sábado, 30 de julho de 2011

For Raimbow - Cineclube Nangetu exibe mostra de combate å homofobia.





quarta-feira, 27 de julho de 2011

Reunião em solidariedade com a OAB-PA


Terça-feria, 26 de julho, um grupo de Afro-religiosos da Zona metropolitana de Belém se reuniu para ouvir o explicações da ouvidoria da OAB, Dr. Oswaldo Coleho, e do presidente da Comissão de Igualdade Racial e Etnia da OAB-PA, Dr. Jorge Farias, sobre os ataques que a Ordem vem sofrendo na imprensa local.
Os convidados contextualizaram o processo de venda do terreno da OAB em Altamira, e a conclusão geral é de que tais ataques estão relacionados com a campanha de moralidade na política que a OAB promoveu quando da divulgação de desvios de verbas na ALEPA.
O grupo formou um comitê de mobilização das Comunidades de Terreiros para manifestaçnao pública em defesa da OAB-PA e de seu atual presidente, Dr. Jarbas Vasconcelos.









terça-feira, 26 de julho de 2011

Roda de conversa "E tu vais fazer o que?" - Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha.


Um intenso debate sobre a mulher negra na sociedade brasileria se instalou no IAP na tarde do dia 25 de julho de 2011.

O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Estipulou-se que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres, explícita em muitas situações cotidianas.
O objetivo da comemoração de 25 de julho é ampliar e fortalecer às organizações de mulheres negras do estado do Pará, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. É um dia para ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira.

...temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades". Boaventura de Souza Santos.


Realização: ACIYOMI, GRENI, Instituto Nangetu, Grupo de Mulheres Felipa Aranha, CEDENPA, IMUNE, Rede Fulanas, AMNB, FMAP/ AMB, NÓS MULHERES, CMNN (Belém), e quem mais chegar.
Apoio: Rede de Cineclubes em Terreiros da Zona Metropolitana de Belém. A Rede de Cineclubes em Terreiros da Zona Metropolitana de Belém é uma articulação criada por poroposição do GT de Comunidades Tradicionais de Terreiros da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE, em parceria com a Diretoria Regional Norte do Conselho Nancional de Cineclubes - CNC. Fazem parte da Rede: Cineclube Nangetu, Cineclube ti Bamburucema, Cineclube ACIYOMI, Cineclube ACAOÃ, Cineclube Maristrela (AFAIA), Cineclube Estrela Guia Aldeia de Tupynambá, Cineclube do Turco Jaguarema, Cineclube da ARCAXA.

Acompanhe nos vídeos abaixo os discursos das lideranças femininas paraenses que marcaram esta data comemorativa no estado do Pará. E também veja as fotos aqui.







sábado, 23 de julho de 2011

Roda de conversa com Paulo Miranda Filme: O ajuntador de cacos.

A sessão do filme "O ajuntador de cacos" terminou com uma agradável conversa com o cineasta Paulo Miranda, que falou sobre o filme, sobro o Museu do Marajó, sobre o Giovanni Gallo e sobre as filmagens na vila do Genipapo e em Cachoeira do Arari.
Vejam alguns registros desse bate-papo cineclubista nos vídeos abaixo.














Projeto Azuelar/ Cineclube Nangetu.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Solidariedade com a OAB-PA - Chamada para as comunidades Afro-religiosas.

Roda de conversa sobre a campannha de difamação da OAB-PA
Data/Horário -26/07 – 17h.
Local: Instituto Nangetu, Tv. Pirajá, 1194 – Belém.

Tendo em vista que a OAB-PA sempre apoiou as lutas das comunidades de terreiros afro-religiosos por cidadania e respeito, e que é parceria em projetos como a de legalização de terreiros como Templo Religioso, é parceira na discussão e aplicação do Estatuto da Igualdade Racial, e, ainda, por sugestão do Domingos Conceição e de Mametu Nangetu, chamamos as entidades do movimento negro e afro-religiosos para assinarem um manifesto de apoio e solidariedade a OAB-PA.
Vamos aproveitar a comemoração do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, no dia 25/07, para fazer uma coleta de assinaturas com a representação que estiver presente no IAP, e convidamos aquelas entidades que quiserem maiores esclarecimentos para comparecerem no Instituto Nangetu para uma roda de conversa de avaliação da campanha de difamação da OAB-PA com representantes de outras organizações da sociedade civil, militantes de direitos humanos e demais interessados.

