sábado, 17 de março de 2012

Cineclube faz "Tributo à Carmen Miranda"

Carmen Miranda é o tema dos filmes da sessão desta sexta, dia 23 de março.

Classificação Livre
A história é conhecida. No Cassino da Urca, em 1939, o maior empresário da Broadway assiste a uma apresentação de Carmen Miranda e decide levá-la aos Estados Unidos. Em Nova York – e logo Hollywood – o sucesso não foi rápido, foi fulminante. A partir de depoimentos valiosos e rico material de arquivo, o documentário Carmen Miranda: bananas is my business reconstrói essa história, iluminando igualmente a primeira metade da vida da “pequena notável”. A cantora Carmen Miranda, filha de um barbeiro português, já havia se tornado a maior estrela da música brasileira na era do rádio – sem precisar de qualquer imagem –, dez anos antes de construir a milionária caricatura de que mais tarde se tornaria prisioneira. O programa inclui ainda o curta-metragem Carmen Miranda, documentário de 1969 dirigido por Jorge Ileli, um dos grandes nomes da Atlântida, responsável por inúmeras inovações no cinema brasileiro.
 
Cineclube Nangetu
Sexta, 23 de março de 2012
19h
Tv. Pirajá, 1194 - Marco da légua. Belém/PA
Fone - (91) 32267599

Roda de conversa antecedeu a realização da Caminhada "Fé e resistência".




Nesta sexta-feira, dia 16 de março, aconteceu a Roda de Conversa que antecede a III CAMINHADA ESTADUAL PELA LIBERDADE RELIGIOSA FÉ E RESISTÊNCIA "CAMINHANDO A GENTE SE ENTENDE".
A reunião foi no "Templo de Religião de Matriz Africana Agaronile" e os organizadores da manifestação puderam compartilhar todos os detalhes que envolvem a organização,  explicando qual é a infra-estrutura disponível para este ato político de combate a intolerância religiosa e promoção da cultura da paz.

Ultimos ajustes para o livro do projeto “Cartografia Social dos Afro-religiosos em Belém do Pará, religiões afro-brasileiras e ameríndias da Amazônia: afirmando identidades na diversidade".



A pesquisadora e professora da UFRRJ, Camila do Vale se reuniu com as lideranças de terreiros que coordenaram os trabalhos em cada uma das nações presentes na pesquisa de mapeamento de terreiros da zona metropolitana de Belém, e junto com outras lideranças que atenderam ao chamado para participar da verificação das informações que vão constar no livro resultante do projeto “Cartografia Social dos Afro-religiosos em Belém do Pará, religiões afro-brasileiras e ameríndias da Amazônia: afirmando identidades na diversidade".
Todos os presentes puderam contribuir para as correções que se fizeram necessáris, e em breve estaremos divulgando a data do lançamento da publicação que tem o financiamento do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Caminhada marcou a celebração pelo dia internacional da mulher.

Mametu Nangetu na caminhada das mulheres.

No domingo dia 11 de março, o Conselho Estadual de Proteção de Direitos da Mulherpromoveu uma caminhada em celebração à passagem do Dia Internacional da Mulher
Com o tema "Mulheres do Pará, lutas, conquistas e desafios", a caminhada reuniu diversas organizações dos movimentos sociais que lutam pelas causas feministas e pelas causas do feminino.
Mametu Nangetu e Mametu Deumbanda representaram as mulheres de terreiros nesta caminhada que também teve a participação maciça dos membros do Mansu.


por Táta Kamelemba, Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu - Ponto de Mídia Livre.

segunda-feira, 12 de março de 2012

III Caminhada estadual pela liberdade religiosa 'Fé e resistência'.

Mametu Nangetu com lideranças de terreiros do Pará na abertura da caminhada de 2011.

O Instituto Nangetu se junta à mobilização pela  III CAMINHADA ESTADUAL PELA LIBERDADE RELIGIOSA FÉ E RESISTÊNCIA " CAMINHANDO A GENTE SE ENTENDE". e chama toda a população para participar e a lutar pela garantia do direito constitucional de consciência religiosa.

DATA 18/03/2012
CONCENTRAÇÃO: 9 HS NO VER-O-RIO
TRAJETO: VER-O-RIO RUMO A PÇA DA REPÚBLICA

Ekedy Rita com seu filho de colo, Mãe Nalva de Oxum e Iyá Nere, lideranças femininas presentes na manifestação de 2011.




