No próximo sábado, dia 19/03, a partir de 11h no Mansu Nangetu, Roda de Abertura do novo polo do Grupo de Capoeira Angola Negros de Aruanda, sob orientação de Mestre Carlinhos. Não percam!
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sábado, 12 de março de 2016
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Lançamento do livro "Terecô de Codó - uma religião a ser descoberta".
Aconteceu no dia 17/10, mais um lançamento do livro "Terecô de Codó - uma religião a ser descoberta", de Pai Cícero Centriny. O lançamento foi na Casa Grande de Mina de Pai Huevy e Mãe Rosangela.
Centriny proferiu palestra sobre as religiões de matrizes africanas do Codó em especial o Terecô que, embora pouco divulgada, é uma tradição que se mantém viva, embora discreta, com essências bantu tradicional.
Na ocasião Mametu Nangetu falou sobre a importância do livro de Cícero para as comunidades de tradições de matriz africana no Brasil e na Amazônia e que sua leitura tenhamos conhecimento histórico de nossa ancestralidade assim nos fortalecendo contra o racismo que ataca as nossas tradições.
Informações e fotografia: Táta Dianvula (Alex Leovan)/ Projeto Azuelar.
Centriny proferiu palestra sobre as religiões de matrizes africanas do Codó em especial o Terecô que, embora pouco divulgada, é uma tradição que se mantém viva, embora discreta, com essências bantu tradicional.
Na ocasião Mametu Nangetu falou sobre a importância do livro de Cícero para as comunidades de tradições de matriz africana no Brasil e na Amazônia e que sua leitura tenhamos conhecimento histórico de nossa ancestralidade assim nos fortalecendo contra o racismo que ataca as nossas tradições.
Informações e fotografia: Táta Dianvula (Alex Leovan)/ Projeto Azuelar.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Territórialidades, feminismo e combate ao racismo religioso em intervenção midiática durante o ENGA.
A sétima edição do ENGA – Encontro Nacional de Grupos de
Agroecologia aconteceu entre os dias 28 de setembro a 01 de outubro de 2015. O
evento se realizou em conjunto com o IX Congresso Brasileiro de Agroecologia,
no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém – PA.
| Santana, expondo a resistência no quilombo do Abacatal. |
Povos e comunidades tradicionais foram convidados para as
rodas de conversas, e para levar as questões dos povos tradicionais de matriz
africana ao debate promovido pelos grupos de agroecologia, o Mansu Nangetu, em parceria
com a Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana – REATA, e com a Associação
Afro religiosa e Cultural Ilê Iyaba Omi – ACIYOMI; promoveu uma intervenção
midiática unindo dois projetos de comunicação social comunitária e étnica: a
rádio-janela Azuelar, do Instituto Nangetu, e a Rádio Portão da ACIYOMI.
| Feminismo negro e as lutas dos povos tradicionais na Amazônia. |
A intervenção foi a veiculação de um programa de rádio com
uma hora de informação produzida pelos projetos dos terreiros, levando aos
participantes do encontro depoimentos e entrevistas de autoridades de terreiros
de matriz africana de várias regiões brasileiras com conteúdos relacionados aos
temos das rodas de conversas que completavam a programação.
Na segunda-feira, dia 28 de setembro, o tema foi “Territórios
e Territorialidade, não esbandalhe meu tapiri!”, e a necessidade de políticas
públicas de preservação de igarapés e matas urbanas como garantia da
continuidade das práticas tradicionais nas grandes cidades, além da crítica à
propriedade privada no sistema capitalista, que impede o acesso ao patrimônio
ambiental. Já na terça-feira, dia 29, o tema foi “Gênero e Feminismo: te
orienta ‘macho’!”, debatendo o protagonismo afro-feminino nas lutas dos povos
tradicionais na Amazônia. E finalmente, na quarta-feira, dia 30 de setembro, o
avanço da política fundamentalista da bancada “BBB” (Boi, Bala e Bíblia)
norteou a conversa sobre o tema “Intolerância Religiosa: tu é doido é?!”.
