No domingo dia 11 de março, o Conselho Estadual de Proteção de Direitos da Mulherpromoveu uma caminhada em celebração à passagem do Dia Internacional da Mulher
Com o tema "Mulheres do Pará, lutas, conquistas e desafios", a caminhada reuniu diversas organizações dos movimentos sociais que lutam pelas causas feministas e pelas causas do feminino.
Mametu Nangetu e Mametu Deumbanda representaram as mulheres de terreiros nesta caminhada que também teve a participação maciça dos membros do Mansu.
por Táta Kamelemba, Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu - Ponto de Mídia Livre.
Mametu Nangetu com Araceli Lemos em celebração ao dia da mulher.
A luta histórica de Mãe Doca, Dona Rosa Viveiros - uma maranhense de
nascimento que adotou a capital paraense como seu lugar foi reforçada no
evento “Mulheres de Axé, respeito e amor”, promovido pelo
Instituto Nangetu no sábado, dia 10 de marçlo, em celebração ao dia
internacional da mulher.
Araceli Lemos relatou o debate que se instalou na Assembléia Legislativa
quando ela apresentou o projeto de Lei que dedica o 18 de março às
religiões de matriz africana no Pará, e relacionou a luta de Mãe doca à
nossa luta por conquistas aos direitos de cidadania.link para ver o vídeo - http://vimeo.com/38342047
O dia 18 de março foi dedicado aos umbandistas e aos afro-religiosos através da Lei Municipal nº 8272, de 14 de outubro de 2003 (autoria de Ildo Terra) e da Lei Estadual nº 6.639, de 14 de abril de 2004 (autoria de Araceli Lemos) e registra a luta de de dona Rosa Viveiros, Também conhecida como Nochê Navanakoly e como Mãe Doca, que era filha de santo do africano Manoel-Teu-Santo e seu Vodun era Nanã e Toi Jotin.
É Dona Rosa Viveiros, que em 1891 - apenas três anos após a abolição da escravatura - enfrentou o racismo e outros preconceitos da época e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense. Mãe Doca foi presa várias vezes porque cultuava as divindades e preservava a religiosidade afro-amazônica, e nem por isso desistiu de manter seu Templo Afro-religioso aberto. Mãe Doca se tornou o símbolo de resistência das religiões de matriz africana no Pará, e é em sua homenagem que o dia 18 de março se tornou o dia da Umabanda e das religiões Afro-brasileiras.
Documentário Produzido pela equipe da DS PICTURES. A Equipe Pesquisou e Entrevistou pessoas para saber o que fazer sobre a violência contra mulher. É uUm Trabalho Colegial feito pelos alunos do Colégio Olimpo'sde Araci-BA. Direção: Alexandre Oliveira e Abraão Ícaro com edição de Danilo Victor.
O filme complementou a abordagem que Araceli Lemos havia feito sobre a Lei Maria da Penhae ajudou a comunidade a debater os casos de violência de gênero.
Projeto Azuelar/ ponto de Mídia Livre - Fotos e textos colborativos.
Equipe de cobertura - Táta Kinamboji, Táta Kitauanje e Táta Kamlelmba
Allessandro Montte conduziu a conversa sobre a saúde.
A saúde foi um dos temas abordados no
evento “Mulheres de Axé, respeito e amor”, promovido pelo
Instituto Nangetu no sábado, dia 10 de marçlo, em celebração ao dia internacional da mulher. A
conversa foi conduzida por Alessandro Montte, do Movimento Popular de
Saúde – MOPS-PE, que começou fazendo uma enquete com os presente,
ele perguntou “o que é saúde?”.... e ficou até engraçado como
foram surgindo tantas definições diferentes para a palavra saúde.
Depois do alvoroço que as respostas
que ali apareceram foram causando, ele explicou que a saúde não se
resume ao controle ou à prevenção de doenças, e que essa idéia
de polarizar saúde e doença termina por desviar a atenção da
população para outros fatores que se relacionam com o bem estar
psicológico e social de cada um de nós em suas singularidades.
