quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Segurança pública e estratégias de combate á violência contra terreiros e suas autoridades e lideranças, em debate dia 8 de janeiro.
Livro põe segurança pública e estratégias de combate á violência contra terreiros e suas autoridades e lideranças em debate na próxima sexta feira, dia 08 as 19h no Instituto Nangetu.
A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH)
em dezembro do ano passado comemorou o 67º aniversário da Declaração Universal
dos Direitos Humanos com o lançamento do livro “Segurança Pública e Justiça:
Direitos Humanos da Amazônia”. O livro é uma coletânea de artigos de vários
autores que, entre outras coisas, avaliam políticas públicas, relatam e
valorizam boas práticas e apontam caminhos para superação da crise na segurança
pública no contexto regional amazônico. O livro traz ainda artigos sobre
Violências praticadas contra alguns grupos e segmentos no estado do Pará como a
juventude negra e também contra os povos tradicionais de matriz africana A parceria foi feita
junto ao Instituto Nangetu.
“Nesta publicação, nós trazemos parceiros que lidam
diretamente em vários espaços de articulação proporcionando múltiplos olhares e
aproveitando as experiências acumuladas, a sistematização das boas práticas, as
críticas da sociedade civil e movimentos sociais e os diálogos com
pesquisadores da área, fortalecendo a luta coletiva por um novo modelo de
segurança pública e justiça na Amazônia”, explica a advogada Anna Lins,
organizadora do livro.
Agora, o livro será lançado pelo Instituto Nangetu, parceiro
na publicação do livro e será realizado o debate: "Origens e estratégias
de combate à violência contra terreiros e suas autoridades e lideranças",
tendo em vista os recorrentes assassinatos e violências contra os povos de
terreiro e suas lideranças no Pará. Um dos artigos do livro trata justamente
sobre o racismo religioso: "Racismo religioso, o etnocídio das tradições
de matriz africana em solo brasileiro", por Arthur Leandro/ Táta Kinamboji uá
Nzambi, membro do Instituto Nangetu.
A própria capa do livro faz referência aos povos de matriz africana em Belém, conforme o prólogo do livro: "Não por acaso a imagem que
escolhemos para ilustrar a capa deste livro que fala sobre segurança pública e
direitos humanos na Amazônia, o totem-monumento erguido no cruzamento de
rodovias Augusto Montenegro e Transcoqueiro, numa madrugada de Abril de 2015,
faz alusão ao Nkissi louvado pelo candomblé de raiz banto por ser aquele que
está sempre pronto a lutar por nós, Nkosi, senhor da guerra e do fogo, a obra
de Tata Kafungueji (Rodrigo Ethnos) foi retratada por Tata Kinamboji (Arthur
Leandro), por ocasião da realização do projeto “Kiuá Nangetu – Poéticas Visuais
de Resistência Negra” que aconteceu entre fevereiro e junho deste 2015, onde
vários artistas de comunidades de terreiro mapearam a cidade de Belém com
intervenções poéticas erguidas a partir de elementos estéticos da ritualística
afro brasileira." (Isabela do Lago, artista responsável pelo projeto
gráfico do livro)
Sexta-feira dia 8 de janeiro, as 19h, vai ser o debate e o
lançamento do livro Segurança Pública e Justiça: Direitos Humanos na Amazônia
no Mansu Nangetu, Tv. Pirajá 1194 - Marco Belém Pará. fone 91-32267599.
Valor do livro R$ 30,00
A SDDH e Instituto Nangetu ainda estão programando outros
eventos que popularizem o acesso ao livro no decorrer de 2016. A idéia é levar
para escolas, centros comunitários, áreas de ocupação e até praças públicas.
sábado, 26 de dezembro de 2015
Ritual de Purificação para o Ano Novo.
Participe do Ritual de Purificação para o Ano Novo com Banhos de Ervas, Defumações e Bençãos.
No período de 24 a 31 de Dezembro de 2015, no Terreiro Mansu Nangetu acontecerá o Ritual de Purificação para o Ano Novo com Banhos de Ervas, Defumações, com direito a Bençãos dos Orixás.