| Combater o racismo religioso para a sobrevivência do pensamento afro-centrado. |
Nos três dias de debates, os participantes das rodas de
conversa evidenciaram o racismo institucional, aquele que é praticado por
agentes do estado e que nega direitos de cidadãos aos povos e comunidades
tradicionais, em especial na análise do comportamento da bancada BBB no congresso
eleito em 2014, com o “b” de ‘boi’ que representa o agronegócio a avançar sobre
terras quilombolas e indígenas para a criação de pastos e monoculturas agrícolas,
a bancada do “b” da ‘bala’ a promover a indústria do medo que promove o genocídio
da juventude negra nas cidades, e a bancada do “b” da ‘Bíblia’ a promover a demonização
do sagrado de origem na África negra e, com esse procedimento, a promover o
etnocidio pela negação e tentativa de apagamento da compreensão de mundo que
gera o pensamento afro-centrado.
Apesar da análise de conjuntura resultar num quadro
desolador, os debatedores afirmaram que os mais de quinhentos anos de resistência
à violência colonizadora já demonstraram a capacidade de sobrevivência do povo
negro na adversidade em que vivem no Brasil, e que apesar do ambiente hostil,
nossas tradições não serão extintas.
Participaram das conversas: Mametu Nangetu e Táta Kinamboji (Mansu Nangetu), Maria Malcher
(CEDENPA e Comitê da Marcha de Mulheres Negras), Raimundo e Santana (Quilombo
do Abacatal em Ananindeua), Isabel (Erveira do Ver-o-Peso), e representantes de comunidades ribeirinhas de
Maracanã/PA. Edição do programa de Rádio: Vitor Gonçalves, Samily Maria
Moreira da Silva e Silva e Sibely Nunes Nascimento.
| Bolsistas de projetos de extensão da UFPA formaram a equipe técnica da intervenção midática. |
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Filhos de Maiandeua em conversas cantadas no Mansu Nangetu
Conversas cantadas no Mansu Nangetu
Quarta-feira 30 de setembro de 2015
(roda de conversa musicada com o Grupo de carimbó Filhos de
Maiandeua, da localidade de Fortalezinha, Ilha de Maiandeua,
Maracanã/PA)
Projeto Azuelar - Ponto de Mídia Livre
webTV Azuelar
Filmado e editado com tecnologia do possível
Cantoriais
Grupo de Carimbó Filhos de Maiandeua
Táta Kafunlumizo (Angelo Imbiriba)
Ogã José Carlos Silva (Lossum)
Apoio:
REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana
FONSANPOTEMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana
rede[aparelho]-:
Grupo de Estudos Afro-Amazônico – GEAM (NEAB)/ UFPA
Projeto Ngomba d’Aruanda: apoio às ações de mídia cultural do
Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia Livre do Instituto Nangetu;
Projeto Produção do Programa ‘Nós de Aruanda’ para a ‘WebTV
Azuelar’, poéticas visuais em combate ao racismo
Projeto Eu vou navegar na Casa da Mãe das Águas (Ilê Iyabá Omi).
UFPA-PROEX
Belém/PA
2015
domingo, 9 de agosto de 2015
Nengua de Angola conversa com Cicero Centriny sobre o Terecô do Maranhão.
Mametu Nangetu recebeu Cicero Centriny, para uma conversa no
programa Nengua de Angola, Cícero prepara o lançamento do livro Terecõ, uma
religião a ser descoberta, e conta, nessa conversa, das coisas de seu livro. Mametu destacou a importância de registrar e transmitir
as informações sobre as tradições de matriz africana na diáspora brasileira e pediu
que ele contasse um pouco mais da importância dos povos bantu na formação do
Terecô.
![]() |
| Mametu nangetu entrevistou Cicero Centriny para o programa Nengua de Angola. |
No Maranhão, mais especificamente nos povoados de Santo
Antônio dos Pretos e de São Joaquim de Alolô, era praticado o “vodu”, tradição
muito parecida com aquelas do Haiti e de Cuba, um culto que permanece submerso,
pois ainda se percebe a presença de suas práticas secretas na atualidade, de
forma velada, em Codó.
Essas e outras informações sobre a história do Terecô de
Codó no Maranhão, é o que nos conta Cicero Centriny, ou Cícero Lejidokan,
pesquisador, educador, estilista e liderança de terreiro de matriz africana
iniciado em Tambor de Mina por Pai Euclides Talabyan Lissanon.