Com uma conversa cativante, ele fez
todos os que estavam ali perceberem que pra nós podemos alcançar o
'estado ideal de saúde' é preciso que se construa um ambiente
favorável, com um lugar agradável pra viver, com relações sociais
que respeitam as diversidades de raça, credo, religião e de gênero,
e mostrou exemplos de ações sociais onde a coletividade se uniu
para a resolução de problemas comuns.
Por fim falou da necessidade do
controle social para o perfeito funcionamento do sistema de saúde
pública e deu orientações de como as comunidades podem acessar
programas e contribuir com melhorias no atendimento de serviços em
saúde.
Projeto Azuelar/ ponto de Mídia Livre - Fotos e textos colborativos.
Equipe de cobertura - Táta Kinamboji, Táta Kitauanje e Táta Kamlelmba
Mametu Nangetu é titular do Conselho Estadual de Proteção de Direitos da Mulher (SEJUDH/ Gov. do Pará) e na celebração que as coonselheiras organizaram levou a experiência do Cineclube Nangetu para discutir o preconceito contra as mulheres de terreiro e as lutas de todos os povos tradicionais de terreiros por cidadania e direitos humanos.
O evento "Mulheresdo Pará, lutas, conquistas e desafios" aconteceu no auditório da SAGRI na terça-feira passada, dia 6 de março, e o filme exibido foi "Até Oxalá vai à guerra - uma história de racismo e intolerância religiosa", de Carlos Pronzato e Stéfano Barbi Cinti.
Mametu nos conta que muitas das conselheiras declararam que não faziam idéia dos ataques aos templos das religiões de matriz africanas, e que o debate contribuiu para sensibilizar as liderancas das organizações femininas para a conquista de direitos dos povos tradicionais de terreiros.
Vídeos e fotos de Táta Kamelemba, texto de Táta Kinamboji. Projeto Azuelar/ Instituto Nangetu - Ponto de Mídia Livre.
O dia 18 de março foi dedicado aos
umbandistas e aos afro-religiosos através da Lei Municipal nº 8272, de
14 de outubro de 2003 (autoria de Ildo Terra) e da Lei Estadual nº
6.639, de 14 de abril de 2004 (autoria de Araceli Lemos) e registra a
luta de de dona Rosa Viveiros, Também conhecida como Nochê Navanakoly e
como Mãe Doca, que era filha de santo do africano Manoel-Teu-Santo e seu
Vodun era Nanã e Toi Jotin.
É
Dona Rosa Viveiros, que em 1891 - apenas três anos após a abolição da
escravatura - enfrentou o racismo e outros preconceitos da época e
inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense. Mãe Doca
foi presa várias vezes porque cultuava as divindades e preservava a
religiosidade afro-amazônica, e nem por isso desistiu de manter seu
Templo Afro-religioso aberto. Mãe Doca se tornou o símbolo de
resistência das religiões de matriz africana no Pará, e é em sua
homenagem que o dia 18 de março se tornou o dia da Umabanda e das
religiões Afro-brasileiras.
Um intenso debate sobre a mulher negra na sociedade brasileria se instalou no IAP na tarde do dia 25 de julho de 2011.
O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Estipulou-se que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres, explícita em muitas situações cotidianas.
O objetivo da comemoração de 25 de julho é ampliar e fortalecer às organizações de mulheres negras do estado do Pará, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. É um dia para ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira.
...temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades". Boaventura de Souza Santos.
Realização: ACIYOMI, GRENI, Instituto Nangetu, Grupo de Mulheres Felipa Aranha, CEDENPA, IMUNE, Rede Fulanas, AMNB, FMAP/ AMB, NÓS MULHERES, CMNN (Belém), e quem mais chegar.
