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domingo, 26 de julho de 2015

audiencia pública violência contra jovens negros na ALEPA



Participação de Arthur Leandro/ Táta Kinamboji (Instituto Nangetu e REATA - Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana e preofessor da UFPA) na audiência Pública realizada na Assembléia Legislativa do Estado do Pará,  da CPI da Câmara dos Deputados que investiga a violência contra jovens negros no Brasil.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Queremos a juventude VIVA e LIVRE! Diga NÃO à redução!

Queremos políticas públicas de proteção à juventude, queremos escolas de qualidade, áreas de lazer e práticas de esporte, praças e equipamentos culturais.
Queremos a juventude estudando, brincando, e preservando a identidade cultural.

Diga NÃO à redução da maioridade civil!


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Eles (os policiais) tem certeza da impunidade....

Foto Carlos Vera Cruz.


Há cerca de um mês atrás Belém viveu uma noite de terror, uma noite de matança e extermínio de jovens negros. Essa matança ocorreu logo depois do assassinato de um policial e tem fortes indícios que tenha sido praticada por outros políciais por motivação de vingança.
"Eles (os policiais) tem certeza da impunidade".... Esta foi uma das frases emblemáticas de outras tantas registradas no debate sobre o genocídio da juventude negra no programa "Fala Sério, juventude de terreiro no combate ao racismo", os participantes do programa narraram casos de racismo institucional do sistema de segurança pública, narraram casos de abordagens truculentas contra jovens negros, narraram casos de mortes....
O Estado nega o acesso da população negra aos bens públicos que lhes garante o ingresso na sociedade e depois mata a população jovem negra com o argumento de que são bandidos, e a morte foi debatida para muito além do genocídio, o etnocídio que reprime e quer exterminar as tradições de matrizes africanas preservadas em terreiros, também esteve na pauta. e o direito à vida foi relacionado com direito à saúde, educação, cultura, saneamento e todos os direitos de cidadãos. Mas acima de tudo, foi o papel da mídia na construção da imagem negativa da juventude negra que permeou toda esta roda de conversa.
O caminho para a mudança perpassa pela formação política e organização social, aproveitamos o momento para informar da organização de um encontro nacional de juventude de terreiros e propor a formação de uma coordenação no Pará, pois a potência dos terreiros na criação de uma rede de proteção foi o consenso nesta conversa embalada pelos cantos de passarinhos.
O programa é conduzido por Daniel Miranda de Nkosi, e neste debate contou com a participação de Nazaré Cruz, militante da ACIYOMI - Associação Cultural Ile Iyabá Omi e residente no bairro da Terra-Firme, Harrison Lopes, professor e cinegrafista residente no bairro da Terra-Firme, Kota Indembuzile do Mansu Nangetu, Milson Oniletó, Ogã do Ilê Axé Alagbadê Olodumare, em São Luís/ Maranhão e organizador da KIZOMBA - articulação nacional de juventude de terreiro, Don Perna, do Coletivo Casa Preta, e Jorge André Silva.






Programa Fala Sério, juventude
de terreiro no combate ao
racismo debate o genocídio da
juventude negra.
Quinta, 18/12/ 2014, 15h.

Apresentação
Daniel Miranda de Nkosi

Participação
Nazaré Cruz/ ACIYOMI
Kota Indembuzile (Maria Carolina)
Harrison Lopes
Milson Oniletó
Don Perna/ Casa Preta
Jorge André Silva

Equipe técnica e de produção
Táta Kinamboji
Tatetu Ode Oromi
Carlos Vera Cruz
Isabela do Lago
Luiza Soares Cabral

Realização
Instituto Nangetu
Projeto Azuelar
Projeto Kiuá Iobe

Apoio:
REATA – Rede Amazônica de
Povos Tradicionais de Matriz
Africana
PROEX/ UFPA – Pró-reitoria de
Extensão da Universidade
Federal do Pará.




Belém/PA, dezembro de 2014

domingo, 14 de dezembro de 2014

18/12- Programa Fala sério, juventude de terreiro no combate ao racismo debate o #genocidio da #juventudeNEGRA,



Belém viveu noitee de terror em 4 de novembro de 2014 e nos dias que se seguiram, `partir da morte de Antônio Marco da Silva Figueiredo, 43 anos, cabo da Policial Militar, que impulsionou outras tantas mortes que se seguiram por dois dias em seis bairros da periferia (Terra Firme, Guamá, Jurunas, Tapanã, Canudos e Marco), nos pontos que são considerados os mais 'negros' da cidade, "negros" de batismo policial por sua violência e criminalidade, e não por acaso, também, são os bairros negros por serem em sua maioria a residência da população negra....
A grande maioria dos mortos era trabalhador ou estudantes, morreram porque estavam transitando desavisadamente pela cidade, e a velocidade dos acontecimento e as características dos assassinatos de jovens homens negros no início de novembro nos leva a indícios de vingança pelo assassinato do policial.... Uma vingança praticada por um grupo de extermínio do qual muito pouca informação é veiculada abertamente.

