Cinema Documentário de Invenção”será entre os dias 30 de maio e 1º de junho, a partir das 17 horas. Inscrições devem ser feitas por AQUI.

Festividade para Santo Onofre e Santo Antônio
A programação de 10 anos do Instituto Nangetu será envolvida pela Trezena de Santo Onofre, que ocorre entre os dias 31 de maio e 12 de junho. Trata-se de uma tradição que Mametu Nangetu herdou de sua família materna, e tanto a trezena quanto a festividade já acontece no bairro do Marco há mais de 50 anos. Desde 2011 que a ladainha é comandada por um grupo de rezadores de latim popular do Terreiro Estrela Guia, no bairro da Cidade Velha, grupo já premiado no Edital Micro-Projetos Amazônia Legal pelo resgate da memória das ladainhas em latim caboclo na Amazônia. O grupo é formado por Pai Esmael Tavares, Mãe Maria de Jesus e Cristina Tavares, eles aprenderam praticando a ladainha nas andanças em festividades comunitárias cujo contexto é chamado de catolicismo popular, acompanhando seus pais e avós na fé de seus santos de devoção.

O encerramento fica por conta da festividade para Santo Onofre e Santo Antônio, no dia 12 de junho. Abrindo a quadra comemorativa dos santos juninos, o dia será de festa e programação extensiva no espaço do Mansu Nangetu, contando com sessão especial do Cineclube Nangetu e transmissão dos programas da Rádio Janela Azuelar.

Serviço: Programação em comemoração aos 10 anos do Instituto Nangetu. Entre os dias 30 de maio e 12 de junho. Local: Mansu Nangetu - Tv. Pirajá, 1194 – Marco. Contato: (91)3226759. Veja os horários das atividades no cartaz de divulgação.

Apoio:  Coordenação estadual da ARATRAMA - rede [aparelho]-: - Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá – UFPA - PROEX - Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco. FCS/UFPA (Coordenação: Prof. Ms. João Simões e Bolsista Luah Sampaio) - Projeto: Muzueri uonene kalunguê (O falador grande não tem razão). FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro) - Projeto Ngomba da Aruanda. FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro e bolsista Luiza Cabral – Projeto Cineclube Nangetu (Coordenação Isabela do Lago).

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Intercâmbio "Performance & Cinema Documentário de Invenção”.




Intercâmbio "Performance  & Cinema Documentário de Invenção”. Dias 30 e 31 de maio e 1 de junho de 2014: a partir das 17 horas. Mansu Nangetu, Pirajá, 1194. Marco, Belém/PA. fone 32267599.
Sinopse: Intercâmbio de experiências em artes visuais e audiovisual entre a comunidade do Mansu Nangetu com Renato Vallone e Wellinton Dias.
Renato Vallone - Cineasta independente à oito anos, começou a carreira na montagem. Atua também como diretor, fotógrafo (camera) e desenhista sonoro. Realizou diversos curtas-metragens, além de series para tv, web, video-instalações e longas-metragens. Co-autor de diversos trabalhos no cinema e nas artes visuais com artistas nacionais e internacionais..
Wellington Dias é artista cênico e visual. Bacharel em artes cênicas, habilitação Interpretação na UNIRIO. Coordenador da Casa Gira Mundo (Lapa- Rio de janeiro-RJ). Inventor no Bando Filhotes de Leão, onde já participou como performer e produtor das montagens-instalações “Relicário” (contemplado no FATE 2009-Prefeitura do Rio) e “Beco do bandeira” (FATE 2010 – Prefeitura do Rio) , sob a direção de Sidnei Cruz. Ministrou a Oficina “Teatro e Excentricidades” em 2012 na Vila Olímpica da Mangueira (Edital Oficinas Culturais Prefeitura do Rio), em 2013 em São João da Barra e Queimados (Circuito Estadual das Artes da SEC RJ). Contemplado no Rede Nacional Funarte 2011 com o projeto “Tecno Barca: Um ateliê-galeria itinerante sobre a terra das águas”, desenvolvido no Arquipélago do Bailique, no litoral do Estado do Amapá e agraciado com o Premio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente 2012 do Banco da Amazônia pela mesma iniciativa. Artista e coordenador de produção dos projetos “Ateliê de livres trocas e devires artísticos”, em Japeri (Edital Microprojetos Culturais 2011 –SEC-RJ) e “Ateliê-galeria de vivências poéticas”, em Realengo (Edital Pro artes visuais 2011 da Prefeitura do Rio). Atuou na montagem de “Esperando Godot”, direção de Zeniude Pereira, dirigiu o monólogo “Pau-de-arara”, de Anderson Barroso e as leituras dramatizadas “Viúva, porém honesta”, “Gimba, presidente dos valentes” e “Discurso aos animais” no projeto Dramaturgia leituras em Cena do SESC-AP.