Apoio: Rede de Cineclubes em Terreiros da Zona Metropolitana de Belém. A Rede de Cineclubes em Terreiros da Zona Metropolitana de Belém é uma articulação criada por poroposição do GT de Comunidades Tradicionais de Terreiros da Federação Paraense de Cineclubes - PARACINE, em parceria com a Diretoria Regional Norte do Conselho Nancional de Cineclubes - CNC. Fazem parte da Rede: Cineclube Nangetu, Cineclube ti Bamburucema, Cineclube ACIYOMI, Cineclube ACAOÃ, Cineclube Maristrela (AFAIA), Cineclube Estrela Guia Aldeia de Tupynambá, Cineclube do Turco Jaguarema, Cineclube da ARCAXA.
Acompanhe nos vídeos abaixo os discursos das lideranças femininas paraenses que marcaram esta data comemorativa no estado do Pará. E também veja as fotos aqui.
A cartilha relaciona passagens da mitologia das divindades femininas afro-brasileiras com os artigos da Lei Maria da Penha, o Instituto Nangetu considera um guia importantíssimo porque orienta as mulheres de terreiros a combater a violência de gênero, que é violência doméstica, a partir da cultura afro-brasileira.
ESTA PROGRAMAÇÃO FAZ PARTE DA COMEMORAÇÃO AO 18 DE MARÇO, DIA MUNICIPAL E ESTADUAL DE UMBANDISTAS E AFRO RELIGIOSOS DO ESTADO DO PARÁ. ARTICULAÇÃO: FÓRUM PARAENSE DE AFRO-RELIGIOSOS/ FORUPUAR - AFAIA INSTITUTO NANGETU E COMUNIDADES TRADICIONAIS DE TERREIRO.
Endereço para pedir exemplares: AFAIA - Rod. Augusto Montenegro Km 10, Conj. Jardim Maguary Alameda 24, casa 86. Belém/PA. CEP: 66.823.060 afaia@afaia.org.br
O Fórum de Umbandistas e Afro-religiosos do Pará - FORUMPUAR, não deixou o 18 de março passar em brancas nuvens, e realizou uma programação em homenagem àa Iyás e Iyalodês.
No acolhimento aos presentes, Mametu Nangetu explicou que para a comemoração do dia 18 de março o Instituto Nangetu propôs ao FORUMPUAR este coquetel e a roda de conversa para as mulheres de terreiro, e que comemorava as duas datas no mesmo evento - o dia internacional da mulher e o dia da Umbanda e dos Cultos Afro-brasileiros, saudou as "grandes mães" protetoras e transmissoras de Ngunzo e de Axé.
Lideranças da Confederação das Mulheres do Brasil trouxeram para a conversa as questões atuais da luta por igualdade de oportunidade entre os gêneros, e a Iyá Sandra Fonseca de Oxum, da AFAIA, relacionou as lutas à força das divindades femininas afro-brasileiras.
"A luta não acabou com a aprovação da Lei, temos que fazer a Lei valer!", foi com essa frase que a ex-deputada estadual e militante, Araceli Lemos, terminou sua explanação sobre as conquistas de igualdade de gênero e outras lutas femininas na roda de conversa em homenagens para as Iyás e Iyalodês, realizada pelo Fórum dos Umbandistas e Afro-religiosos do Estado do Pará.
Entre outros exemplos, ela se reportou à Lei Maria da Penha e às tentativas de abrandar as penas previstas, citou diversos casos de violência doméstica ocorridos em Belém e o descaso com que eram tratados nas delegacias de polícia antes da Lei Maria da Penha.
Araceli é a autora do projeto que resultou na Lei Estadual nº 6.639, de 14 de abril de 2004, que dedica o 18 de março a Umbanda e aos Cultos Afro-brasileiros no Estado do Pará, e ressaltou a presença das mulheres como Mãe Doca na liderança dos movimentos sociais, assim como a importância das atuais lideranças femininas à frente das comunidades de terreiros que assumem o protagonismo da luta pela cidadania e pelos direitos humanos para a população dos terreiros em nosso estado.