Acreditando que os terreiros tem papel fundamental na proteção das crianças e jovens negros, o Instituto Nangetu, através do Projeto Kiuá Iobe e do Projeto Azuelar, com apoio da REATA - Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana, chama a população para debater estratégias de sobrevivência de jovens negros nesta sociedade racista.

Venha participar!!!!


Programa Fala sério, juventude de terreiro no combate ao racismo debate o genocídio da juventude negra.
Quinta, 18/12, 15h. Instituto Nangetu, Tv. Pirajá, 1194 - Marco.
Transmissão aos vivos pela webTV Azuelar 

sábado, 15 de novembro de 2014

Jovens de terreiro debatendo cotas raciais com cotistas da UFPA.

O Programa Fala sério, juventude de terreiro no combate ao racismo reuniu um grupo de jovens de terreiros para debater cotas raciais com bolsistas do programa PET Conexão de saberes/ ICED-UFPA.

O programa é apresentado por Daniel Miranda de Nkosi e ainda contou com a participação da profa. Maria José Aviz do Rosário e do sociólogo Domingos Conceição, que em muito contribuíram com suas experiências para enriquecer o debate que pode ser visto no vídeo que disponibilizamos abaixo.


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Chega de mortes da juventude negra em Belém - convocação de ato público para 11 de novembro.

Convocamos a sociedade paraense para um ATO PÚBLICO no próximo dia 11 de novembro (terça-feira), às 9 horas, na Escadinha do Cais do Porto, em Belém, para caminhar em direção à Alepa e exigir a apuração e responsabilização dos assassinos e a instalação de uma CPI.

domingo, 9 de novembro de 2014

Programa Fala sério - juventude de terreiro no combate ao racismo, debate cotas nas universidades.

Programa 'Fala sério', feito pela juventude de terreiro - Projeto Kiuá Iobe - , que procura, indaga e resiste! Fala sério, juventude de terreiro no combate ao racismo! em parceria com o Projeto Azuelar do Instituto Nangetu.
O Enem já foi e agora temos aberto o período das inscrições no processo seletivo (vestibular) da UFPA, e vamos conversar com Fernanda Luciana e Jesus Costa, estudantes cotistas da UFPA, para compreender o contexto dos estudantes de terreiro frente ao sistema de cotas nas universidades públicas.
Compareça, venha conversar conosco e tirar suas dúvidas sobre as cotas nas universidades.

Programa Fala Sério - Juventude de terreiro no combate ao racismo
Apresentação - Daniel Miranda de Nkosi.
Tema: cotas nas universidades
Convidados: Jesus Costa e Fernanda Luciana, bolsistas do PET Conexões de saberes/ UFPA (Coordenação Profa. Maria José Aviz do Rosário)
Transmissão aos vivos pela webTV Azuelar
Sábado, dia 15 de novembro, 15h
Projeto Azuelar, Ponto de mídia livre/ Instituto Nangetu
Local: Tv. Pirajá, 1194. Marco. Belém/PA
informações 91-32267599

Apoio: UFPA/ PROEX

sábado, 27 de setembro de 2014

Programa FALA SÉRIO, juventude de terreiro no combate ao racismo - em debate, a escola e a diversidade cultural.





FALA SÉRIO
juventude de terreiro no combate ao racismo
Tema em debate, a escola e a diversidade cultural.





APRESENTAÇÃO
Daniel Miranda de Nkosi



PROFESSORES CONVIDADOS
Táta Kafungeji (Rodrigo Ethnos Barros)
Édne Maués



PRODUÇÃO
Luah Sampaio


EQUIPE TÉCNICA E COLABORADORES
Táta Kinamboji (Arthur Leandro)
Luiza Cabral
Isabela do Lago
Táta Kafulumizo  (Angelo Imbiriba)



REALIZAÇÃO
Instituto Nangetu
Projeto Kiuá Iobe
Projeto Azulear/ Ponto de Mídia Livre



Belém/PA
setembro de 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

webTV Azuelar apresenta o Programa Fala sério, juventude de terreiro no combate ao racismo!