PARACINE: Rede de Cineclubes em Terreiros - Roda de conversa...

PARACINE: Rede de Cineclubes em Terreiros - Roda de conversa...: "Uma roda de conversa na ARCAXA acertou os detalhes da adesão da Associação Religiosda e Cultural Abassá Afro-brasileiro Leco Xapanã na Red..."

quinta-feira, 21 de julho de 2011

E tu, vais fazer o que? 25 de julho - Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Cineclube e Roda de conversa para comemorar o 25 de julho - Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha no estado do Pará.
Participação de lideranças fenininas de terreiro na II CONEPIR, 2009.



Programação - E tu, vais fazer o que?
Acolhimento afetuoso para nós, mulheres negras. Responsável - GRENI.
Saudação de abertura. Responsável - ACIYOMI.
Cineclube - Responsável - Instituto Nangetu e Rede de Cineclubes em Terreiros.
Cena do filme "Carolina"


Filme: Carolina, de Jeferson De. Brasil, 2003. 15 min.
Classificação: Livre
Documentário com Zezé Motta e Gabrielly de Abreu. Sinopse: Brasil. Final dos anos 50. Carolina de Jesus escreve seu diário. Dentro de seu barraco ela denuncia a fome, o preconceito e a miséria. Publicada, torna-se um sucesso editorial, sendo editada em 13 línguas. Apesar do reconhecimento imediato e explosivo, a “exótica” mulher negra e ex-favelada falece pobre. Passadas algumas décadas, as palavras de Carolina continuam a ser uma denúncia contra a miséria em que se encontram milhões de mulheres negras.
Roda de Conversa - Provacadoras: Grupo de Mulheres Felipa Aranha.
Carta de Incidência Política (construída de forma coletiva) - Responsável: CEDENPA.


Data: 25 dejulho de 2011.
Horário: das 15̣:30h as 18h
Local: IAP - Pça Justo Chermont ao lado da Basílica de Nazaré.

O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Estipulou-se que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres, explícita em muitas situações cotidianas.
O objetivo da comemoração de 25 de julho é ampliar e fortalecer às organizações de mulheres negras do estado do Pará, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. É um dia para ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira.

...temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades". Boaventura de Souza Santos.


Realização: ACIYOMI, GRENI, Instituto Nangetu, Grupo de Mulheres Felipa Aranha, CEDENPA, IMUNE, Rede Fulanas, AMNB, FMAP/ AMB, NÓS MULHERES, CMNN (Belém), e quem mais chegar.
Apoio: Rede de Cineclubes em Terreiros da Zona Metropolitana de Belém. A Rede de Cineclubes em Terreiros da Zona Metropolitana de Belém é uma articulação criada por poroposição do GT de Comunidades Tradicionais de Terreiros da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE, em parceria com a Diretoria Regional Norte do Conselho Nancional de Cineclubes - CNC. Fazem parte da Rede: Cineclube Nangetu, Cineclube ti Bamburucema, Cineclube ACIYOMI, Cineclube ACAOÃ, Cineclube Maristrela (AFAIA), Cineclube Estrela Guia Aldeia de Tupynambá, Cineclube do Turco Jaguarema, Cineclube da ARCAXA.

24 de julho – Projeto Azuelar no 32° ENECOM.