Para ela, esta é outro exemplo de Lei a que depende da insistência e da vontade popular para vir a ter efeito, e destacou a importância da programação realizada pelas comunidades de terreiro em memória de Mãe Doca, para ela é uma excelente forma de perpetuar a memória de Mãe Doca e de tornar a Lei conhecida da populaçnao.
O evento em memória de Mãe Doca ainda contou com um coquetel regional e sessão dupla no cineclube, com a exibição dos filmes "Até Oxalá vai à guerra - uma história de racismo e intolerância religiosa", que reacendeu a necessidade da luta pela liberdade; e "Ojú Onà", que promoveu uma interessante conversa sobre potência do cinema como ferramenta de combate ao racismo e à intolerância religiosa.
Maysa Almeida, da CEPIR/SEJUDH, prestigiou o evento
Dia 18 de março (sexta-feira) às 16h - HOMENAGEM ÀS IYÁS E IYALODÊS. Roda de Conversa, Palestras, Brindes, Coquetel e cineclube. Local: Mansú Nangetu Mansubando Kekê Neta (Trav. Pirajá, 1194 – Bairro do Marco). Proponente Instituto Nangetu de Tradição Afro Religiosa e Desenvolvimento Social.
-No Cineclube
Oju onå, de Clementino Júnior Memorial das experiências de cineclubistas afrobrasileiros de várias partes do país com uma meta em comum: o uso do cinema como meio de comunicação para passar idéias.; e
Até Oxalá vai a guerra - uma história de racismo e intolerância religiosa, de Carlos Pronzato e Stéfano Barbi Cinti. Sinopse: As ações violentas executadas pela Prefeitura de Salvador através da demolição do Terreiro Oyá Onipo Neto conduzido por Mãe Rosa da Avenida Jorge Amado, surpreenderam negativamente por configurar um ato de intolerância Religiosa.Salvador, a capital da Bahia é uma das cidades que tem o maior número de templos religiosos de todo o mundo, incluindo igrejas católicas e evangélicas, centros espíritas, casas de umbanda e terreiros de candomblé. É também a cidade que possui a maioria dos seus habitantes negros, mas onde o racismo em sua diversidade e sutileza acaba tendo ações devastadoras. Da educação e moradia, até o emprego e religiosidade sem esquecer o genócidio da população negra. O estado tem uma função fundamental na manutenção de tudo isto.Se o Brasil é o país mais aberto do mundo a todas as religiões e crenças, Salvador é a expressão máxima desta qualidade principalmente pela forte influência e presença das tradições oriundas da África. Nada justifica nos dias atuais ações como esta que causaram danos muito sérios a toda uma construção espiritual de muitos anos e que tiveram então a resposta enérgica e necessária do povo de candomblé. Oxalá vai a Guerra, e todo o Povo de Axé também, sempre que for necessário! Produzido pelo CEN (Coletivo de Entidades Negras).
O Fórum de Umbandistas e Afro-religiosos do Pará vai comemorar a passagem do dia 18 de março com um coquetel regional oferecido para as 'grandes mães', também conhecidas como 'mães de de santo', que atuam nas seis cidades da zona metropolitana de Belém. A recepção é organizada para ter a aparência de “chá das cinco”, e foi pensada para valorizar a participação das mulheres nas lutas pela liberdade religiosa e contra todos os tipos de intolerância.
O dia 18 de março foi dedicado aos umbandistas e aos afro-religiosos através da Lei Municipal nº 8272, de 14 de outubro de 2003 (autoria de Ildo Terra) e da Lei Estadual nº 6.639, de 14 de abril de 2004 (autoria de Araceli Lemos) e registra a luta de de dona Rosa Viveiros, Também conhecida como Nochê Navanakoly e como Mãe Doca, que era filha de santo do africano Manoel-Teu-Santo e seu Vodun era Nanã e Toi Jotin.
É Dona Rosa Viveiros, que em 1891 - apenas três anos após a abolição da escravatura - enfrentou o racismo e outros preconceitos da época e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense. Mãe Doca foi presa várias vezes porque cultuava as divindades e preservava a religiosidade afro-amazônica, e nem por isso desistiu de manter seu Templo Afro-religioso aberto. Mãe Doca se tornou o símbolo de resistência das religiões de matriz africana no Pará, e é em sua homenagem que o dia 18 de março se tornou o dia da Umabanda e das religiões Afro-brasileiras.