Neste sábado dia 13 de setembro, as 15h, estréia tão esperada do programa 'Fala sério', feito pela juventude de terreiro - Projeto Kiuá Iobe - , que procura, indaga e resiste! Fala sério, juventude de terreiro no combate ao racismo! em parceria com o Projeto Azuelar do Instituto Nangetu
Fala sério! E não me venha mais com a sua ignorância e intolerância pra cima da minha vida!
Nesse primeiro programa, vamos conversar com nossos professores das escolas de ensino fundamental e médio aqui do Pará, para percebermos as situações e interações do estudante de terreiro com a comunidade estudantil. Para isso teremos a importante presença do professor de filosofia Jean e do Tata Kafungeji (Rodrigo Ethnos) professor de artes da rede pública e Tata do Rundembo Ngunzo ti Bamburucema.
 Uma conversa agradável nesse próximo sábado, no nosso tão importante quintal do Mansu Nangetu. Quem quiser colar e trocar essa idéia com a gente, o Mansu fica na Tv. Pirajá, 1194 - Marco da légua ou para quem estiver de longe o endereço ta WebTv Azuelar é ] http://www.ustream.tv/channel/azuelar

terça-feira, 20 de maio de 2014

Programação cultural comemora 10 anos do Instituto Nangetu



Rodas de conversa, programas especiais de rádio e webTV, sessão de cinema e oficina de documentário e performance marcam ciclo de atividades do aniversário


Desde que foi fundado, em 1988, o Mansu Nangetu atua a favor da conservação e do fortalecimento da identidade da cultura tradicional de origem Bantu, constituindo um espaço importante de resistência do legado cultural do povo negro africano na cidade de Belém. Seja no cotidiano do terreiro, por meio do respeito às práticas ao culto do Nkisse Nzumbarandá, seja nas iniciativas políticas, são quase 30 anos de atividades que fazem do Nangetu um efervescente ambiente de debates e ações desta luta histórica.

Ao considerar esta trajetória, há muito que se comemorar. Agora, é chegado o momento de celebrar um grande marco desta resistência: os dez anos de criação do Instituto Nangetu, associação que tem como finalidade estreitar laços de confraternização e promover o desenvolvimento socioeconômico da comunidade tradicional de terreiro. E para festejar montamos uma programação especial entre os dias 30 de maio e 12 de junho, com atividades gratuitas e abertas ao público. O ciclo dará início às comemorações de aniversário que se estenderam até maio de 2015, quando o Instituto completa 11 anos de história.

Nesta década, o Instituto Nangetu apropriou-se de ferramentas diversas para o enfrentamento das problemáticas que paulatinamente atingem a comunidade afro-religiosa. As várias possibilidades da arte e a construção de uma comunicação autônoma para o terreiro são pontos fortes deste combate. Desta percepção, surgiram projetos como a Rádio Janela e a Web TV Azuelar e o cine Nangetu, que na programação de aniversário do Instituto ganham destaque com edições especiais.



No ar, webTV e rádio Azuelar!
No dia 31 de maio, sábado, o Programa Vozes da África recebe o pesquisador Antonio Domingos Braço, professor em Moçambique e doutorando da UFPA. A ideia é abrir espaço para uma roda de conversa entre ele, demais pesquisadores da Amazônia e a comunidade de terreiro. No centro do debate, as diferenças e similitudes dos traços culturais africanos que se preservaram em várias comunidades fora do continente de origem. Vozes de África, proposto pelo professor João Simões da Faculdade de Ciências Sociais da UFPA, tem transmissão ao vivo pela webTV Azuelar pelo link http://www.ustream.tv/channel/azuelar . Neste mesmo dia, haverá também mais uma edição do programa “A Hora de Zumbá”. Veiculado por uma rádio-janela, a ideia é envolver a comunidade em uma experimentação social da comunicação, centrada no debate entre os diversos agentes que constituem o espaço de terreiro, principalmente os jovens.

Na webTV Azuelar, o lançamento de mais um programa. Focado na produção artística de terreiro, o projeto Nós de Aruanda, que já realizou duas exposições na galeria Theodoro Braga, agora também invade uma das mídias do Instituto Nangetu. A ideia é trazer entrevistas com artistas, para revelar processos criativos e trajetórias que culminaram numa produção poética sobre o universo da cultura tradicional. A estreia do programa “Nós de Aruanda” é dia 8 de junho, domingo, também transmitida ao vivo pela webTV Azuelar pelo link http://www.ustream.tv/channel/azuelar

Diálogos entre cinema e performance no espaço do terreiro
As possibilidades da câmera e do corpo serão o ponto de partida para a imersão "Performance  & Cinema Documentário de Invenção”. A ideia do encontro é possibilitar o intercâmbio de experiências em múltiplas linguagens (artes visuais, cênicas e audiovisual) entre a comunidade do terreiro e os artistas convidados Wellington Dias, de Macapá, e Renato Vallone, do Rio de Janeiro.