Neste domingo, 24 de julho, o Projeto Azuelar do Instituto Nangetu receberá um Núcleo Vivencial do Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação. Este ano, o ENECOM será em Belém (PA) e terá sede na Universidade Federal do Pará (UFPA), Campus do Guamá em Belém, que reunirá estudantes do Brasil inteiro para disccutir o tema “Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem”, proposto para para aproximar o diálogo dos futuros jornalistas com outros Movimentos Sociais para juntos debater uma nova perspectiva de comunicação social baseada na democracia, cidadania e responsabilidade pública e social.
Como parte dessa programação que aproxima a formação universitária em comunicação social com a prática de comunicação comunitária, neste domingo haverá programação das 9 às 17h dentro do Instituto Nangetu. Essa vivência conta com 20 participantes do encontro e a equipe do Projeto Azuelar, e a metodologia prima pela tradição do Mansu, e tudo acontecerá em 'rodas de fazer junto', onde os membros do terreiro vão propor atividades para serem executadas em colaboração mútua .

Programação:
9h Acolhimento – recepção dos estudantes com “banho de cheiro da felicidade” e a simpatia do terreiro.
9:30 - Roda de conversa – As comunidades tradicionais de terreiros e a “grande mídia”, casos de conflito e de preconceito com a diversidade cultural e análise da construção da imagem pública das populações de terreiro.
11h – Roda de conversa - Apresentação e discussão das diretrizes e das atividades do Projeto Azuelar.
12:30 – Almoço
14h – Roda de fazer junto – Projeto Rádio-janela, programa “O som da gente”. Proposta: Uma rádio aberta em circuito fechado - um programa onde a conversa com os estudantes sobre a comunicação comunitária em terreiros seja veiculada no Programa “O som da gente”/// Registros dessa atividade em tecnologia do possível (vídeos de celular)/// Atuação em rede, ou: estratégias de circulação abrangente das informações e dos conhecimentos produzidos no terreiro via internet – blog e grupos de discussão virtual.
15:30 – Roda de fazer junto – Cineclube Nangetu, filme “Nangetu”, direção: Alcyr Morison. 24 min. Brasil, 2006. Sinopse: O cotidiano da preparação de uma festa ritualística é usado para construir diálogos que narram a trajetória religiosa de Mam'etu Nangetu. Proposta: montagem e desmontagem conjunta do cineclube/// Discussão sobre a importância do protagonismo das comunidades de terreiro na produção de audiovisuais sobre as próprias comunidades.
16:45 – Ritual de encerramento e confraternização.

PROJETO AZUELAR é um conjunto de ações de comunicação social experimental e comunitária. As produções de comunicação social acontecem em sistema de colaboração e parceria, principalmente com a rede [aparelho]-:. Utilizamos um sistema sonoro de comunicacao com transmissão de conteúdos via sistema de som na porta do terreiro – funciona com microfone aberto, e assim promove a interatividade tanto com os membros do terreiro como com a vizinhança que, quando sente a necessidade, faz uso do microfone pra debater os assuntos veiculados. A experiência de produção de vinhetas de áudios da parceria do Projeto Azuelar com a rede [aparelho]-: teve tanta repercussão entre os movimentos sociais e culturais da zona metropolitana de Belém, e se expandiu para produção de material a partir de depoimentos de Mestres das Culturas Populares no Fórum Permanente das Culturas Paraenses e para a divulgacao e mobilização da II Conferencia de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Pará e das comemorações do Centenário da Umbanda. No cineclube apresentamos prioritariamente os filmes que tratam da temática afro-brasileira, pois nos interessa a produção cinematográfica que contextualiza a afro-descendencia na sociedade brasileira, nos interessa a ética e a estética.

Reconhecimento público:
Troféu ItaZumbi de destaque no ano de 2010/ AFAIA.
Prêmio Edital Cine Mais Cultura Pará/ SECULT-PA e MinC, 2009.
Prêmio de Mídia Livre do Ministério da Cultura – MinC, 2009. Pelo Projeto Azuelar.
Troféu ItaZumbi de destaque no ano de 2009/ AFAIA.
Prêmio Maestro Adelermo Mattos de Cultura Popular da Secretaria de Estado da Cultura do Pará – SECULT/PA, 2008.
Honra ao Mérito concedido pela organização das comemorações do centenário da Umbanda em Belém, 2008.