Rosa Viveiros, Também conhecida como Navanakoly e como Mãe Doca, era filha de santo do africano Manoel-Teu-Santo e seu Vodun era Nanã e Toi Jotin. (informações e reprodução de imagem de livro de Pai Euclides Talabyan)
Mãe Doca passou pela Aldeia Cabana como referência de luta pela liberadde religiosa. Uma das alas do bloco Maria Quitéria homenageou a resistência de Dona Rosa Viveiros, que em 1891 - apenas três anos após a abolição da escravatura - enfrentou o racismo e outros preconceitos da época e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense.
Mãe Doca foi presa várias vezes porque cultuva as divindades e preservava a religiosidade afro-amazônica, e nem por isso desistiu de manter seu Templo Afro-religioso aberto. Mãe Doca se tormou o símbolo de resistência das religiões de matriz africana no Pará, e é em sua homenagem que o dia 18 de março foi dedicado aos umabandistas e aos afro-religiosos através da Lei Municipal nº 8272, de 14 de outubro de 2003 (autoria de Ildo Terra) e da Lei Estadual nº 6.639, de 14 de abril de 2004 (autoria de Araceli Lemos).
Para manter viva a memória da luta de Mãe Doca no carnaval e nas festas populares foi que Mametu Nangetu organizou a ala de Mãe Doca no bloco Maria Quitéria, e no dia 8 de março - dia internacional da mulher - Mãe Doca passou a ser destaque também no carnaval paraense.
Bloco Maria Quitéria e a luta das mulheres brasileiras teve destaque na imprensa paraense.
Mãe Doca vai atravessar a avenida representando a luta pela liberdade.
A Confederação de Mulheres do Brasil e organizações e grupos de mulheres estão organizando um bloco de carnaval vai sair em cortejo em homengem as mulheres guerreiras, o desfile será na Aldeia Cabana, em Belém do Pará, as 15h desta terça-feira de carnaval (concentração na Pedro Miranda esquina da Perebebui - em frente a escola salesiana do trabalho) e vai homenagear mulheres que são símbolos de suas lutas.
08 de março de 2011, Dia Internacional da Mulher........terça feira de Carnaval..............e, as mulheres Paraenses vão botar o bloco na rua!!!!!!!!!!
Para celebrar a data organizações femininas, culturais, comunitárias, sindicais e afro-religiosas estarão promovendo o desfile do BLOCO “MARIA QUITÉRIA”, pelas ruas do bairro da Pedreira.........o bairro do samba e do amor!
Em seu primeiro ano de desfile o Bloco prestará uma homenagem à luta das mulheres por direitos e oportunidades iguais, bem como, a contribuição feminina ao desenvolvimento nas diversas áreas do conhecimento, da arte e da cultura nacional.
Venha participar conosco deste momento.........pegue uma roupa ou adereço lilás e/ou rosa (cores do bloco) e se deixe levar neste turbilhão de alegria.
Um abraço e um bom carnaval à todos e todas!
Várias lutas pelos direitos das mulheres e pela igualdade entre os gêneros serão destacadas nas alas,e dentre as Mulheres que lutam por seus direitos teremos a paraense Eneida de Moraes e a maranhense Rosa Viveiros, que entre nós é conhecida como Mãe Doca, foi Mãe Doca que no século passado enfrentou a repressão policial em nome da liberdade religiosa.
A organização da ala pela liberdade religiosa é de Mametu Nangetu, que atualmente também é um símbolo de luta pela cidadania e direitos dos afro-religiosos. Aos afro-religiosos que quiserem prestar esta homenagem a Mãe Doca no dia internacional da Mulher, Mametu Nangetu orienta a se apresentarem na concentração trajando vestimentas características de seus rituais.