 

Nego Banjo e Afoxé Araxé fizeram a animação do cortejo em 2011, na foto aparece com o Dep. Edmilson Rodrigues.

ATRAÇÕES CULTURAIS:
GRUPO BATUQUE
ESCOLA DE SAMBA XODÓ DA NEGA
ESCOLA DE TEATRO DA UFPA
AFOXÉ ITA LEMI SINAVURU
GRUPO CULTURAL BAMBARÊ E CONVIDADOS.

REALIZAÇÃO:
INTECAB/PA E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE TERREIROS DO ESTADO.

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL:

COMITÊ INTERRELIGIOSO DO ESTADO DO PARÁ

APOIO:
GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ
CEPPIR
GABINETE DO DEPUTADO ESTADUAL EDMILSON RODRIGUES
GABINETE DA DEPUTADA CILENE COUTO
LABORATÓRIO BIOMÉDICO

"PRECISAMOS ACREDITAR QUE É POSSÍVEL CONVIVER NA SOCIEDADE,RESPEITANDO NOSSAS DIFERENTES CONDIÇÕES NA VIDA,SEJA RACIAL,SEXUAL, RELIGIOSA,CULTURAL,FINANCEIRA." Káta Hadad


CONTAMOS COM SUA PARTICIPAÇÃO

MAMETU KÁTIA HADAD-DIRETORIA SOCIAL INTECAB/PA. FONE:(91)32579036/ 88223937/82206238


Fotos de Táta Kinamboji/ Projeto Azuelar - Instituto Nangetu. Ponto de Mídia Livre

domingo, 11 de março de 2012

A luta de Mãe Doca e luta pela cidadania dos Povos de terreiros no Pará

Mametu Nangetu com Araceli Lemos em celebração ao dia da mulher.


A luta histórica de Mãe Doca, Dona Rosa Viveiros - uma maranhense de nascimento que adotou a capital paraense como seu lugar foi reforçada  no evento “Mulheres de Axé, respeito e amor”, promovido pelo Instituto Nangetu no sábado, dia 10 de marçlo, em celebração ao dia internacional da mulher.
Araceli Lemos relatou o debate que se instalou na Assembléia Legislativa quando ela apresentou o projeto de Lei que dedica o 18 de março às religiões de matriz africana no Pará, e relacionou a luta de Mãe doca à nossa luta por conquistas aos direitos de cidadania.link para ver o vídeo - http://vimeo.com/38342047





O dia 18 de março foi dedicado aos umbandistas e aos afro-religiosos através da Lei Municipal nº 8272, de 14 de outubro de 2003 (autoria de Ildo Terra) e da Lei Estadual nº 6.639, de 14 de abril de 2004 (autoria de Araceli Lemos) e registra a luta de de dona Rosa Viveiros, Também conhecida como Nochê Navanakoly e como Mãe Doca, que era filha de santo do africano Manoel-Teu-Santo e seu Vodun era Nanã e Toi Jotin. É Dona Rosa Viveiros, que em 1891 - apenas três anos após a abolição da escravatura - enfrentou o racismo e outros preconceitos da época e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense. Mãe Doca foi presa várias vezes porque cultuava as divindades e preservava a religiosidade afro-amazônica, e nem por isso desistiu de manter seu Templo Afro-religioso aberto. Mãe Doca se tornou o símbolo de resistência das religiões de matriz africana no Pará, e é em sua homenagem que o dia 18 de março se tornou o dia da Umabanda e das religiões Afro-brasileiras.

Cineclube exibe um vídeo produzido por estudantes para discutir a violência contra a mulher.


Documentário Produzido pela equipe da DS PICTURES.
A Equipe Pesquisou e Entrevistou pessoas para saber o que fazer sobre a violência contra mulher. É uUm Trabalho Colegial feito pelos alunos do Colégio Olimpo'sde Araci-BA.
Direção: Alexandre Oliveira e Abraão Ícaro com edição de Danilo Victor.

O filme complementou a abordagem que Araceli Lemos havia feito sobre a Lei Maria da Penhae ajudou a comunidade a debater os casos de violência de gênero.