Wellington Dias é artista cênico e visual. Já realizou diversos trabalhos voltados para a performance e teatro e tem como destaque em sua trajetória o projeto “Tecno Barca: Um ateliê-galeria itinerante sobre a terra das águas”, desenvolvido no Arquipélago do Bailique, no litoral do Estado do Amapá, contemplado no Rede Nacional Funarte 2011. Renato Vallone é Cineasta independente há oito anos, começou a carreira na montagem. Atua também como diretor, fotógrafo (câmera) e desenhista sonoro. Realizou diversos curtas-metragens, além de series para tv, web, video-instalações e longas-metragens.

O intercâmbio "Performance  & Cinema Documentário de Invenção”será entre os dias 30 de maio e 1º de junho, a partir das 17 horas. Inscrições devem ser feitas por AQUI.

Festividade para Santo Onofre e Santo Antônio
A programação de 10 anos do Instituto Nangetu será envolvida pela Trezena de Santo Onofre, que ocorre entre os dias 31 de maio e 12 de junho. Trata-se de uma tradição que Mametu Nangetu herdou de sua família materna, e tanto a trezena quanto a festividade já acontece no bairro do Marco há mais de 50 anos. Desde 2011 que a ladainha é comandada por um grupo de rezadores de latim popular do Terreiro Estrela Guia, no bairro da Cidade Velha, grupo já premiado no Edital Micro-Projetos Amazônia Legal pelo resgate da memória das ladainhas em latim caboclo na Amazônia. O grupo é formado por Pai Esmael Tavares, Mãe Maria de Jesus e Cristina Tavares, eles aprenderam praticando a ladainha nas andanças em festividades comunitárias cujo contexto é chamado de catolicismo popular, acompanhando seus pais e avós na fé de seus santos de devoção.

O encerramento fica por conta da festividade para Santo Onofre e Santo Antônio, no dia 12 de junho. Abrindo a quadra comemorativa dos santos juninos, o dia será de festa e programação extensiva no espaço do Mansu Nangetu, contando com sessão especial do Cineclube Nangetu e transmissão dos programas da Rádio Janela Azuelar.

Serviço: Programação em comemoração aos 10 anos do Instituto Nangetu. Entre os dias 30 de maio e 12 de junho. Local: Mansu Nangetu - Tv. Pirajá, 1194 – Marco. Contato: (91)3226759. Veja os horários das atividades no cartaz de divulgação.

Apoio:  Coordenação estadual da ARATRAMA - rede [aparelho]-: - Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá – UFPA - PROEX - Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco. FCS/UFPA (Coordenação: Prof. Ms. João Simões e Bolsista Luah Sampaio) - Projeto: Muzueri uonene kalunguê (O falador grande não tem razão). FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro) - Projeto Ngomba da Aruanda. FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro e bolsista Luiza Cabral – Projeto Cineclube Nangetu (Coordenação Isabela do Lago).

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Curto circuito juventude, relato do Alagbedé Milson Oniletó.

O curto circuito da juventude foi um encontro propositivo, sendo pensado como um momento de escuta dos jovens, na perspectiva de criar, fomentar e efetivar políticas públicas culturais para juventude.

 
Milson Oniletó em diálogo com a Ministra Marta Suplicy.
O evento partia do princípio que era preciso trazer pra perto dessas discussões jovens que ainda não estão acostumado com esse meio político, e contribuir com uma continuação dos jovens mai experientes .

O primeiro momento desse encontro se deu em uma conversa com a fundação palmares que proporão um momento para apresentar formatos de futuros editais, voltados para culturas para juventude negras e de terreiros. O momento aconteceu de forma as falas das necessidade das juventudes fosse norteadoras para moldar o edital. Partindo desse princípio as falas da juventude foram pautadas na construção de editais de trabalhasse mais a formação dessas bases juvenis, no sentido de fortalecimento e manutenção das práticas culturais. A política de editais para as áreas com pouca ou nenhuma conexão, foi um dos pontos tocado na conversa, considerando as comunidade que não tem um devido acesso à internet, ficando impossibilitado dos processos.

Durante o primeiro dia de evento que teria como início uma fala institucional e só então foi entregue a programação, que ao ser lida pelos jovens, começou a ser duramente questionada
pois colocava de uma forma muito lúdica a audição dos que os jovens tinham pra propor como políticas públicas, durante o almoço no momento que entregaram a programação, os jovens começaram a dialogar sobre a possibilidade de mudança das práticas de psicodramas para uma conversa mais séria sobre políticas públicas, com  o argumento que respeitavam muito o teatro como ponto importante de resistência de juventude e cultura, mas que tinham vindo pra discutir políticas de mudanças da situação das juventudes nos seus respectivos endereçamento.