Apoio: - Coordenação estadual da ARATRAMA - rede [aparelho]-: - Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá – UFPA - PROEX - Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco. FCS/UFPA (Coordenação: Prof. Ms. João Simões e Bolsista Luah Sampaio) - Projeto: Muzueri uonene kalunguê (O falador grande não tem razão). FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro) - Projeto Ngomba da Aruanda. FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro e bolsista Luiza Cabral).

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

webTV Azuelar - Programa Vozes de África com roda de conversa sobre a República Democrática do Congo.

webTV Azuelar - Programa Vozes de África com roda de conversa sobre a República Democrática do Congo.

O programa trouxe para o Mansu Nangetu os estudantes da UFPA Nathan Guangu Kabenge, Jeaindrie Bule Mbo e Joseph Kapinga Kande, naturais da República Democrática do Congo, em um encontro que aconteceu na tarde de 9 de novembro através do projeto de extensão universitária Diálogos em Cabana de Caboco, coordenado pelo prof. João Simões Cardoso Filho  da Faculdade de Ciências Sociais da UFPA. Foi uma roda de conversa onde os congoleses puderam apresentar a história e os aspectos físicos de seu país que abriga uma floresta equatorial, como a floresta amazônica, e é tão rico em minério quanto o Pará. E também apresentar aspectos culturais de seu povo formado por mais de duzentas etnias diferentes.

CRÉDITOS

Em comemoração ao mês da
Consciência Negra
no Brasil.
Novembro de 2013
Programa Vozes de África
webTV Azuelar


Instituto Nangetu/ Projeto Azuelar
 Ponto de Mídia Livre.
Comunicação Social Étnica de
Caráter Comunitário e Experimental

Informações: 55 91-32267599

Apoio:

Coordenação estadual da ARATRAMA

rede [aparelho]-:

Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá

Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco.
FACS/ UFPA
(Coordenação: Prof. Ms. João  Simões e
Bolsista Luah Sampaio)

Projeto: Muzueri uonene kalunguê
(O falador grande não tem razão).
FAV e GEAM/ UFPA
(Coordenação Prof. Arthur Leandro)

UFPA-PROEX




Instituto Nangetu
2013

domingo, 27 de outubro de 2013

Início das comemorações do mês da consciência negra no dia de todos os santos.

Na sexta-feira, dia 1 de novembro, as 16:30, o Instituto Nangetu inicia as comemorações pelo mês da Consciência Negra com uma ação cultural e educativa que visa colocar em evidência os valores civilizatórios afro-brasileiros.





































A proposta é exibir os filmes de dois dos sete documentários da séries "Mojubá", sobre a religiosidade de matriz africana, a história dos quilombos e de outros valores da negritude presentes na cultura brasileira e são integrantes do Projeto "A Cor da Cultura".

Fé
(25 minutos)
A fé na força das divindades africanas foi trazida pelos nossos ancestrais e é preservada por aqueles que continuam a seguí-la. O programa ‘Fé’, segundo episódio da série ‘Mojubá’, nos mostra que conhecer a origem dessa crença é conhecer parte de nossa história. A fé é revelada como instrumento de resistência, componente da identidade cultural de um povo.
Desde os primórdios, os humanos cultuam as divindades a fim de assegurar o equilíbrio das forças vitais do universo. Junto com poderes, os orixás receberam tarefas. Exu, Ogum e Oxóssi, por exemplo, atuam como guardiões. Alguns reinam sobre as águas, como Iemanjá e Oxum. Iemanjá também está vinculada à infância e à maternidade, assim como Ibeji. Ossaim e Oxumarê são as entidades da natureza. O ambiente de Xangô é regido pelo fogo. Já Omolu e Nanã atuam sobre a saúde da humanidade, o que implica, muitas vezes, na doença e na morte.
Exu, o princípio dinâmico que rege a vida, e Ifá, encarregado de transmitir os propósitos dos orixás aos homens, são as duas divindades que aparecem com destaque nos rituais afro-brasileiros. A casa de Exu fica próxima à entrada dos terreiros com o objetivo de proteger o espaço sagrado. Muitas vezes confundido com o conceito cristão de demônio, Exu é, na verdade, uma força que possibilita a ligação entre este mundo físico, Aiyê, e aquele habitado pelas divindades, Orum.