Cícero explica que o Terecô é uma tradição originada e
praticada em Codó desde o período em que Codó nem sequer existia como “cidade”. O lugar de
nascimento dessa prática é um reduto de negros que fugiram da escravidão e das
fazendas de arroz e algodão, e se instalaram num lugar seguro bem distante da opressão dos donos das fazendas. Atualmente esse lugar é o povoado de Santo Antônio dos Pretos, localidade rural remanescente de quilombo que fica a 60 km da zona urbana de Codó, nas margens da rodovia que liga Codó a Don Pedro.
Os africanos escravizados que foram para a região de Codó eram de etnias
Cabindas, Bantus, Cacheus, Fons... E entre as religiões afro-brasileiras
nascidas aqui, surgiu o TEREKÔ, que mantém características dessas diversas
origens e preserva o culto ao grande vodum Legba, trazido pelo povo ewe-fon do
Togo e do Benin e que é invocado em
Codó, como Légua-BojiBuá suas variantes
locais
Cícero trás a memória de celebridades do Terecô, como Dona Melânia,
Tobias, Maria Piauí, Euzébio Jansen e tantas outras autoridades que fizeram, e
fazem , a resistência das tradições de matriz africana no Maranhão.
Programa Nengua de Angola
Apresentação Mametu Nangetu
Conversa com Cicero Centriny sobre sua pesquisa sobre o
Terekô, ancestralidade e resistência
negra em Codó no Maranhão.
Realização
webTV Azuelar
Instituto Nangetu
Ponto de Mídia Livre
Apoio
REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana
FESCAB - Fórum Estadual Setorial de Culturas
Afro-brasileiras
FONSANPOTEMA-PA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional de Povos Tradicionais de Matriz Africana
rede[aparelho]-:
Projeto Ngomba d’Aruanda: apoio às ações de mídia cultural
do Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia Livre do Instituto Nangetu;
Projeto Produção do
Programa ‘Nós de Aruanda’ para a ‘WebTV Azuelar’, poéticas visuais em combate
ao racismo
Projeto Eu vou navegar na Casa da Mãe das Águas (Ilê Iyabá
Omi).
UFPA-PROEX
Belém/PA
Agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Arte afro-amazônica presente no projeto Feira Livre.
![]() |
| Pedro Olaia e Romário Alves em roda de conversa com Mametu Nangetu. |
As paisagens de uma feira livre estão intimamente relacionadas aos frequentadores deste espaço/ tempo, elas tem a capacidade de agregar diferentes lógicas de organização e funcionamento que extrapolam as razões econômicas, colocando-as como fatores secundários, um lugar onde as práticas colaborativas são vivenciadas por necessidade e o intercâmbio cultural ocorre a cada encontro.
O Projeto "Feira livre; -performa-te cidade: investigação performática, diálogos e outros sabores", coordenado pelo artista Pedro Olaia com a colaboração de Romário Alves, um projeto que se propõe a habitar o corpo-cidade, pensar e experienciar as feiras livres como extensão do corpo e produção de identidade.
São três feiras experimentadas como espaços criativos abertos, lugares de produção de subjetividades, que serão experimentados criativamente pela interação dos propositores com outros três diferentes grupos artisticos, que são: Casa dos Bonecos, o Reator e o Instituto Nangetu. Para cada feira, o grupo envolvido abre o espaco cultural que representa para a construção de um laboratório multimidiático (open lab).
A vivencia criativa na feira da Ceasa com os artistas do Instituto Nangetu, é uma extensão das atividades que o grupo já desenvolve naquela área, os membros da comunidade já tem um conjunto de trabalhos artísticos que coloca em questão o consumo irresponsável, os cuidados necessários para oferendas religiosas e o acumulo de lixo urbano na mata da CEASA.
Para além da área da mata, Mametu Nangetu quer experimentar, também, o espaço da feira que é a maior da cidade e o lugar de onde se distribui uma parte significativa dos alimentos da população. Para ela é importante relacionar esse espaço de convivência e trocas, cuja imagem também está relacionada á fartura do alimento, com o Nkise Mavambo, a divindade que, entre os povos bantu, transporta as oferendas que alimentam as tradições afro-amazônicas.
