Convocamos a sociedade paraense para um ATO PÚBLICO no próximo dia 11 de novembro (terça-feira), às 9 horas, na Escadinha do Cais do Porto, em Belém, para caminhar em direção à Alepa e exigir a apuração e responsabilização dos assassinos e a instalação de uma CPI.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Comunidade do Mansu Kalasambe participa da Caminhada em Marabá.


As comunidades de terreiros do sul e sudeste do Pará realizaram uma caminhada pelo centro da cidade para combater o racismo peça intolerância religiosa. A caminhada antecedeu a Festa em Homenagem à Yemanjá e Oxum que aconteceu na Praia do Tucunaré em Marabá /Pará no dia 16 de agosto de 2014.
A comunidade de Tatetu Kalasambe esteve presente nesse ato e na celebração, marcando a presença de nossa raiz na luta pelos direitos do nosso povo no sudeste do Pará.
domingo, 16 de março de 2014
Estivemos em todas as cinco caminhadas.
Neste domingo, 16 de março, aconteceu a V Caminhada Fé e Resistência e combate ao racismo por Intolerância Religiosa, em memória de Mãe Doca e em celebração ao 18 de março. A caminhada é promovida pelo INTECAB-PA com apoio das comunidades dos Povos Tradicionais de Terreiros da zona metropolitana de Belém.
Para nós, do Mansu Nangetu, é muito importante fazer parte dessas construções políticas de cidadania para povos de terreiros.
Para nós, do Mansu Nangetu, é muito importante fazer parte dessas construções políticas de cidadania para povos de terreiros.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Comitê Inter-religioso do Pará realiza caminhada de combate à intolerância religiosa.
Terreiro Mansu Nangetu participou da quinta edição do Ato Público de Combate à Intolerância Religiosa.
A manifestação acontece desde 2010 na praça da República, em Belém/PA, e é promovida pelo Comitê Inter-religioso do Estado do Pará. Neste ano de 2014 o ato aconteceu na manhã do domingo dia 19 de janeiro, que antecedeu o dia 21 - Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
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| Mametu Nangetu, que integra o Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, pediu paz e respeito para todas as crenças religiosas, e em especial pediu que redobrem a atenção para o combate ao racismo que vitimiza as tradições de terreiros afro-amazônicos. |


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| Pejigãn Gankonan (Alan Fonseca, do Funderê Ni Oyá Jokolosy), Coordenador do Comitê Inter-religioso do Estado do Pará, iniciou a caminhada pelo passeio da Praça da República. |
O coordenador do Comitê Inter-Religioso, Pejigãn Gankonan (Alan Fonseca, do Funderê Ni Oyá Jokolosy), iniciou a caminhada pelo "Largo da Pólvora" dizendo que “a maior importância deste ato é a promoção do diálogo inter-religioso, e com o diálogo as pessoas conseguem se comunicar e se entender". E ainda acrescentou que "O outro parece muito exótico e estranho, e a função do comitê é fazer com que as pessoas reconheçam o humano que existe por trás do exótico. A diversidade em nosso grupo é bem-vinda,a importância principal do comitê é promover a diversidade religiosa”. E com esse discurso ele conduziu os participantes até a calçada do Theatro da Paz, onde novamente os sacerdotes presentearam a população de Belém com discursos que clamaram por essa mesma paz que dá nome ao teatro, e, ao menos por esta tarde, essa paz se fez presente...
Serviço - Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa: Em 27 de dezembro de 2007, a Lei nº 11.635 instituiu o dia 21 de janeiro como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A data foi pensada em homenagem à Mãe Gilda de Ogum, sacerdotisa afro religiosa que sofreu tolerância religiosa. Mãe Gilda veio a falecer vítima de um infarto fulminante após ter visto sua foto associada à charlatanismo em um jornal impresso por organizações de outra religião.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Uma tarde de conversas de combate ao racismo religioso.
Um laboratório de transmissão de conhecimento foi montado na praça Barão do Rio Branco, no bairro da Campina, laboratório de mídias de valorização dos Direitos Humanos e de combate ao racismo, em especial ao racismo religioso que provoca casos de intolerância contra as tradições de terreiros de matriz africana no Brasil.
O mês de janeiro é marcado pela passagem do dia de combate à intolerância religiosa. Em 21 de janeiro de 2000 a violência por racismo religioso levou a Iyalorixá baiana, Mãe Gilda de Ogum, ao infarto fulminante e ao óbito, e por esse motivo esse dia ficou na história da resistência dos Povos Tradicionais de Terreiros de Matriz Africana e do combate à violação dos Direitos Humanos no Brasil através da Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva.