Heróis de todo o mundo
Exibição da biografia de 4 heróis afro-brasileiros em programas de 2 minutos de duração cada um, com a vida e a obra de homens e mulheres negros que se destacaram nas diferentes áreas do conhecimento no Brasil.

Comunidades e festas
(25 minutos)
Os deuses dançam e celebram a vida e assim também fazem os que neles acreditam. As festas em grupo, o som do tambor, os movimentos da dança podem ser instrumentos de oração e reverência às forças espirituais. O divino se manifesta na comunhão da alegria e na vida festejada na companhia do próximo. Os cultos afro-brasileiros, em todas as suas cores, nos mostram a religião como ‘Comunidades e Festas’. Esse é o nome do sétimo e derradeiro programa da série ‘Mojubá’, um indicativo de que celebração também é história.
Os deuses dançam e celebram a vida e assim também fazem os que neles acreditam. Os festejos em grupo, os sons dos tambores, os movimentos dos corpos de todas as cores podem ser instrumentos de oração e reverência às forças espirituais. Afinal, o divino se manifesta na comunhão da alegria com o próximo. É fácil perceber que os cultos afro-brasileiros são comunidades que dominam bem a arte de festejar, um indicativo de que celebração também é história.

A cor da cultura

A Cor da Cultura é um projeto educativo de valorização da cultura afro-brasileira, fruto de uma parceria entre o Canal Futura, a Petrobras, o Cidan - Centro de Informação e Documentação do Artista Negro, a TV Globo e a Seppir - Secretaria especial de políticas de promoção da igualdade racial. O projeto teve seu início em 2004 e, desde então, tem realizado produtos audiovisuais, ações culturais e coletivas que visam práticas positivas, valorizando a história deste segmento sob um ponto de vista afirmativo.


Após as exibições, serão propostas atividades complementares.
Esta ação acontece em parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes, com o Grupo de Estudos Afro-amazônico da UFPA e com o Projeto Resistência Marajoara.

Apoio: - rede [aparelho]-: - Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá - Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco. FCS/UFPA (Coordenação: Prof. Ms. João Simões e Bolsista Luah Sampaio) - Projeto: Muzueri uonene kalunguê (O falador grande não tem razão). FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro) - UFPA-PROEX

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Parceria com a UFPA cria vídeo de educação ambiental.


o sagrado é ecologico no candomblé de Angola from Etetuba on Vimeo.

O SAGRADO É ECOLÓGICO NO CANDOMBLÉ ANGOLA: Ação educativa e prática de saberes culturais na construção da educação ambiental em comunidade de terreiro.

Filme Coletivo

Pesquisa - Equipe do GEAAM/ UFPA
Alessandro Ricardo Campos
Anderson Johnny dos S. Nunes
Arthur Leandro
Kátia Simone Alves Araújo
Renato Trindade

Pesquisa - Equipe do Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu
Mametu Nangetu
Mametu Deumbanda
 Táta Kinamboji
Táta Kamelemba
 Muzenza Vanjulê

Narração
Mametu Nangetu

Elenco
Mametu Nangetu
Mametu Deumbanda
 Táta Kamelemba
Muzenza Vanjulê

Imagens (fotos e vídeos)
Alessandro Ricardo Campos
Anderson Johnny Nunes
Arthur Leandro
Kátia Simone Alves Araújo
Renato Trindade

Musicas
 Táta Mutá "A casa dos olhos do Tempo"
Táta Guiamazi/ Casa de Candomblé Angola Redandá redanda.com.br/

Edição
Arthur Leandro/ Táta Kinamboji Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SABERES AFRICANOS E AFRO BRASILEIROS NA AMAZÔNIA – IMPLANTAÇÃO DA LEI 10.639/03
Grupo de Estudos Afro-amazônicos
Faculdade de Ciências Sociais/ IFCS/ UFPA
 Faculdade de Artes Visuais/ ICA/ UFPA

 Projeto Azuelar Instituto Nangetu

Belém/PA 2012

(filmado com tecnologia do possível)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Queremos a natureza viva! Conhecimentos tradicionais, reciclagem e meio ambiente em vídeo educativo.

Comunidadde do Mansu Nangetu e pesquisadores do GEAAM/ UFPA em filmagem nas matas da CEASA em Belém.