Projeto Azuelar/ ponto de Mídia Livre - Fotos e textos colborativos.
Equipe de cobertura - Táta Kinamboji, Táta Kitauanje e Táta Kamlelmba

Saúde nos terreiros no dia da mulher.

Allessandro Montte conduziu a conversa sobre a saúde.

A saúde foi um dos temas abordados no evento “Mulheres de Axé, respeito e amor”, promovido pelo Instituto Nangetu no sábado, dia 10 de marçlo, em celebração ao dia internacional da mulher. A conversa foi conduzida por Alessandro Montte, do Movimento Popular de Saúde – MOPS-PE, que começou fazendo uma enquete com os presente, ele perguntou “o que é saúde?”.... e ficou até engraçado como foram surgindo tantas definições diferentes para a palavra saúde.
Depois do alvoroço que as respostas que ali apareceram foram causando, ele explicou que a saúde não se resume ao controle ou à prevenção de doenças, e que essa idéia de polarizar saúde e doença termina por desviar a atenção da população para outros fatores que se relacionam com o bem estar psicológico e social de cada um de nós em suas singularidades.
Com uma conversa cativante, ele fez todos os que estavam ali perceberem que pra nós podemos alcançar o 'estado ideal de saúde' é preciso que se construa um ambiente favorável, com um lugar agradável pra viver, com relações sociais que respeitam as diversidades de raça, credo, religião e de gênero, e mostrou exemplos de ações sociais onde a coletividade se uniu para a resolução de problemas comuns.
Por fim falou da necessidade do controle social para o perfeito funcionamento do sistema de saúde pública e deu orientações de como as comunidades podem acessar programas e contribuir com melhorias no atendimento de serviços em saúde.



Projeto Azuelar/ ponto de Mídia Livre - Fotos e textos colborativos.
Equipe de cobertura - Táta Kinamboji, Táta Kitauanje e Táta Kamlelmba

sexta-feira, 9 de março de 2012

A experiência do Cineclube na celebração pelo Dia Internacional da Mulher.

Mametu Nangetu é titular do Conselho Estadual de Proteção de Direitos da Mulher (SEJUDH/ Gov. do Pará) e na celebração que as coonselheiras organizaram levou a experiência do Cineclube Nangetu para discutir o preconceito contra as mulheres de terreiro e as lutas de todos os povos tradicionais de terreiros por cidadania e direitos humanos.


O evento "Mulheresdo Pará, lutas, conquistas e desafios" aconteceu no auditório da SAGRI na terça-feira passada, dia 6 de março, e o filme exibido foi  "Até Oxalá vai à guerra - uma história de racismo e intolerância religiosa", de Carlos Pronzato e Stéfano Barbi Cinti.

Mametu nos conta que muitas das conselheiras declararam que não faziam idéia dos ataques aos templos das religiões de matriz africanas, e que o debate contribuiu para sensibilizar as liderancas das organizações femininas para a conquista de direitos dos povos tradicionais de terreiros.



Vídeos e fotos de Táta Kamelemba, texto de Táta Kinamboji. Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu - Ponto de Mídia Livre.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Participação do Projeto Azuelar na II Conferência Sulamericana, VII Conferência Brasileira e I Festival de Artes de Mídia Cidadã.

Rádio-Coreto, Projeto Azuelar no Mídia Cidadã.
 
 
Debate do Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu - Ponto de Mídia Livre sobre a intolerâncai religiosa na mídia e na universidade.
II Conferência Sulamericana, VII Conferência Brasileira e I Festival de Artes de Mídia Cidadã. Local UFPA e Praça da República. Realização: UFPA . Iniciativa da UNESCO/UMESP
ver em http://vimeo.com/37922419

Vídeo - registro da presença de macacos na mata do sítio.

Vídeo - registro da presença de macacos, ver em http://vimeo.com/37930908

Projeto Magia de Jinsaba - sem folhas não tem ritual.
Instituto Nangetu e Irmandade dos Rosário.
Projeto de Preservação Ambiental.
Reflorestamento e menutenção da mata do sítio em Ananindeua/PA.

sexta-feira, 2 de março de 2012

18 de março, em memória de Mãe Doca!