Alguns exemplos dos impactos do Projeto Azuelar:

1. Inserção de noticias de comunidades de terreiros em veículos da grande mídia – Canal Futura, Conexão Futura de 18/03/2011, Entrada 3. O 18 de março é o dia estadual e municipal da Umbanda e das Religiões Afro-brasilerias.


2. Cobertura fotográfica das lutas sociais dos povos de terreiro.

3. Manutenção de informações atualizadas no blog.

4. Divulgação de rituais.

Cineclube Nangetu, coordenação: Kota Mazakalanje. Ao final de cada sessão haverá roda de conversa com os participantes.
O Cineclube faz parte da Rede de Cineclubes em Terreiros da zona metropolitana de Belém que é uma articulação criada por poroposição do GT de Comunidades Tradicionais de Terreiros da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE, em parceria com a Diretoria Regional Norte do Conselho Nancional de Cineclubes - CNC. Fazem parte da Rede: Cineclube Nangetu, Cineclube ti Bamburucema, Cineclube ACIYOMI, Cineclube ACAOÃ, Cineclube Maristrela (AFAIA), Cineclube Estrela Guia Aldeia de Tupynambá, Cineclube do Turco Jaguarema.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Convite KIZOMBA MUZENZA DE LEMBAFURANGA

Convidamos você e sua família para participar da Cerimônia Afro Religiosa denominada “Kizoomba riá Lembafuranga” (Festa e apresentação do novo Muzenza do Mansu Nangetu, filho de Lembafuranga (Frank Teixeira).
Dia: 30 de julho de 2011 (Sábado)
Hora: 19h
Local: Terreiro Mansu Nangetu Mansubando Kekê Neta
(Travessa Pirajá, 1194, Bairro do Marco - Belém-PA)

Ps.: Em respeito ao Nkinse Lembafuranga, solicita-se o uso de trajes da cor branca.
Agradecemos sua presença!

Mam´etu Nangetu uá N´Zaambi

Cineclube Maristrela e eleções na AFAIA.

Reproduzimos abaixo o texto que Babá Edson Catendê fez circular por email sobre a sessão no Cineclube Maristrela e a cerimônia em comemoração ao aniversário e eleição da diretoria da AFAIA.
A Rede de Cineclubes em Terreiros da zona metropolitana de Belém é uma articulação criada por poroposição do GT de Comunidades Tradicionais de Terreiros da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE, em parceria com a Diretoria Regional Norte do Conselho Nancional de Cineclubes - CNC. Fazem parte da Rede: Cineclube Nangetu, Cineclube ti Bamburucema, Cineclube ACIYOMI, Cineclube ACAOÃ, Cineclube Maristrela (AFAIA), Cineclube Estrela Guia Aldeia de Tupynambá, Cineclube do Turco Jaguarema, Cineclube do Turco Ricardinho, FEUCABEP. 









O CINE CLUBE MARISTRELA REALIZOU NESTE 18 DE JULHO A EXIIBIÇÃO DO CURTA "OJÚ ONÁ", DE CLEMENTINO JUNIOR, EM COMEMORAÇÃO AOS 24 ANOS DA AFAIA.( ASSOCIAÇÃO DOS FILHOS E AMIGOS DO ILÊ AXÉ IYÁ OMI OFA KARÊ )

APÓS A SESSÃO, HOUVE UM DEBATE SOBRE A IMPORTANCIA DO EMPODEIRAMENTO DAS COMUNIDADES DE RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA COMO SUJEITOS QUE PODEM E DEVEM PROTOGANIZAR A SUA PROPRIA HISTORIA E SABERES.
PRODUÇÃO DE VIDEOS
FOMENTAR, ARTICULAR E FORTALECER OUTROS CINES CLUBES, DE ACORDO COM AS EXPERIENCIAS VIVENCIADAS PELOS NOSSOS PARCEIROS.