A comunidade do Mansu Nangetu, em parceria com com pesquisadores do GEAAM/UFPA, estão em processo de realização de um vídeo com os conhecimentos tradicionais em favor da educação ambiental.
A proposta de parceria partiu dos pesquisadores Alessandro Ricardo Campos, Kátia Simone Araújo, Johny Numor e Renato Trindade, eles chegaram com a proposta de utilizar as práticas rituais e os conhecimentos tradicionais do terreiro para construir um vídeo que mostre os mecanismos cotidianos de educação para a preservação do meio ambiente desenvolvidos no Mansu Nangetu.
O vídeo tem a finalidade de se tornar um recurso didático para o ensino básico e será apresentado para avaliação de banca no Grupo de Estudos Afro-amazônico do IFCH/ UFPA, pois faz parte da monografia de conclusão de curso de especialização em “Saberes Africanos e Afro-brasileiros na Amazônia – Implantação da Lei 10.629/03”, monografia que é desenvolvida sob a orientação do Prof. Arthur Leandro - oTáta Kinamboji.
A proposta resultou em uma realização em parceria com o Projeto Azuelar, aproveitando os investimentos do Mansu Nangetu no audiovisual que colocou a equipe do projeto nessa produção em pé de igualdade com os pesquisadores - é um vídeo conjunto. As filmagens aconteceram de 19 de junho a 17 de julho, em locações no Mansu Nangetu e na área da mata da CEASA – que fica à 10 minutos do terreiro e ee tradicionalmente utilizada nos rituais da comunidade–, e retratam dois momentos que os pesquisadores consideraram importante de levar para os estudantes e professores de ensino fundamental e médio como exemplo de conhecimento afro-amazônico a ser trabalhado nas escola. São eles: a construção de recipientes com material reciclável e os cuidados com os espaços de mata e igarapés nas oferendas com material biodegradável realizadas para os Nkisis e Cabocos.
A Agenda 21 da Cultura já aponta que existem claras analogias políticas entre as questões culturais eecológicas, pois tanto a cultura como o meio ambiente são bens comuns da humanidade, e assim a preservação do meio ambiente também se relaciona com a diversidade cultural e a preservação dos conhecimentos tradicionais. A pesquisa do grupo aponta para a estreita relação entre o cotidiano do terreiro e a preservação do meio ambiente.

Equipe do Projeto Azuelar fazendo filmagens na mata da CEASA.



Mametu Nangetu conduzindo a comunidade para o melhor lugar para oferendas.
Pesquisadores gravando depoimentos da comunidade.
Equipe de produção durante as filmagens.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Sessão especial no Cineclube: O Cinema dos Povos Tradicionais.

Mametu Nangetu investe no protagonismo dos Povos de Terreiros na produção de conteúdos culturais, e por esse motivo o Conselho Editorial do Cineclube resolveu promover uma sessão especial com filmes recentes produzidos pelos terreiros. Como forma de incentivar a realização de filmes de terreiros nesta segunda-feira, 5 de dezembro, o Cineclube Nangetu faz uma sessão especial com filmes realizados sob a ótica dos Povos e das Comunidades Tradicionais. Serão dois filmes, o "Xandu", realizado pelo Instituto Nangetu em parceria com a Irmandade dos Rosário; e "A boca do mundo - Exu no candomblé", realizado pela Oka Produções.

Sessão especial: O Cinema dos Povos Tradicionais.
Segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 - 19h.
Cineclube Nangetu - Tv. Pirajá, 1194 - Belém/PA.
fone: 91-32267599
Depois da exibição dos filmes haverá roda de conversa com Renata Lira, diretora do filme "Xandu".


"Xandu", de Renata Lira e Arthur Leandro.


Xandu, de Renata Lira e Arthur Leandro, 24min, Brasil/PA, 2011.
Sinopse: Cotidiano da Irmandade dos Rosário na transmissão de conhecimentos tradicionais da prima Xandu e no aprendizado da extração do óleo de andiroba. O filme é produzido com 'Tecnologia do possível', são mídias móveis de uso doméstico utilizadas na produção audiovisual comunitária. O filme faz parte das ações do Projeto Azuelar e documenta uma ação do Projeto Magia de Jinsaba - sem folhas não tem ritual, realizado pelo Instituto Nangetu em parceria com a Irmandade dos Rosário.