O dia 18 de março foi dedicado aos umbandistas e aos afro-religiosos através da Lei Municipal nº 8272, de 14 de outubro de 2003 (autoria de Ildo Terra) e da Lei Estadual nº 6.639, de 14 de abril de 2004 (autoria de Araceli Lemos) e registra a luta de de dona Rosa Viveiros, Também conhecida como Nochê Navanakoly e como Mãe Doca, que era filha de santo do africano Manoel-Teu-Santo e seu Vodun era Nanã e Toi Jotin.
 
 
É Dona Rosa Viveiros, que em 1891 - apenas três anos após a abolição da escravatura - enfrentou o racismo e outros preconceitos da época e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense. Mãe Doca foi presa várias vezes porque cultuava as divindades e preservava a religiosidade afro-amazônica, e nem por isso desistiu de manter seu Templo Afro-religioso aberto. Mãe Doca se tornou o símbolo de resistência das religiões de matriz africana no Pará, e é em sua homenagem que o dia 18 de março se tornou o dia da Umabanda e das religiões Afro-brasileiras.

Oferendas para as Nkisiani/ 2011.



O ritual aconteceu no dia 19 de dezembro de 2011 e iniciou com o xirê aos Jinkisi no Mansu Nangetu,onde aconteceu a celebração à Mikaya de Tatetu Dianga Moxi com a manifestação de presença de outros Jinkisi de muzenzas do Mansu Nangetu.
A entrega das oferendas nas águas foi feita às margens da baía do Guajará, na área do projeto Ver-o-rio, o mesmo local onde está projetado a construção do Memorial dos Povos Negros e onde haverá uma rampa de acesso aos Povos de Terreiros para suas oferendas.

Tataetu Kalasambe dança com Mikaya de tatetu Dianga Moxi.



Informações de Mametu Nangetu e Táta Kamelemba, Fotos de Táta Kamelemba/ Projeto Azue;ar- Instituto Nangetu/ Ponto de Mídia Livre.

Comemoração ao Dia Internacional da Mulher 2012 - Mulheres de Axé: respeito, liderança e amor


quinta-feira, 1 de março de 2012

A comunidade do Mansu Nangetu e a paixão pela brincadeira do carnaval de Belém.

Neste ano de 2012 o Projeto Azuelar esteve na Aldeia Cabana de Cultura Popular David Miguel para registrar a presença do "povo de santo" nos cortejos carnavalescos de Belém, e esta é a primeira matéria que publicamos com esses registros, e a primeira publicação, lógico, vem mostrar como os membros do Mansu Nangetu atravessaram a avenida defendendo as cores das bandeiras de suas escolas de samba.

Deixa Falar
"A Deixa Falar é raça, é nação guerreira!
Vem nos mostrar que a marujada
É bragantina, é paraense, é brasileira!

Que rufem os tambores bragantinos:
A nossa escola vai dançar!
A marujada na aldeia é retratada
Traz a beleza da cultura popular.
Pro santo preto abençoar,"


O presidente da escola é o Tatetu Dianga Moxi (Esmael Tavares), e vários dos destaques também são membros da nossa comunidade de terreiro, inclusive a escola é a preferida de Mametu Nangetu.
Mametu como a Capitoa da Marujada, Foto de Táta Kamelemba (Felipe Oliveira)/ Projeto Azuelar.

Mametu Nangetu desfilou de 'Capitoa da Marujada' na "Deixa Falar", escola do bairro da Cidade Velha que apresentou o enredo "Marujada: é bragantina, é paraense, é brasileira".

Mametu na Aldeia Cabana de "Capitoa da Marujada da Deixa Falar. Foto de Táta Dianvula (Alex Leovan)/ Projeto Azuelar.


Mametu declara abertamente a sua paixão pela "Deixa Falar", diz que gosta das outras escolas mas que desfilar mesmo é na Deixa Falar.

Cleber de Nkosi com Mametu Nangetu na concentração do desfile da Deixa Falar, Foto de Táta Kamelemba (Felipe Oliveira). Projeto Azuelar.

Cleber se apresentando na Aldeia Cabana, foto Táta Dianvula (Alex Leovan)/ Projeto Azuelar.
 A família do Dianga Moxi também é ferrenha defensora do azul e branco da "Deixa Falar", e Cleber de Nkosi é o primero Mestre-Sala da Escola, e sua filha Samanta a Porta Bandeira do casal de Mestre-Sala e Porta Bandeira Mirim, enquanton sua tia Venina faz o papel de Mestre de Cerimônias da Comissão de Frente.