A manifestação também celebrou a revolução bolivariana da Venezuela e a memória da luta de Simón Bolivar, e uma sessão de cineclube apresentou o filme “Bolívar, o homem das dificuldades” - um longa-metragem dirigido pelo cineasta Luís Alberto Lamata que é o último dos 6 filmes da “Coleção Libertadores”, uma produção de Wanda Films de Espanha, da TVE, da Villa do Cine, Alter Producciones e do Centro Nacional de cinema cubano, que se juntaram para retratar o ano do desterro caribenho de Simón Bolívar. Uma história pouco conhecida que conta um dos anos mais dramáticos da vida do Libertador, desde maio de 1815 até maio de 1816.
O Consul venezuelano em Belém, Alonso Pacheco, agradeceu a solidariedade e declarou de suma importância combater todas as formas de racismo e valorizar as lutas sociais na América Latina, e destacou que a luta de Bolívar, que deu origem ao projeto bolivariano, enfrentou a questão da escravidão e criou uma aliança entre povos indígenas e povos negros contra a violência da colonização européia em terras americanas. E para celebrar a diversidade étnica e racial, ap´resentou o filme "Tambores de água: um encontro ancestral", de Clarissa Duque.
O documentário mostra a força das raízes africanas nas manifestações musicais venezuelanas, é a história dos afrodescendentes desde sua chegada à Venezuela se desenrola quando seu protagonista consegue os tambores de água, uma prática musical muito peculiar e de grande beleza, que permite o encontro de dois continentes (África e América) no soar aquático de seus repiques, mostrando que não importa a distância quando as raízes são fortes o bastante para sobreviver através do tempo.
E a resistência para sobrevivência em um contexto adverso foi a tônica do debate nas rodas de conversa com Mãe Nalva de Oxum, Pai Armando de Bessén e Mametu Nangetu, conversas que duraram a tarde inteira, e que tiveram a promessa da coordenação da ARATRAMA de fazer eventos assim se repetirem em outras praças e em outros domingos.
O mês de janeiro é marcado pela passagem do dia de combate à intolerância religiosa. Em 21 de janeiro de 2000 a violência por racismo religioso levou a Iyalorixá baiana, Mãe Gilda de Ogum, ao infarto fulminante e ao óbito, e por esse motivo esse dia ficou na história da resistência dos Povos Tradicionais de Terreiros de Matriz Africana e do combate à violação dos Direitos Humanos no Brasil através da Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva.
A manifestação também celebrou a revolução bolivariana da Venezuela e a memória da luta de Simón Bolivar, e uma sessão de cineclube apresentou o filme “Bolívar, o homem das dificuldades” - um longa-metragem dirigido pelo cineasta Luís Alberto Lamata que é o último dos 6 filmes da “Coleção Libertadores”, uma produção de Wanda Films de Espanha, da TVE, da Villa do Cine, Alter Producciones e do Centro Nacional de cinema cubano, que se juntaram para retratar o ano do desterro caribenho de Simón Bolívar. Uma história pouco conhecida que conta um dos anos mais dramáticos da vida do Libertador, desde maio de 1815 até maio de 1816.
O Consul venezuelano em Belém, Alonso Pacheco, agradeceu a solidariedade e declarou de suma importância combater todas as formas de racismo e valorizar as lutas sociais na América Latina, e destacou que a luta de Bolívar, que deu origem ao projeto bolivariano, enfrentou a questão da escravidão e criou uma aliança entre povos indígenas e povos negros contra a violência da colonização européia em terras americanas. E para celebrar a diversidade étnica e racial, ap´resentou o filme "Tambores de água: um encontro ancestral", de Clarissa Duque.
O documentário mostra a força das raízes africanas nas manifestações musicais venezuelanas, é a história dos afrodescendentes desde sua chegada à Venezuela se desenrola quando seu protagonista consegue os tambores de água, uma prática musical muito peculiar e de grande beleza, que permite o encontro de dois continentes (África e América) no soar aquático de seus repiques, mostrando que não importa a distância quando as raízes são fortes o bastante para sobreviver através do tempo.
E a resistência para sobrevivência em um contexto adverso foi a tônica do debate nas rodas de conversa com Mãe Nalva de Oxum, Pai Armando de Bessén e Mametu Nangetu, conversas que duraram a tarde inteira, e que tiveram a promessa da coordenação da ARATRAMA de fazer eventos assim se repetirem em outras praças e em outros domingos.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Manifestação política e cultural de combate ao racismo pelo viés da intolerância contra as tradições de terreiros de matriz africana.