O Projeto Feira livre; -performa-te cidade: investigação performática, diálogos e outros sabores, é premiado pelo Edital de Bolsa de Criação, Experimentação, Pesquisa e Divulgação Artística da Fundação Cultural do Pará.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Conversas de mestre, com Nego Banjo.
No domingo 5 e julho vai ter um relato de memória e da hitória das tradições de matriz africana em Belém do Pará pela ótica e experiência de Nego Banjo.
Colaboração de R$10,00 com dirreito á feijoada.
Local: ILÊ ASÉ OMOLU SADÈ - Rodovia Augusto Montenegro, km 23, Pass. Vidal, 15, Icoaraci, Belém/Pa.
Mais informações 91- 999817859 ou 982818442 - Nego Banjo.
A memória da experiência negra em terreiros de matriz africana e a sua relação com a produção artística é a motivação das “Conversas de mestre, histórias cantadas de Nego Banjo”, que, mais do que um relato de vida, podemos dizer que é um ritual de ensinamentos e troca de experiências de vida de um Alagbê nascido em Santo Amaro da Purificação que migrou para Belém nos anos de 1980, e aqui construiu uma rede de músicos que dão continuidade aos rituais de terreiros em Belém, Macapá, Ananindeua, Santarém e em várias outras cidades amazônidas.
Cada história é contada para nos colocar no contexto de criação de suas músicas, músicas que relatam Ivonilo dos Santos, o Nego Banjo, e recontam sua história de vida como uma mitologia ancestral. Cantos de contos de um universo que nos transportam para um passado épico de heroísmo em cruéis lutas por sobrevivência na extrema pobreza, passando por estórias de viagens fantásticas em mundos aparentemente estranhos, até aqueles que nos remetem ao aconchego familiar do aprendizado com mestres e mestras de tradições de matriz africana em sua infância.
Apoio: - Instituto Nangetu - Projeto Azuelar do Instituto Nangetu - REATA - Rede Amazônica de Povos Tradicionais de Matriz Africana - rede [aparelho]-: - Projetos de extensão da UFPA: Ngomba d’Aruanda: apoio às ações de mídia cultural do Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia Livre do Instituto Nangetu; e Produção do Programa ‘Nós de Aruanda’ para a ‘WebTV Azuelar’, poéticas visuais em combate ao racismo - Eu vou navegar na Casa da Mãe das Águas (Ilê Iyabá Omi). (Coordenação Prof. Arthur Leandro) - UFPA-PROEX
domingo, 21 de junho de 2015
Magia de Jinsaba, distribuição de mudas.
Foi em maio que Mametu Nangetu entregou uma muda de ginja (pitanga) para o Ilê Iyaba Omi, de Mãe Nalva de Oxum e Mãe Simone de Oyá. A proposta do projeto ambiental também prevê a troca de mudas de plantas de uso ritual, medicinal e aromáticas entre terreiros e comunidades de matriz africana.
Projeto A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual (início em 2008) . Objetivos: Criar ambiente para manter o cultivo de plantas medicinais e de uso liturgico no quintal do Mansu Nangetu; Incentivar cultivo de plantas medicinais e de uso litúrgico afro-religioso em pequenas áreas de quintais e em hortas comunitárias da zona metropolitana de Belém; Contribuir com a preservação de matas e de igarapés urbanos.
Projeto A magia de Jinsaba – sem folhas não tem ritual (início em 2008) . Objetivos: Criar ambiente para manter o cultivo de plantas medicinais e de uso liturgico no quintal do Mansu Nangetu; Incentivar cultivo de plantas medicinais e de uso litúrgico afro-religioso em pequenas áreas de quintais e em hortas comunitárias da zona metropolitana de Belém; Contribuir com a preservação de matas e de igarapés urbanos.
terça-feira, 12 de maio de 2015
“Cidadania e Tradições de Matriz Africana na Amazônia” formação política de povos tradicionais de matriz africana para o exercício do controle social. e diálogo com a gestão pública.