No segundo dia, os jovens já estavam articulados pra questionar a programação, e a primeira fala puxada pela juventude foi nesse sentido, questionando essa programação que não foi construída com a participação dos jovens e por terem sido entregues na hora das atividade acontecerem propriamente ditas. Esse questionamento levou um discussão bem travada entre a juventude e a produção que insistia em continuar com a psicodrama como estratégia de ouvir os jovens, mas os jovens não concordarão e chamaram a ministra Marta que acabava de chegar e sentando distante da conversa que se travava no ambiente, pra sentar junto e ouvir o que os jovens tinham pra dizer.  

A Ministra, se mostrando receptível, sentou-se junto aos jovens, não da forma que eles queriam que ficasse de frente da mesma forma com que ele sentou quando apresentou o evento na abertura oficial, mas do lado, parecendo bem à vontade quando na verdade estava coagida e impressionada com o modelo que tornou um escuta instigada nas verdades locais e não no modelo artístico do psicodrama.

A atividade de escuta prossegui quando a ministra informou ter que se ausentar depois de duas horas de audição fervorosa das falas da juventude. Ministrada pela mesma pessoa que comandaria o psicodrama, a conversa segue.... porém tempo ou outro quem tocava a conversa era essa pessoa, o método era desrespeitador.                  

Finalizando teimosamente as atividades partindo pro almoço e no retorno a conversa séria propositiva nos grupos de trabalhos onde realmente acontece as proposições, no seu ato de divisões. Naturalmente os grupos que já estavam se organizando, como é o exemplo dos jovens de comunidades tradicionais terreiro e negras que sistematicamente se reuniram pra propor políticas públicas especificas. Porém as atividades acabaram sem que os processos nos grupos fossem concluídas, isso aconteceu pelo fato de ser destinado muito pouco tempo pra proposições mas serias, tendo em vista que foram feitas propostas na conversa direta com ministra, imaginemos como seria que o dialogo fosse feito com os métodos da psico pedagogia e não de forma mais política.

Finalizou-se o dia com a visita ao sarau do radicais livres.

O encontro propriamente dito teve seu termino já no segundo dia 12/04, na manha no que seria o terceiro 13/04 muitos dos jovens que mais se posiciona e criticavam os métodos estavam indo embora pra suas terras, uma falha grande considerada por todos os jovens no encontro, pois era inviável termos que ir embora sem finalizar os processos propositais, ainda mais sem que as propostas fosse aprovado pela prenaria. Consideramos essa falha prejudicial ao processo, pois com um erro de emissão, jovens abandonaram a luta sem te-las terminado.

Visão geral:

•         Necessitamos ser tratados com mais respeito.
•         Precisamos de maior orçamento para culturas negras
•         Precisamos de cotas culturais
•         De que os jovens sejam observados como produtores de conhecimento e cultura.
A maior crítica é o racismo institucional, que sofremos pra executar políticas nacionais.
Precisamos organizar a comunidade jovem de terreiro em todos as regiões do brasil





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Esse encontro está registrado no site do Minc desta forma