A NOVA COORDENAÇÃO DA AFAIA ELEITA POR ACLAMAÇÃO É COMPOSTA DE:

JANE PATRICIA DO ESPIRITO SANTO
JANILDO COSTA
MARIA LUCIA DA CONCEIÇÃO
SANTANA DOS SANTOS
MARLUCE DO ROSÁRIO

O CONSELHO EDITORIAL DO CINECLUBE MARISTRELA E COMPOSTO POR:

RUBEN ARAGÃO
JANE PATRICIA
JANILDO COSTA
ADILIO SANTOS
MARIA LUCIA DA CONCEIÇÃO

AGRADEMOS A GRANDE CONTRIBUIÇÃO DO TATA KINAMBOJI - ARTHUR DE ZAZI,
A PRESENÇA DOS FILHOS E AMIGOS DA AFAIA
MAMETU KATIA HADAD

AXÉ
A LUTA CONTINUA E DIAS MELHORES VIRÃO, POIS A DIANÂMICA DO AXÉ REQUER MOBILIDADE


COMUNIDADE AFAIA
BÀBÁ EDSON CATENDÊ


ver mais fotos aqui

terça-feira, 19 de julho de 2011

Mametu Nangetu visita o curral do Boi Caprichoso.




Com a recente notícia de que Mestre Alarindo iria matar definitivamente a brincadeira do Boi Caprichoso, Mametu Nangetu iniciou uma campanha na internet de apoio para os Mestres da Cultura Popular. Essa campanha pode não ter resultado em imediato apoio financeiro, que é o que se espera, mas as manifestações pela preservação da memória da diversidade cultural amazônida e brasileria devem ter sensibilizado o Mestre Alarindo que resolveu passar a responsabilidade do Boi para o seu filho mais velho.
Mametu Nangetu esteve nessa festa da morte do Boi-Bumbá, que felizmente, e para a alegria de todos, deve ressucitar novamente em 2012.

Projeto Azuelar - Instituto Nangetu/ Ponto de Mídia Livre 2009.
Fotos: Felipe Oliveira (tecnologia do possível, imagem de celular)
Texto: Táta Kinamboji

PARACINE: Redes de Cineclubes nos Terreiros vai atravessar a...

PARACINE: Redes de Cineclubes nos Terreiros vai atravessar a...: "Nesta terça-feira aconteceu um encontro entre Táta Kinamboji (Arthur Leandro), coordenador do GT de Comunidades Tradicionais de Terreiros ..."

domingo, 17 de julho de 2011

Irmandade dos Rosário: Cinema, que não é tapioca, não tem medo da chuva!

Irmandade dos Rosário: Cinema, que não é tapioca, não tem medo da chuva!: "Quando as nuvens anunciaram que vinha uma “chuva amazônica”, bem que a organização tentou adiar a sessão de cineclube para as crianças progr..."

“O Orixá que anda” na Rede de Cineclubes nos Terreiros

“O Orixá que anda”, essa foi a frase que o cineasta Luiz Arnaldo usou pra descrever o Mestre Verequete. Ele começou a debater o filme “Chama Verequete”, filme que fez em parceria com Rogério Parreira e que a Rede de Cineclubes nos Terreiros exibiu no Cineclube ACAOÃ no sábado, 16 de julho, falando de como conheceu o mestre. Disse que estava em reunião com o então prefeito Edmilson Rodrigues quando sem muito alarde e sem sem ser importunado pela segurança do palácio, entrou na sala a chefia de gabinete falando da presença do Mestre Verequete.

Baba Tayando fazendo o acolhimento ao cineclube




O cineasta relatou que Verequete disse que havia ouvido uma voz que lhe disse: “vá falar com o homem!”, e sem muito saber o porquê da voz ter lhe dado essa missão, mesmo assim ele foi até o gabinete do prefeito. Luiz Arnaldo disse ter sido conquistado desde essa primeira conversa, e que as estórias ali contadas abriam um leque de possibilidades para que ele próprio, um carioca recém chegado em terras amazônidas, pudesse encontrar os seus caminhos de relacionamento com o imaginário mítico e religioso destas terras onde é a água quem dita a regra.