Seminário“Cidadania e Tradições de Matriz Africana na Amazônia” formação política de povos tradicionais de matriz africana para o exercício do controle social. e diálogo com a gestão pública. No sábado, dia 23 de maio, das 8h às 19h, na quadra da Escola de Samba Deixa Falar, na rua Cesário Alvin, 391, bairro da Cidade Velha, Belém/ PA – telefone 91-32222197, com rodas de conversas sobre política cultural, tradições alimentares, segurança pública e políticas para a juventude e pessoa idosa. Realização RENAFRO, FONSANPOTEMA, REATA, INSTITUTO NANGETU, ACIYOMI, ACAOÃ, UNIMAZ, TERREIRO ESTRELA GUIA, FESCAB-PA, IBANCA. Apoio: GEAM/ UFPA/ PROEX
sábado, 18 de abril de 2015
Nós de Aruanda na webTV Azuelar Roda de conversa com JOANA CARMEM MACHADO
Nós de Aruanda na webTV Azuelar
Roda de conversa com a artista
JOANA CARMEM MACHADO
contação de estórias afro-brasileiras
Ilé Asé Iya Omi Ofá Karé
Apresentação
Luiza Soares Cabral
Produção
Luiza Soares Cabral
Táta Kinamboji (Arthur Leandro)
Realização
Projeto Azuelar - Instituto Nangetu
Ponto de mídia livre
Apoio
Programa de extensão universitária
Mídias educativas de apoio à implantação da Lei
10.639/2003 - Projeto: Produção do Programa
‘Nós de Aruanda’ para a ‘WebTV Azuelar’,
poéticas visuais em combate ao racismo.
e Projeto: Ngomba d’Aruanda: apoio às ações
de mídia cultural do Projeto Azuelar/ Ponto de
Mídia Livre do Instituto Nangetu.
FAV/ PROEX/ UFPA
Belém/PA
18 de abril de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
REATA - Pará - Circuito Cultura Viva em debate.
REATA - Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana: Pará - Circuito Cultura Viva em debate.:
O Circuito Cultura Viva esteve em Belém do Pará no domingo 8 de março para uma Roda de Conversas da Secretária da Cidadania e da Diversidade do Ministério da Cultura (SCDC/MinC), Ivana Bentes, com os movimentos culturais da Amazônia. A Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) e os novos instrumentos de sua regulamentação foram o foco do debate de mais de 2 horas na sede do Ministério da Cultura da Região Norte.
Ao apresentar a nova gestão da SCDC e o planejamento de 2015, a secretária falou do novo sistema de cadastro de pontos que potencializará a articulação em rede dos Pontos de Cultura e ainda anunciou a autodeclaração.
"A partir do início de abril qualquer produtor cultural poderá se cadastrar como Ponto de Cultura. Será um reconhecimento simbólico do Ministério da Cultura que facilitará a busca pelas diversas formas de sustentabilidade para as ações dos Pontos. O novo sistema de cadastro também será um amplo mapeamento que possibilitará novos olhares para dar vida aos novos arranjos culturais", afirmou Ivana.
"Nossa gestão dará muita visibilidade para as articulações em rede e a proposta é que esse seja o embrião de um novo movimento social das culturas que fará com que a cultura esteja no centro do debate político no Brasil", disse.
A grande dificuldade com as prestações de contas faz com que muitos dos Pontos ainda estejam em situação irregular e impossibilitados de continuar a receber recursos do Estado. A SCDC abordou o tema e anunciou os novos mecanismos de simplificação da prestação de contas previstos na Instrução Normativa que regulamentará a PNCV.
Ao finalizar sua passagem pelo estado, a secretária reforçou a importância da participação social na construção, avaliação e gestão das políticas públicas do Estado e a disposição da SCDC em agregar a sociedade civil em seus processos. "É fundamental que os Pontos, as redes, e demais trabalhadores culturais sejam cogestores das nossas políticas. O Estado precisa se qualificar com a inteligência do movimento cultural", afirma Ivana.
Custo Amazônico
Uma das maiores urgências apontadas pelos Pontos de Cultura do norte do país também foi apresentada durante a roda de conversa. A revindicação dos movimentos da região é para que sejam levados em conta os diferentes valores para uma produção nos estados do norte, tendo em vista a sua posição geográfica e as dificuldades de acesso.