Ministra abre Curto Circuito da Juventude

11.04.2014
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, ao lado do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência da República), abriu na tarde desta sexta (11), em Brasília (DF), o Curto Circuito da Juventude. O encontro foi organizado pelas duas Pastas e reúne 70 jovens de todas as regiões do país para debater políticas públicas voltadas à juventude e apresentar novas ideias para desenvolver a cultura. Os jovens no Brasil (entre 15 e 29 anos) representam a maior fatia da população, somando mais de 51 milhões de pessoas.
Marta falou de ações e programas que já têm por objetivo atender jovens, sobretudo em regiões pobres do país. Mas a ministra acentuou que o momento é de ouvir a juventude. Foi o que ela fez.  "A gente quer saber de vocês o que podemos potencializar na política de cultura para os jovens", destacou ao repassar o microfone diretamente aos protagonistas do encontro.
Lucas dos Prazeres, que dançou sapateado para todos, exibiu um pouco a arte que pratica em Recife (PE). Ele organiza a Orquestra no Morro dos Prazeres, na criativa região da Casa Amarela, bairro cultura da capital pernambucana. "Na base da percussão, voz e dança, a gente faz um triálogo", descreveu. Outro destaque nas apresentações da noite foi Jean Batista Campos, o Mc Jean B, que é rapper, MC, beat-box man, jogador de basquete e educador social em São Paulo. Ele empolgou a juventude com seu estilo vocal no beat-box.
De Manaus (AM), o ator Ruan Octavio veio mostrar um pouco do trabalho que faz junto à população ribeirinha do alto e médio Rio Amazonas, uma forma de teatro chamada "clownboquinho". "Por meio da linguagem clown, de palhaços, a gente percorre o rio levando uma mensagem sobre a condição humana e o viver artístico".
O ministro Gilberto Carvalho destacou a ansiedade em ouvir os jovens. "Esse é o momento que vocês devem ter a responsabilidade de liderar as mudanças. Sabemos que muito ainda precisa ser feito em termos de políticas para a juventude", apontou.
"Quando a gente olha nos olhos, vemos alma, enxergamos vida", destacou Guti Fraga, presidente da Fundação Nacional das Artes (Funarte), ao avaliar a importância histórica do encontro. De acordo com a ministra Marta Suplicy, a ideia do Curto Circuito nasceu durante a III Conferência Nacional da Juventude, em 2013. "Percebemos a necessidade de formular as políticas diretamente com os jovens", explicou.
Para Maria Helena, que veio do maior território quilombola do país, a comunidade Kalunga, no norte de Goiás, espera-se um olhar na juventude. "Queremos propor política específica e não apenas transversal", afirmou.
"Nossa expectativa [com esse encontro] é valorizar o que vocês estão produzindo e fazer desenhos estratégicos para a cultura", apontou Severine Macedo, secretária Nacional da Juventude.
Durante o encontro, que tem programação no sábado (12) e domingo (13), os jovens participarão de dinâmicas de grupos. Trocarão experiências e vão colaborar com questões que abordam a formação cultural, o fomento à produção artística e o protagonismo e a participação da juventude nas políticas culturais. Para o presidente do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), Alessandro Malchior, a cultura é um meio de transformação social poderoso. "Através da cultura a gente constrói e descontrói a própria cultura. Precisamos abrir espaço para a criatividade e a contestação", destacou.
Texto: Pedro Rafael Vilela
Foto de capa: Elisabete Alves
Fotos internas: Elisabete Alves e Diego Barreto
Edição: Ascom / MinC



quarta-feira, 23 de abril de 2014

Roda de conversa de juventude de terreiros.

Nesta quinta, dia dia 24 de abrilk, as 16h, vai ter roda de conversa de juventude de terreiros.
Terreiro de Mina Ogum Rompe Mato. Tv. Bom Jardim. Pass. Dr. Gonçalves n. 50. Jurunas, Belém/PA. Informações: Ricardo Santos - 91.83675272


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Roda de conversa com juventude de terreiros de Belém e Macapá.

Em 12 de abril de 2014 o Projeto Kiuá Iobe, em parceria com o Projeto Azuelar e a Comissão para reorganização da Articulação Amazônica de Tradições de Matriz Africana, promoveu uma roda de conversa com juventude de terreiros do Pará e Amapá no Mansu Nangetu, assista os registros com momentos desse debate.

Roda de conversa com juventude de terreiros de Belém e Macapá
12 de abril de 2014.

Convidados
Fábio Bernardo (Terreiro de Mina de Mãe Iolete/ Macapá)
Elidio Shakal (Rundembo Ngunzo ti Bamburucema/ Belém)
Ricardo Santos (Terreiro de Mina de Ogum Rompe Mato/ Belém)

Mediação
Mametu Nangetu (Instituto Nangetu)
Táta Kinamboji (Projeto Azuelar)
Tatetu Odé Oromi (Projeto Kiuá Iobe)

Participação
Comunidade do Mansu Nangetu

webTV Azuelar
Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia Livre

Belém/PA, 2014.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Sábado, 22 de fevereiro, 15h. Chega junto No programa “Tal Mãe, Tal Pai, Tal Filhos”, a Juventude de terreiro conta a sua história

Chega junto No programa “Tal Mãe, Tal Pai, Tal Filhos”, a Juventude de terreiro conta a sua história. Neste sábado, dia 22 de Fevereiro às 15 horas no canal www.ustream.tv/channel/azuelar estréia mais um programa na TV AZUELAR!