Manifestação política e cultural de combate ao racismo pelo viés da intolerância contra as tradições de terreiros de matriz africana.
O Instituto Nangetu faz parte do Coletivo Cabano Bolivariano de Solidariedade ao Povo venezuelano, que celebra as lutas sociais na América Latina nos dias cinco (05) de cada mês, e como é no mês de janeiro o dia nacional de combate à intolerância religiosa, a primeira celebração bolivariana de 2014 trará esse tema ao debate público, debate que será promovido com a parceria da Articulação Amazônica de Povos Tradicionais de Matriz Africana/ ARATRAMA.Por esse motivo neste primeiro domingo do ano, dia 5 de janeiro de 2014, acontece na Praça Barão do Rio Branco no bairro da Campina (em frente ao Consulado Geral da Venezuela e em frente à OAB-PA), uma manifestação cultural de combate à ao racismo religioso e em defesa das tradições de terreiros de matriz africana na Amazônia. Será montado um sistema de transmissão sonora e visual com base numa programação pautada em experimentações poéticas, troca de conteúdo, conhecimento livre e vivência, que inclui rodas de conversa e apresentação ao vivo de música tradicional de terreiros de matriz africana.
É racismo religioso!
"O Brasil tem um histórico de negação das tradições não cristãs. Essa negação não é exatamente da religião, mas do valor de todas as tradições de matriz africana. Na verdade, para nós, é racismo", afirma Silvany Euclenio, secretária de Políticas das Comunidades Tradicionais da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).O mês de janeiro é mais um mês que, dentre outras lutas importantes, ficou marcado no Brasil pela luta contra o racismo religioso. 21 de janeiro é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa por meio da Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, o que foi um reconhecimento do próprio Estado da existência do problema.
A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a crenças e práticas religiosas ou a quem não segue uma religião. É um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana. O agressor costuma usar palavras agressivas ao se referir ao grupo religioso atacado e aos elementos, deuses e hábitos da religião. Há casos em que o agressor desmoraliza símbolos religiosos, destruindo imagens, roupas e objetos ritualísticos. Em situações extremas, a intolerância religiosa pode incluir violência física e se tornar uma perseguição.
A data presta homenagem à Iyalorixá baiana Gildásia dos Santos, que faleceu nesse dia em 2000, vítima de infarto. Ela era hipertensa e teve um ataque cardíaco após ver sua imagem utilizada sem autorização, em uma matéria do jornal evangélico “Folha Universal”, edição 39, sob o título “Macumbeiros Charlatães lesam o bolso e a vida dos clientes”. O texto não era menos ofensivo e agredia as tradições de matriz africana, das quais Gildásia era representante.
A igreja foi condenada pela justiça brasileira a indenizar os herdeiros da sacerdotisa. A morte de Gildásia dos Santos e Santos não foi uma fatalidade nem tampouco é uma tragédia isolada; é um exemplo das brutalidades cometidas por racismo contra adeptos de religiões como umbanda e do candomblé.
Em defesa do Estado laico e da Cultura da Paz!
Do dicionário, "laico" quer dizer: do Latim laicu/// adj., leigo; secular; não religioso./// Ou seja, um estado laico seria um estado totalmente desprovido de influência religiosa. Um Estado laico defende a liberdade religiosa a todos os seus cidadãos e não permite a interferência de correntes religiosas em matérias sociopolíticas e culturais.O Brasil é um estado laico? Podemos afirmar que as decisões do estado brasileiro não sofrem influências religiosas e que os brasileiros defendem a liberdade de crença?
Em agosto de 2013 a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República - SDH/PR iniciou o processo de seleção de representantes da sociedade civil para compor o Comitê Nacional de Diversidade Religiosa. Mametu Nangetu foi escolhida entre os dez (10) titulares da sociedade civil organizada para um mandato de dois anos junto à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, ela é a única representante de organizações sociais de toda a região norte do Brasil escolhida para essa função.A Portaria nº 92/2013-SDH/PR, de 25 de janeiro de 2013, instituiu o Comitê Nacional da Diversidade Religiosa, que tem como finalidade auxiliar a elaboração de políticas de afirmação do direito à liberdade religiosa, do respeito à diversidade religiosa e da opção de não ter religião, promover o direito ao livre exercício das diversas práticas religiosas, disseminando uma cultura da paz, da justiça e do respeito às diferentes crenças e convicções, além de promover o debate entre grupos de pessoas de diversas crenças, buscando aproximá-los por intermédio do princípio do respeito mútuo.