Luiz Arnaldo diz que quando começa um projeto de filme documentário, tenta fugir de uma interpretação autoral ou uma opinião sua sobre o assunto do filme, mas que prefere que o assunto fale por ele mesmo, que essa foi a sua intenção com o”Chama Verequete”, assim como com “A descoberta da Amazônia pelos turcos encantados”. No caso de Verequete, deixou de fora questões importantes como musicas roubadas do mestre, os problemas em receber receita vinda de direitos autorais e mesmo um aprofundamento sobre as condições de vida dele (aliás, condições que, por analogia, pode-se estender à todos os mestres da cultura popular), para poder fazer aquilo que era a vontade do mestre: mostrar a sua produção musical com as relações que ele fazia com as encantarias e com o Tambor de Mina.



Babá Tayando pediu a palavra e falou do Vodun Verequete, e disse que a figura do mestre era exatamente como a imagem que ele fazia da divindade cultuada em Tambor de Mina, um home alto, magro, elegante e ao mesmo tempo firme e sutil, que filmes como o que foi exibido no Cineclube ACAOÃ são importantíssimos para preservar a memória e difundir o conhecimento tradicional das práticas da cultura religiosa afro-amerindia, e que muito mais ainda haveria a ser feito nesse sentido. Táta Kinamboji concordou com ele e acrescentou da necessidade da participação nas esferas de diálogo entre sociedade e poder público, como as conferências de cultura, e, mais, com participação em colegiados de acompanhamento e fiscalização da aplicação prática da política cultural, para que num futuro próximo possamos voltar a ter a valorização da cultura afro-paraense e amazônida nos investimentos de financiamento público para a arte e cultura.
A conclusão geral foi a necessidade de termos mais filmes sobre comunidades de terreiros e suas relações com a musicalidade, com as artes cênicas e as artes visuais. Foi mais ou menos nesse momento que a roda de conversa tomou o rumo da produção: Luiz Arnaldo disse que todo mundo sabe fazer filmes de celular, e propôs para a rede de cineclube de terreiros que fizesse uma mostra de “filmes do santo” feito com filmes do próprio povo do santo, e Tata Kinamboji relatou que a proposta estava alinhada com a proposta do Projeto Azuelar, onde o Tata insiste no que chama de ‘tecnologia do possível’. Para ele a palavra qualidade só é usada pelo circuito de arte e de comunicação como critério de exclusão, mas que em contrapartida desse entendimento, a lógica com que o Instituto Nangetu tem utilizado a palavra qualidade prima pela inclusão, quem por lá os membros da comunidade fazem filmes com a tecnologia que lhes é disponível e porque a comunidade tem a vontade de fazer.
Kinamboji disse, então, que ia levar a proposta de realização da mostra de ‘filmes do santo’ para a Federação Paraense de Cineclubes – PARACINE, e para o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros – CNC, esperando que a direção das duas organizações cineclubistas abraçassem a causa e promovessem uma mostra de filmes nesses moldes, e terminou também dizendo que iria acrescentar a proposta de instituir o “Prêmio Luiz Arnaldo Campos de filmes de terreiros afro-amazônicos”.















A Rede de Cineclubes nos Terreiros da zona metropolitana de Belém é uma articulação criada por proposição do GT de Comunidades Tradicionais de Terreiros da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE, em parceria com a Diretoria Regional Norte do Conselho Nacional de Cineclubes - CNC. Fazem parte da Rede de Cineclubes nos Terreiros: Cineclube Nangetu, Cineclube ti Bamburucema, Cineclube ACIYOMI, Cineclube ACAOÃ, Cineclube Maristrela (AFAIA), Cineclube Estrela Guia Aldeia de Tupynambá.

22 de julho, 19h - Cineclube Nangetu exibe "O ajuntador de cacos", de Paulo Miranda.