Lideranças de diversos segmentos culturais reivindicam o repasse diferenciado do que é oferecido hoje em editais e prêmios para os projetos localizados no Eixo Rio - São Paulo. Ivana Bentes reforçou a pauta e a importância de sua discussão, bem como a criação de políticas públicas que trabalhem a territorialização e a descentralização de recursos.
Mametu Nangetu participou do debate e falou em nome das culturas tradicionais de matrizes africanas e das culturas afro-brasileiras, disse da necessidade de editais específicos para as culturas de matriz africana e ressaltou a necessidade de políticas públicas que financiem reforma e conservação de terreiros e outros espaços mantidos por comunidades tradicionais. Criticou a política cultural do estado do Pará e do Município de Belém, ressaltando a inexistências de investimentos para as culturas populares e tradicionais, relembrou a atuação de Valmir Bispo na extinta Fundação Curro Velho e lamentou que a gestão atual não demonstre interesse pelas culturas afro-amazônicas.
sábado, 10 de janeiro de 2015
Capoeira Angola e regional à partir de janeiro de 2015.
À partir de janeiro de 2015 o Instituto Nangetu oferece oficinas de capoeira Angola e regional com Robson Mamute, mensalidades com valor popular. Mais informações ligue 91-32267599.
domingo, 23 de novembro de 2014
Lendas afro-amazônicas encenadas no Cine-Teatro Líbero Luxardo.

A rodada de contação de estórias africanas aconteceu na sexta-feira 21 de novembro, no Cine Libero Luxardo, a programação teve a dramatização do "O conto da guerra" e fez parte da semana de conscientização sobre o do Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro.
O evento foi promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) por meio da Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Racial (Copir), em parceria com o Instituto Nangetu.
As histórias foram contadas com dramatização e encenação por atores do Instituto Nangetu e da UFPA. A Ação faz parte de projeto "Teatro de Lendas Afro-Amazônicas nas Escolas", do Instituto Nangetu, em parceria com o programa Mídias Educativas para a implementação da lei n° 10. 639/03, programa da Faculdade de Artes Visuais que engloba o projeto Mitologias Afro-Amazônicas em Formas Animadas. da Escola de Aplicação da UFPA.

“É muito interessante ver as crianças tendo acesso a esse tipo de informação, ter esse referencial dentro das escolas e levar um pouco de nossas tradições e lendas para esses alunos”, afirmou Carlos Vera Cruz, ator e integrante do Instituto Nangetu.
Segundo Maria Helena Alves, especialista em educação da Copir, disse que essas programações são importantíssimas para enriquecer o conhecimento de crianças e adolescentes sobre a cultura Africana e Afro-Brasileira. “ Isso ajuda os alunos a conhecerem a diversidade cultural e religiosa que o Brasil possui e como a nossa cultura é influenciada por esses povos. Temos que levar essas discussões para dentro de sala de aula e fazer com que os estudantis fiquem mais inteirados a respeito desses assuntos”, destacou a técnica.
"O conto da guerra" (lenda africana)
Ficha Técnica
Ficha Técnica
PROGRAMA DE EXTENSÃO da UFPA Mídias Educativas de apoio à implantação da Lei 10.639/2003. Projeto: Mitologia afro-amazônicas em teatro de formas animadas; e projeto: Teatro de Lendas Afro-Amazônicas nas Escolas, do Instituto Nangetu,
Atores-contadores
Tata Kinamboji (Arthur Leandro)
Tata Kafunlumizo (Ângelo Imbiriba)
Táta Carlos Vera Cruz
Cynthia Valadares (Bolsista PROEX/ UFPA)
Operador de áudio e vídeo
Thiago Ferradaes’
Curadoria
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Contação de estórias de mitologias afro-brasileiras no CENTUR.