Ebomim Kiriobá é Jorlanda Monteiro, iniciada em Candomblé Ketu para o Orixá Obá pelo Pai Jorlando de Oliveira em Salvador/BA aos 25 dias de nascida. Kiriobá é Ebomim e desenvolve trabalhos culturais na comunidade, principalmente com dança e indumentária tradicional de terreiro. Estudante de enfermagem na UNIRB, ela segue e preserva as tradições aprendidas e herdadas em sua vida.
O entrevistado é Pai Ricardo dos Santos, nascido e criado na tradição de Tambor de Mina, e no programa ele vai nos contar um pouco de sua trajetória na qual há três anos é responsável pelo Terreiro de São Jorge Ogum Rompe Mato, no Jurunas. Segunda pessoa do pai de santo Tata Omizangue (Pai Salvino), Ricardo é coordenador de projetos comunitários realizados no terreiro como distribuição de preservativos, cursos de percussão e distribuição de brinquedos no dia de natal e faz parte das articulações do Fórum de Juventude de Terreiro.

Histórias diferentes em épocas diferentes com uma coisa em comum: eles nasceram e cresceram dentro de terreiros... e neste sábado vão compartilhar a experiência de ser jovem dentro de terreiros na Amazônia...

Apoio: - Coordenação estadual da ARATRAMA - rede [aparelho]-: - Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá - Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco. FCS/UFPA (Coordenação: Prof. Ms. João Simões e Bolsista Luah Sampaio) - Projeto: Muzueri uonene kalunguê (O falador grande não tem razão). FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro) - UFPA-PROEX

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Uma tarde de conversas de combate ao racismo religioso.

Um laboratório de transmissão de conhecimento foi montado na praça Barão do Rio Branco, no bairro da Campina, laboratório de mídias de valorização dos Direitos Humanos e de combate ao racismo, em especial ao racismo religioso que provoca casos de intolerância contra as tradições de terreiros de matriz africana no Brasil.

O mês de janeiro é marcado pela passagem do dia de combate à intolerância religiosa. Em 21 de janeiro de 2000 a violência por racismo religioso levou a Iyalorixá baiana, Mãe Gilda de Ogum, ao infarto fulminante e ao óbito, e por esse motivo esse dia ficou na história da resistência dos Povos Tradicionais de Terreiros de Matriz Africana e do combate à violação dos Direitos Humanos no Brasil através da Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva.
A manifestação também celebrou a revolução bolivariana da Venezuela e a memória da luta de Simón Bolivar, e uma sessão de cineclube apresentou o filme “Bolívar, o homem das dificuldades” - um longa-metragem dirigido pelo cineasta Luís Alberto Lamata que é o último dos 6 filmes da “Coleção Libertadores”, uma produção de Wanda Films de Espanha, da TVE, da Villa do Cine, Alter Producciones e do Centro Nacional de cinema cubano, que se juntaram para retratar o ano do desterro caribenho de Simón Bolívar. Uma história pouco conhecida que conta um dos anos mais dramáticos da vida do Libertador, desde maio de 1815 até maio de 1816.

O Consul venezuelano em Belém, Alonso Pacheco, agradeceu a solidariedade e declarou de suma importância combater todas as formas de racismo e valorizar as lutas sociais na América Latina, e destacou que a luta de Bolívar, que deu origem ao projeto bolivariano, enfrentou a questão da escravidão e criou uma aliança entre povos indígenas e povos negros contra a violência da colonização européia em terras americanas. E para celebrar a diversidade étnica e racial, ap´resentou o filme "Tambores de água: um encontro ancestral", de Clarissa Duque.

O documentário mostra a força das raízes africanas nas manifestações musicais venezuelanas, é a história dos afrodescendentes desde sua chegada à Venezuela se desenrola quando seu protagonista consegue os tambores de água, uma prática musical muito peculiar e de grande beleza, que permite o encontro de dois continentes (África e América) no soar aquático de seus repiques, mostrando que não importa a distância quando as raízes são fortes o bastante para sobreviver através do tempo.
E a resistência para sobrevivência em um contexto adverso foi a tônica do debate nas rodas de conversa com Mãe Nalva de Oxum, Pai Armando de Bessén e Mametu Nangetu, conversas que duraram a tarde inteira, e que tiveram a promessa da coordenação da ARATRAMA de fazer eventos assim se repetirem em outras praças e em outros domingos.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Vozes de África - vídeo da roda de conversa sobre Cabo Verde, com Keila Delgado.


http://www.ustream.tv/recorded/41954414 Video streaming by Ustream

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Video streaming by Ustream Este programa é uma proposta de colaboração do Prof. João Simões, da Faculdade de Ciências Sociais da UFPA, que realiza pesquisa com estudantes africanos naquela universidade. Neste programa a comunidade do Mansu Nangetu interage com Keila Delgado, estudante de Cabo Verde, e com o próprio pesquisador, para instigar reflexões que reconstroem o continente africano e a imagem de seus países na Amazônia brasileira. É um programa que reúne comunidades de terreiros com pesquisadores de africanidades na Amazônia e jovens africanos residentes no Pará, trocando informações e discutindo as diferenças e similitudes desses traços culturais africanos que se preservaram em várias comunidades na diáspora brasileira.
Apoio: - Coordenação estadual da ARATRAMA - rede [aparelho]-: - Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá - Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco. FCS/UFPA (Coordenação: Prof. Ms. João Simões e Bolsista Luah Sampaio) - Projeto: Muzueri uonene kalunguê (O falador grande não tem razão). FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro) - UFPA-PROEX


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O que é ter consciência Negra e principalmente o que é ser de terreiro?