Filmado no Marajó, o documentário que será exibido na próxima sexta-feira, dia 22 de julho, no Cineclube Nangetu, foca a vida do Padre Giovanni Gallo, fundador do Museu do Marajó.
Abaixo, texto de Gil Sóter, do site Guiart sobre o lançamento do documentário.
Em 1973, desembarcava na exótica e isolada ilha do Marajó, no extremo norte do país, o italiano jesuíta Giovanni Gallo, uma das personalidades mais importantes da recente história paraense. Museólogo e fotógrafo, Gallo foi um visionário empenhado em preservar a paradoxal cultura marajoara, desvendada pelo olhar estrangeiro do religioso, que viveu em meio aos vaqueiros e moradores do arquipélago até a década de 1980, experiência que culminou, entre outras dezenas de obras, na criação do Museu do Marajó, dedicado a estudos sobre os povos do local, da cerâmica indígena milenar, e da biodiversidade da ilha, registrados em um importante acervo fotográfico.
'O Ajuntador de Cacos' remonta a história de Giovanni Gallo“No nosso museu, o homem marajoara é a maior fonte de informação e ao mesmo tempo, o maior beneficiado. O museu nasce da comunidade, cresce com a comunidade e volta à comunidade. Por isso aceitamos o desafio de escolher um lugar carente de infra-estruturas essenciais: assumimos o compromisso de promover estas infra-estruturas, provocando o desenvolvimento do homem através da cultura”, defendia Gallo.
A intensa trajetória de Gallo ao longo de mais de três décadas no Pará é o tema do documentário “O Ajuntador de Cacos”, do diretor Paulo Miranda. O filme, com lançamento agendado para o próximo dia 14 de junho, no IAP, foi realizado com incentivo do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet, contou com o patrocínio da Eletrobrás e apoio do Museu do Marajó.
Para a produção do documentário a Lux Amazônia Filmes realizou quatro expedições ao Marajó, para o registro de paisagens, ambientes e os personagens principais do que o próprio Giovanni Gallo definiu como “a fase mais marcante de sua vida”. O documentário de 56 minutos de duração se ocupa em registrar parte do legado de Gallo, que se empenhou em desenvolver ações culturais e também obras de infra-estrutura na região do Marajó.
'O Ajuntador de Cacos' remonta a história de Giovanni GalloO estudioso capitaneou projetos como a construção de um trapiche comunitário, para as variações de maré e de estação; a pista de pouso para aviões, além da construção de estivas e de um centro comunitário onde eram oferecidos cursos de artesanato para a comunidade, que servia também de escola e jardim de infância. “Gallo é dono de um legado e uma biografia pouco conhecida, e que deve ser valorizada”, defende Paulo Miranda.
Ficha técnica:“O Ajuntador de Cacos”Doc, 56 min, Marajó, 2010, direção: Paulo Miranda. Produção: Lux Amazônia Filmes


Cineclube Nangetu, coordenação: Kota Mazakalanje.
Tv. Pirajá, 1194 – Marco da légua, Belém/PA. 91- 32267599.
Início de cada sessão- 19h. Ao final haverá roda de conversa com a comunidade do Mansu Nangetu.
O Cineclube Nangetu é premiado no Edital Cine Pará Mais Cultura, e conta com a parceria do Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Pará, Secretaria de Estado da Cultura, PARACINE, rede [aparelho]-: e Idade Mídia.
O Instituto Nangetu é Ponto de Mídia Livre/ 2009.

sábado, 16 de julho de 2011

Bola na tela - debate na sessão de curtas sobre futebol.

Vários temos foram debnatidos, desde a imagem dos narradores de rádio até o tratamento do jogador como mercadoria. A sessão contou com a participação de Flor Costa, estudante de comunicação matogrossense, e da pesquisadora Selma Brito, que muito contribuiram com estórias sobre om futebol.

Flor, que se declarou corintinana, comentou a 'traição de Rivelino', pano de fundo para o enredo do curta "Fiéis", e relacionou com a traição de Ronaldinho Gaúcho, que depois de declarar públicamente seu eterno amor pelo Grêmio de Porto Alegre, assinou contrato com o Flamengo.

O racismo e o despreso pela sorte do destino do jogador machucado no filme "O Perigo Negro" foi outro tema muito diiscutido, aliás foi perceptível que na maioria dos filmes os jogadores são negros.