É com essa perspectiva de promover a cultura da paz que promovemos esse manifesto.
Apoio: Coordenação estadual da ARATRAMA; rede [aparelho]-: ; Terreiro de Mina Estrela Guia Aldeya di Tupynambá; Projeto: Diálogo em Cabana de Caboco. FACS/ UFPA (Coordenação: Prof. Ms. João Simões e Bolsista Luah Sampaio); Projeto: Muzueri uonene kalunguê (O falador grande não tem razão). FAV e GEAM/ UFPA (Coordenação Prof. Arthur Leandro)
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domingo, 7 de abril de 2013
Povo de terreiro vai à rua para celebrar a memória de Mãe Doca com fé e resistência.
Na véspera da caminhada promovemos um Grupo de Trabalho para a construção de cartazes com criatividade e representatividade das mutiplas falas dos membros da comunidade do Mansu Nangetu, as frases eram propostas e discutidas por todos e em seguida eram escritas em cartazes coloridos.
Cada um dos participantes fez o sue cartaz e ainda preparou mais dois extras para serem distribuídos entre manifestantes de outros terreiros. Eram cartazes que demonstravam o "orgulho de ser angoleiro", o orgulho de "ser do santo", além de manifestações de #forafeliciano, o que mostrava a preocupação com a ocupação da presidencia da comissão de direitos humanos da Câmara dos Deputados, pelo Pastor Marcos Feliciano do PSC, deputado com histórico de manifestações racistas, homofóbicas e intolerantes com as diferenças.
Com o material pronto, na manhã do domingo dia 17 de março a comunidade tomou as ruas de Belém para se juntar a tantas outras numa caminhada em celebração à Mãe Doca e seu legado de luta pelo direito inalieneavel de consciência religiosa.
E Belém ficou mais alegre com as cores dos terreiros tomando as ruas do centro da capital...
Cada um dos participantes fez o sue cartaz e ainda preparou mais dois extras para serem distribuídos entre manifestantes de outros terreiros. Eram cartazes que demonstravam o "orgulho de ser angoleiro", o orgulho de "ser do santo", além de manifestações de #forafeliciano, o que mostrava a preocupação com a ocupação da presidencia da comissão de direitos humanos da Câmara dos Deputados, pelo Pastor Marcos Feliciano do PSC, deputado com histórico de manifestações racistas, homofóbicas e intolerantes com as diferenças.
Com o material pronto, na manhã do domingo dia 17 de março a comunidade tomou as ruas de Belém para se juntar a tantas outras numa caminhada em celebração à Mãe Doca e seu legado de luta pelo direito inalieneavel de consciência religiosa.
E Belém ficou mais alegre com as cores dos terreiros tomando as ruas do centro da capital...
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Manifestação de combate à intoleriancia religiosa.
O Instituto Nangetu estará presente no ato-manifesto promovido pelo Comitê Inter-religioso do Estado do Pará em alusão ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. O ato vai acontecer na praça da República na manhã deste domingo, dia 20 de janeiro de 2013.
Ato de Combate à Intolerância Religiosa
No mês dos 397 anos de aniversário da cidade de Belém, o Comitê Inter-Religioso do Estado do Pará promoverá o quarto Ato de Combate à Intolerância religiosa. Este evento na cidade marcará o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (*).
A ação faz parte do calendário nacional de lutas e será realizada no dia 20 de janeiro (domingo), de 9h às 11:30h, no Anfiteatro da Praça da República que contará com a presença dos mais diversos segmentos étnicos e religiosos.
(*) O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa foi instituído pela Lei Federal 11.065/07 para lembrar a data de morte da iyalorixá (sacerdotisa do candomblé) Gilda do Ogun, em 2000. Mãe Gilda foi acometida por um enfarto fulminante ao ver sua foto estampada na capa da Folha Universal com o título de “Macumbeiros charlatões enganam fiéis”. A IURD foi condenada em última instância a indenizar os herdeiros da sacerdotisa.
Contatos: Tayandô (9605-8713), Ílziris Miranda (8874-4396), Gilson Dias (8107-4922)
domingo, 20 de maio de 2012
Sacertotizas de Candomblé de Angola comandaram o ato religioso em homenagem ao Valmir Bispo.