A boca do mundo - Exu no candomblé, de Eliane Coster
A Boca do Mundo - Exu no Candomblé, de Eliane Coster. 25min, Brasil/RJ ,2011.
Sinopse: O projeto propõe uma abordagem etnográfica e experimental sobre as múltiplas manifestações culturais de Exu, orixá/deus da religião afro-brasileira Candomblé. A realização do documentário subverte as formas tradicionais de realização documental e parte de oficinas de capacitação em audiovisual, com adeptos do Candomblé considerando a intimidade dessas pessoas com os aspectos relacionados a Exu, sejam eles materiais ou espirituais. Nesse sentido está a ideia de trazer membros da religião para a captação das imagens a fim de tornar a representação mais interessante e verdadeira. O documentário traz depoimentos de Mãe Beata de Iemanjá, ialorixá do Rio de Janeiro, e outras pessoas que vivem o Candomblé.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Projeto Azuelar faz oficina audiovisual com grupo de estudantes.

Manu grava uma das manchetes sobre a poluição em Belém
Atendendo ao pedido de Fernanda Monteiro, que é filha de Mametu Deumbanda, o Projeto Azuelar está realizando uma oficina de capacitação audiovisual com estudantes do primeiro ano do ensino médio da Escola Estadual Jarbas Passarinho.
Os estudantes formaram um grupo que se chama "Comitiva", e quer montar um telejornal apresentando questões que envolvem o meio ambiente no município de Belém, e para isso realizaram uma série de reportagens sobre a poluição visual, a poluição sonora e o despejo de lixo em vias públicas.
Para isso o Grupo Comitiva participou de uma série de encontros com membros da equipe do Projeto Azuelar onde ouviram a experiência de comunicação social experimental do Mansu Nangetu, discutiram propostas de linguagem, conheceram recursos básicos de edição e até pegaram dicas de produção em "tecnologia do possível"- termo com que Táta Kinamboji explica o uso de todo e qualquer recurso disponível para a produção de conteúdos audiovisuais.
Táta Kinamboji apresentando recusros básicos de edição ao Grupo Comitiva.

A construção do filme "Jornal Comitiva" acontece nesse clima de parceria solidária em tecnologia do possível, e ele é todo filmado com câmeras de aparelhos de telefonia móvel.

domingo, 11 de julho de 2010

Oficina de Construção de Vídeos em Tecnologia do Possível.

O Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu, em parceira com o Projeto Conexão de Saberes/ PROEX-UFPA, realizam a oficina de Construção de Vídeos em Tecnologia do Possível, em duas turmas que acontecerão nos dias 14 e 15 de julho de 2010, das 9 as 19h.
A oficina investe na produção audiovisual com tecnologias disponíveis (ou possíveis) para a maioria da população, tanto as tecnologias obsoletas: como as câmeras VHS, quanto as tecnologias móveis: como máquinas fotográficas portáteis com ou sem recursos de vídeos, e aparelhos celulares com recursos audiovisuais.
Cada turma terá a duração de um dia inteiro, iniciando as 9h e com intervalo para almoço, pela manhã os participantes vão explorar os recursos dos seus equipamentos pessoais para a realização de um filme experimental. Depois do intervalo de almoço a turma vai usar os equipamentos disponíveis para a montagem do filme.
A proposta metodológica é de aprender a fazer num projeto audiovisual real construído coletivamente com equipamentos simples e de fácil acesso.
A condução das oficinas é de Arthur Leandro/ Táta Kinamboji, e acontece no Mansu Nangetu – Tv. Pirajá 1194 – Marco da Légua. As turmas tem a limitação de 10 pessoas com as vagas reservadas aos estudantes do Projeto Conexão de Saberes e aos membros da comunidade do Mansu Nangetu.
Maiores informações 91-32267599

clique na imagem abaixo para ver mais fotos.
oficina audiovisual tecnologias do possivel

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Vídeos editados por Yá Maré.

Festividades de Santo Onofre realizada no Mansu Nangetu - Mansubando Kekê Neta, no período de 31 de maio a 13 de junho de 2008, Tv. Pirajá, 1194 - Marco da légua, Belém do Grão-Pará.

E também o segundo aniversário do Fórum Permanente das Culturas do Pará, e é um momento importante, pois temos a presença dos Mestres da Cultura Popular e artistas da cidade.



KIZOMBA RIA PAMBU NJILA NEGRITA (festa da Negrita), cerimônia pública festiva de tradição Ngola, em celebração à "Pambu Njila NEGRITA", realizada no dia 23 de agosto (sábado) de 2008 no Mansu Nangetu Mansubando Kekê Neta (Terreiro de Nangetu), sito à Travessa Pirajá, 1194, Marco, Belém, Pará.
Mansu Nangetu
Instituto Nangetu de Tradição Afro-Religiosa e Desenvolvimento Cultural

Prêmio Maestro Adelermo Matos
Secretaria de Estado de Cultura
Governo do Estado do Pará