Samanta se prepara para no futuro assumir a posição de primeria Porta Bandeira da Escola da Cidade Velha. Foto Táta Kamelemba (Felipe Oliveira)/ Projeto Azuelar.
Venina é a mestre do cerimonial de apresentação da Comissão de Frente da Deixa Falar. Foto Táta Dianvula (Alex Leovan)/ Projeto Azuelar.

As fantasias de quesito e de destaques também foram confeccionadas por um membro do Mansu Nangetu, o Táta Kitauanje (Delleam Cardoso), que é Mestre Aderecista e trabalha parta diversas manifestaçnoes da cultura popular.



Piratas da Batucada
"Nossa história, costumes e lendas
Vivenciadas, por um elenco genial
Em sua origem o teatro era sagrado
E o ator um ser divinal
A orquestra do cortejo de deus Baco
É a raiz do nosso carnaval
(..)

Sou Piratas alegria do povo
Na Aldeia Cultural
O Grupo Experiência
Entra em cena de novo
No palco deste carnaval "


O Piratas homenageou o Grupo Experiência, grupo de teatro que revelou vários atores importantes como Cacá Carvalho, Dira Paes e Natal Silva. E foi a amizade com Natal que levou a Teca de Bamburucema a desfilar na ala dos amigos do Piratas.

Teca de Bamburucema (segunda da esquerda pra direita) saiu na Ala dos amigos do Pirata. Foto de Táta Kinamboji (Arthur Leandro)/ Projeto Azuelar.


Bole-Bole.
"Eu tenho um coração que Bole-Bole
Que bole, bole, bole, sem parar
Eu tenho a emoção que me socorre
Se eu sorrir ou se eu chorar

Abre o pano de boca
É muito louca, essa paixão
Artistas geniais, os delírios teatrais
Na avenida da ilusão"


A família de Táta Kitauanjefez bonito para homenagear os 50 anos da Escola de Teatro e Dança da UFPA ETEDUFPA pelo Bole-Bole do Guamá, no Enredo "escola de Teatro, Dança e Carnaval". Ele mesmo também foi o responsável pelas fantasias da Comissão de Frente, Porta Estandarte, Mestre-Sala e Porta-Bandeira e dos destaques da escola.

Táta Kitauanje é Mestre em Adereços e fez as fantasias de várias Escolas de Samba, em especial as do Bole-Bole, escola onde sua família também desfila.



E o envolvimento de sua família vai além da brincadeira de brincante, sua esposa, Andréa de Dandalunda é grande destaque da Bole-Bole, e seus filhos formam o casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira mirim e o Porta-Estandarte Mirim da escola.

Deleandro e Ludmila se apresenatando com Casal mirim da Bandeira do Bole-Bole.

Andréa de Dadalunda e seu filho mais novo - o Porta-Estandarte Mirim da escola/ Foto Táta Kamelemba (felipe Oliveira)/ Projeto Azuelar.
Andréa desfilou como destaque principal da ultima alegoria da escola. Foto Renata Lira/ Projeto Azuelar.

Embaixada de Samba do Império Pedreirense.

"O samba que vem dos terreiros
invade as ruas com seu alto astral
É a saga de um povo guerreiro
abrindo os caminhos pra brincar o carnaval

(Kawò)
Kawò, kaabiesilè, Xangô!
Axé da nossa bandeira
são sessenta anos de amor 
no quilombo da Pedreira"

Táta Kinamboji (Arthur Leandro) é sócio benemérito da Embaixada e não abre mão de sua presença na azul, vermelho e branco da Pedreira, e este ano desfilou com fantasia de Xangô no carro abre-alas de sua escola. Ele diz que "nunca desfilei tão vestido, eu gosto de fantasias leves e digo que bastam duas lantejoulas e um sopro de purpurina para eu me sentir fantasiado, mas quando o Jean Negrão me falou que eu vinha de Xangô eu achei que devia caprichar para fazer bonito na figura do meu Orixá..."