No dia 20 de novembro, o Projeto Kiua Iobe promoveu uma roda de conversa sobre consciência negra para juventude de terreiro. Publicamos aqui um relato sobre essa copnversa.


O que é ter consciência Negra e principalmente o que é ser de terreiro?        
[Texto de Luash Sampaio, 
bolsista do Projeto de Extensão 
Diálogos em Cabana de Caboco 
FACs/ PROEX/ UFPA.]

Pergunta que nós fizemos nessa noite de quarta-feira, sentados confortavelmente na cozinha do Mansu. Mametu já explicava sobre os trabalhos que foram feitos hoje e o que há ainda por fazer na semana em relação as celebrações religiosas e festas de saídas que acontecerão nas próximos meses,foi quando nos `aprochegamos` e começou uma conversa muito gostosa na minha opnião. Na cozinha estavam Tata djanga Muxi, Ode Oromi, alguns ogãns da casa e uma muzenza(?)Cristina, uma moça e um rapaz jovem que ainda não tinha visto por ali e que depois se identificaram como membros do projeto- perguntar pro ode- Além de  eu e Bella,Touro, sentadas em uma roda que transformou-se em uma circularidade de conhecimentos espontâneos trocados.

Mametu começou a nos apresentar exemplos de tudo o que já se fez em defesa a sua cultura, comunidade e conhecimento, de toda a guerra perante esses doutores e juízes `Brancos` que continuam reproduzindo a colonização e o racismo impedindo de formas  covardes que o reconhecimento de identidade seja bloqueado na construção de ser humano, impedindo que possa sentir e viver sua comunidade e fazer a sua política, com outros significados. Lembro com a fala de Mametu do 'Discurso sobre o colonialismo'(1978) de Aimé cesaire que fala um pouco sobre essa consciência.


                                                     
A conversa continua e nossos questionamentos sobre o que é fazer essa resistência, são respondidas com exemplos fortes, como a luta pelo direito de entrar em cemitérios e realizar oferendas e sobre vitórias regionais em relação a outras formas de fazer política como trechos que Mametu indica bem positivo, quando acontecia o orçamento participativo nos bairros. O entendimento que construirmos na conversa foi justo essa luta não apenas por direitos públicos, mas, sim por respeito as ancestralidades e as formas originárias que vão sendo jogadas fora como lixo no meio de tanto consumo dentro de lógicas capitalistas que mostram não entender o povo de terreiro e seu tempo específico.

Mametu então resume, de uma maneira que penso que fez todos entenderem e prestarem atenção na manutenção daquele tipo de troca de conhecimento que estávamos fazendo ali, ela diz: “ O que percebo depois de todo esse tempo é que o problema de todas essas novas legislações que conseguimos com tanta luta, são os gestores e a maneira que as pessoas coordenam...”. O que ela explica ser um problema dentro de todos nós, cita o egoísmo e a fraqueza que fazem muitas lideranças e forças que se “bitolam” ao receber cargos e dinheiro que acabam por desrespeitar a sua própria identidade.

E ainda falando sobre esse outro Tempo do terreiro, Ode Oromi, que também se coloca presente politicamente representando a juventude de terreiro, diz sobre o espaço de terreiro não ser apenas o templo de culto e sim abranger em todos os ritos, discussões, troca de cultura e conhecimento que a comunidade de terreiro proporciona aqueles que ali estão seja de qualquer forma e qualquer tipo.
Apresenta essa como sendo uma diferença entre as comunidades religiosas cristãs em sua maioria e diz o quanto que é necessário ser mantido e preservado. Com isso tudo e a partir de várias conversas, tenho talvez uma pergunta que pode até já ter sido respondida, mas que foi o que não tive tempo de perguntar a todos na cozinha, O que acham sobre o Instituto e o Mansu? Se diferem, se agrupam, se constroem? O que todos no terreiro pensam sobre? Talvez essa resposta esteja no ar.
Que nossa consciência continue se ampliando sempre! Muito obrigada pela conversa.