Na sexta-feira, dia 18 de maio, as
sacerdotizas afro-religiosas Mametu Nangetu, Mmetu Muagilê, Mametu
Kaianileji e Mametu Kaia Nzambi representaram os Povos Tradicionais
de Terreiros em cerimônia inter-religiosa de celebração à memória
da vida de luta pela defesa da diversidade cultural de Valmir Bispo
dos Santos.
Foram elas que entre banhos e cantigas de rezas de Candomblé de Angola iniciaram a celebração religiosa que deu inicio ao cortejo festivo que culminou no Ato Cultural na praça do Carmo.
Foram elas que entre banhos e cantigas de rezas de Candomblé de Angola iniciaram a celebração religiosa que deu inicio ao cortejo festivo que culminou no Ato Cultural na praça do Carmo.
Elas explicaram que na cosmologia
Afro-Bantu-Amazônica, só se deixa morrer aqueles que permitimos
cair no esquecimento, e afirmaram que se depender dos agentes
culturais do Pará a memória de Valmir Bispo dos Santos permanecerá
viva por muitos anos.
E foi com esse sentimento de
perpetuação da memória que os agentes da diversidade das culturas
paraenses caminharam para homenagear o parceiro que faleceu no dia 19 do mês
de abril, e tudo isso resultou num grande espetáculo em homenagem à
memória do amigo...
segunda-feira, 19 de março de 2012
Não há dificuldade intransponível quando se quer fazer parte da luta do noso povo.
Táta Kinamboji está com dificuldades de locomoção e não poderia fazer o esforço de andar pela extensão prevista para a caminhada "Fé e resistência", mas com o jogo solidário das comunidades de terreiros ele pode vir fotografando a caminhada sentado na trazeira do carro do Pai Junior, sacerdote do Ilê Ase Nagô Osoguiã e Yemonjá, terreiro de Mina Nago liderado por Babá Tayando.
O Instituto Nangetu agradece publicamente ao Pai Elder Fábio de Ogum, a Mãe Katia Hadad (INTECAB-PA), ao Pai Junior, ao Babá Tayando (ACAOÃ), ao Pai Orlando Bassu (ARCAXA), e a todos os irmãos que que nos minimos gestos colaboraram para que Táta Kinamboji pudesse participar conosco deste momento.
Fotos de Táta Kasuleka (Gianno Quintas) para o Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu - Ponto de Mídia Livre.
O Instituto Nangetu agradece publicamente ao Pai Elder Fábio de Ogum, a Mãe Katia Hadad (INTECAB-PA), ao Pai Junior, ao Babá Tayando (ACAOÃ), ao Pai Orlando Bassu (ARCAXA), e a todos os irmãos que que nos minimos gestos colaboraram para que Táta Kinamboji pudesse participar conosco deste momento.
Fotos de Táta Kasuleka (Gianno Quintas) para o Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu - Ponto de Mídia Livre.
domingo, 18 de março de 2012
Comite Inter-religioso do estado do Pará fez parte da caminhada "Fé e Resistência".
Sacerdotes e sacerdotizas dos mais diversos cultos, representantes de várias crenças que fazem parte do Comitê Inter-religioso do Estado do Pará, se juntaram às lideranças de comunidades tradicionais de terreiros na luta pela liberdade de culto e pelo respeito à diversidade religiosa.
A pastora luterana Cibele Kuss (foto) representou o Comitê Inter-religioso na abertura do evento. Também participaram pelo Comitê o padre Henrique Leconte (I. Católica Ap. Romana), Zé Caeté (Círculo Esotérico), o sacerdote Sridhara Dassa (Hare Krishna), Tony Vilhena (Metodista), Gilson Dias (Unipop/REJU), Dinaílson Benassuly (Ananda Marga), Mametu Nangetu, Pai Tayandô e Mametu Kátia Haddad, que é diretora social do INTECAB, entidade que organizou a caminhada em conjunto com as comunidades de terreiros.
A pastora luterana Cibele Kuss (foto) representou o Comitê Inter-religioso na abertura do evento. Também participaram pelo Comitê o padre Henrique Leconte (I. Católica Ap. Romana), Zé Caeté (Círculo Esotérico), o sacerdote Sridhara Dassa (Hare Krishna), Tony Vilhena (Metodista), Gilson Dias (Unipop/REJU), Dinaílson Benassuly (Ananda Marga), Mametu Nangetu, Pai Tayandô e Mametu Kátia Haddad, que é diretora social do INTECAB, entidade que organizou a caminhada em conjunto com as comunidades de terreiros.
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