Táta Kinamboji desfilou de Xangô na Embaixada. Foto de Renata Lira/ Projeto Azuelar.
O enredo "Nas terras do Império, o quilombo do samba" foi uma dupla homenagem, tanto ao centenário do bairro quilombola da Pedreira quanto aos sessenta anos de fundação da Embaixada, e nesse enredo a força do bairro foi atribuída à religiosidade afro-amazônica e à forte presença dos 'batuques' na Pedreira, e foram as lideranças de Terreiros os homenageados no abre-alas da escola.

Táta Kinamboji, junto dom diversas lideranças de terreiros da Pedreira, desfilam na Aldeia Cabana no abre-alas da Embaixada. Foto de Táta Kamelemba (felipe Oliveira)/ Projeto Azuelar.
 Kinamboji também conta que foi ele mesmo que costurou a maior parte de sua fantasia, mas que teve a ajuda fundamental da Mestra de Cultura Popular Alzira do Rosário e do Aderecista Müller (Müller de Zaze) Cardoso.

Müller de Zaze, preparou os adereços da fantasia de Táta Kinamboji. Foto de Táta Kinamboji (Arthur Leandro)/ Projeto Azuelar.
E assim, com a paixão por enredos e por escolas diferentes, e até mesmo trabalhando na organização do desfile - como este ano foi o caso de Táta Iya Tundele (Honorato Consenza) - a família Nangetu faz o carnaval acontecer na Aldeia Cabana.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Irmandade dos Rosário: Sessão Paracatuzum exibe o filme Xandu no SESC de...

Irmandade dos Rosário: Sessão Paracatuzum exibe o filme Xandu no SESC de...:

Sessão Paracatuzum
Dia 06 de março de 2012 as 20h.

Local: SESC São Carlos
Av. com. Alfredo Maffei, 700
Jd. Gibertoni, São Carlos/ SP.



"Xandu", de Renata Lira e Arthur Leandro.



Xandu
de Renata Lira e Arthur Leandro, 24min, Ananindeua/ PA/ Brasil, 2011.
Sinopse: Cotidiano da Irmandade dos Rosário na transmissão de conhecimentos tradicionais da prima Xandu e no aprendizado da extração do óleo de andiroba. O filme é produzido com 'Tecnologia do possível', são mídias móveis de uso doméstico utilizadas na produção audiovisual comunitária. O filme faz parte das ações do Projeto Azuelar e documenta uma ação do Projeto Magia de Jinsaba - sem folhas não tem ritual, realizado pelo Instituto Nangetu em parceria com a Irmandade dos Rosário.

Equipe de comunicação comunitária e experimental do Projeto Azuelar fez a cobertura do carnaval de Belém.

Táta Dianvula, Táta Kinamboji e Renata Lira fizeram a cobertura do carnaval pelo Projeto Azuelar. (foto de Marilena Silveira)


Na noite de 18 de fevereiro uma equipe do Projeto Azuelar esteve na Aldeia Cabana de Cultura Popular David Miguel fazendo a cobertura do desfile das escolas de samba do grupo especial para a disputa do concurso carnavalesco promovido pela Prefeitura Municipal de Belém - PMB -, e em breve estará publicando matérias que registram a participação de membros da comunidade do Mansu Nangetu no "Bole-Bole", na "Deixa Falar" e na "Embaixada de Samba do Império Pedreirense".
Outras matérias com a presença dos Povos Tradicionais de Terreiros de Belém fazendo o espetáculo das escolas de samba tamnbém estnao sendo preparadas para, na semana que vem, serem publicadas no blog.

as fotos podem ser conferidas neste álbum.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Táta Kamelemba e Daniel Miranda participaram da Oficina de transmidia na UFPA.




Oficina de transmidia na UFPA, promoção da rede Ajuricaba nos dias 20 e 21 de Dezembro. oficineiro;Angelo Madson.

Pelo Projeto Azuelar estavam Táta Kamelemba (Felipe de Lemba) e Daniel Miranda de Nkosi.

A oficina  ensinou  a fazermos programas de rádio com recursos básicos, como pot rxrmplo como um simples celular pode ser usado para gravar e editar, os programas  que podemos baixar da internet e que não é dificil nem de usat e nem achar. 

A oficina foi de funtamental importancia pra nós, para que possamos nos aprimorar cada vez mais para que a gente faça nossas divulgações através desse recurso que é a  radio caseira.