O Instituto Nangetu, por convite da Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Racial /COPIR da Secretaria de Estado de Educação do Pará/ SEDUC-PA, organizou uma programação cultural de contação de estórias afro-brasileiras em parceria com o Programa de Mídias Educativas para a Implantação da lei 10.639/03 (Coord. Prof. Arthur Leandro) e o projeto Mitologia Afro-amazônica em Formas Animadas (Coord. Prof. Devison Amorim).A programação acontece no Cine-Teatro Líbero Luxardo as 8:30 desta sexta-feira, 21 de novembro, e tem entrada franca.
sábado, 15 de novembro de 2014
Estudantes da Escola de Aplicação da UFPA visitaram o Mansu Nangetu.
O mês da consciência negra trouxe os estudantes da Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará ao Mansu Nangetu, para uma roda de conversa com os guardiões das tradições Bantu deste terreiro amazônico.
Abrindo a roda de conversa, Mametu Nangetu parabenizou o NPi pelo interesse nas tradições afro-amazônicas e sugeriu que essas visitas acontecessem o ano inteiro e que os estudantes pudessem transitar nos territórios da diversidade de matrizes afro-amazônicas identificadas na 'Grande Belém'. Falou das pesquisas e publicações de cartografia das quais ela participou, e orientou os estudantes a buscarem também essas fontes de referência sobre os terreiros da zona metropolitana de Belém.
Depois a roda de conversa caminhou para o combate ao racismo, cidadania de povos de terreiros de matrizes africanas, direitos humanos e cidadania.
Abrindo a roda de conversa, Mametu Nangetu parabenizou o NPi pelo interesse nas tradições afro-amazônicas e sugeriu que essas visitas acontecessem o ano inteiro e que os estudantes pudessem transitar nos territórios da diversidade de matrizes afro-amazônicas identificadas na 'Grande Belém'. Falou das pesquisas e publicações de cartografia das quais ela participou, e orientou os estudantes a buscarem também essas fontes de referência sobre os terreiros da zona metropolitana de Belém.
Depois a roda de conversa caminhou para o combate ao racismo, cidadania de povos de terreiros de matrizes africanas, direitos humanos e cidadania.
domingo, 9 de novembro de 2014
Palestra "Tradições afro-amazônicas e a construção da cultura da paz" na EA-UFPA, antigo NPI.
Táta Kinamboji foi um dos palestrantes do Projeto "Ensino Religioso na Educação de Jovens e Adultos da EA-UFPA", coordenado por Devison Amorim do Nascimento, o evento aconteceu na quarta-feira 22 de outubro na Escola de Aplicação (antigo NPI) da UFPA.
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| Prof. Eduardo Wagner e Táta Kinamboji participaram do debate. |
A palestra "Tradições afro-amazônicas e a construção da cultura da paz"" é fruto dos debates e ações de cidadania de povos de terreiros desenvolvidos pelo Instituto Nangetu, e levou informações sobre a caracterização de povos tradicionais, os valores civilizatórios africanos preservados no Brasil e estratégias da resistência negra na preservação das tradições de terreiros de matrizes africanas frente à política pública de cinco séculos de repressão estatal contra essas tradições.
A proposta também foi provocar o corpo docente e técnico-administrativo da escola para o desenvolvimento de ações pedagógicas de implantação da Lei 10.639/03, e ao final, uma animada roda de conversa concluiu que temos mesmo a necessidade de ações educativas para que a sociedade passe a respeitar a diversidade racial, étnica e também a diversidade religiosa para que tenhamos a promoção da cultura da paz.
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Lei 10.639*03,
Tradições
sábado, 27 de setembro de 2014
Programa FALA SÉRIO, juventude de terreiro no combate ao racismo - em debate, a escola e a diversidade cultural.
FALA SÉRIO
juventude de terreiro no combate ao racismo
Tema em debate, a escola e a diversidade cultural.
APRESENTAÇÃO
Daniel Miranda de Nkosi
PROFESSORES CONVIDADOS
Táta Kafungeji (Rodrigo Ethnos Barros)
Édne Maués
PRODUÇÃO
Luah Sampaio
EQUIPE TÉCNICA E COLABORADORES
Táta Kinamboji (Arthur Leandro)
Luiza Cabral
Isabela do Lago
Táta Kafulumizo (Angelo Imbiriba)
REALIZAÇÃO
Instituto Nangetu
Projeto Kiuá Iobe
Projeto Azulear/ Ponto de Mídia Livre
Belém/PA
setembro de 2014
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