Ligue e agenda uma visita com Mam´etu Nangetu (91) 3226-7599 ou (91) 98806-7351.
sábado, 12 de dezembro de 2015
Diálogo com Silvia Rodrigues Conselheira de Arquitetura e Urbanismo no C...
Num determinado momento um concorrente falou: "neste colegiado só entram arquitetos! Mas aí tiveram outros que acolheram e defenderam a necessidade de termos o movimento social presente na discussão da cultura do habitar". Silvia Rodrigues, Colegiado de Arquitetura e Urbanismo do CNPC/ MINC.
Conversa com Silvia Rodrigues
Colegiado de Arquitetura e Urbanismo
Avaliação da participação de
delegados negros na eleição do Conselho
Nacional de Política Cultural do
Ministério da Cultura
Promoção:
FESCAB - Fórum Estadual Setorial
de Culturas Afro-brasileiras
Parcerias
Instituto Nangetu
AFAIA
ACIYOMI
Movimento MOCAMBO
IBANCA
REATA - Rede Amazônica de
Tradições de Matriz Africana
CEDENPA
QUILOMBO DA REPÚBLICA
webTV Azuelar
Projeto Azuelar
Ponto de Mídia Livre
Instituto Nangetu
Belém
dezembro
2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Roda de avaliação Colegiado afro brasileiro CNPC MINC
Mametu Muagilê, Ekedy Janete e Babá Omioryan, que foram delegados natos para o Fórum Nacional Setorial de Culturas Afro-brasileiras, particviparam de uma roda de avaliação do processo eleitoral para composição dos colegiados setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural para o biênio 2015 -17.
Criticaram a organização do evento, principalmente nas questões de transporte, hospedagem e acessibilidade de idosos e pessoas com deficiência
Quanto ao debate político, falaram de ânimos exaltados e desrespeito a atuação dos membros do primeiro mandato de representação social no colegiado de culturas afro-brasileiras, de racismo institucional e divulgação de falsas informações por parte da gestão do Ministério da Cultura.
Por fim, ainda há a participação especial de Táta Kinamboji (Arthur Leandro), que foi o representante das culturas negras brasileiras no pleno do CNPC de dezembro de 2012 a dezembro de 2015, criticando a gestão do MinC. Para ele os membros da atual gestão do ministério da cultura usaram de violência de estado, inclusive violência midiática, para escamotear a incompetência da gestão pública e imputar aos representantes da sociedade nas instâncias de diálogo e controle social, a responsabilidade da ausência de diretriz de políticas culturais públicas para as culturas afro-brasileiras.
Lembramos, mais uma vez, ao ministério da cultura, que isso é racismo institucional.
Criticaram a organização do evento, principalmente nas questões de transporte, hospedagem e acessibilidade de idosos e pessoas com deficiência
Quanto ao debate político, falaram de ânimos exaltados e desrespeito a atuação dos membros do primeiro mandato de representação social no colegiado de culturas afro-brasileiras, de racismo institucional e divulgação de falsas informações por parte da gestão do Ministério da Cultura.
Por fim, ainda há a participação especial de Táta Kinamboji (Arthur Leandro), que foi o representante das culturas negras brasileiras no pleno do CNPC de dezembro de 2012 a dezembro de 2015, criticando a gestão do MinC. Para ele os membros da atual gestão do ministério da cultura usaram de violência de estado, inclusive violência midiática, para escamotear a incompetência da gestão pública e imputar aos representantes da sociedade nas instâncias de diálogo e controle social, a responsabilidade da ausência de diretriz de políticas culturais públicas para as culturas afro-brasileiras.
Lembramos, mais uma vez, ao ministério da cultura, que isso é racismo institucional.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Roda de conversa com Mametu Nangetu - avaliação da eleição pro CNPC MINC
O povo tradicioal de matriz africana tem dificuldade de acesso a computador e à internet e a exclusão dgital afastou o povo negro dessa eleição. Foi um processo em que ela se sentiu agredida: agredida pelo processo, agredida pela falta de conforto e acessibilidade na hospedagem, e agredida por perceber a fraude no processo de cotas.
Mametu reclama da ocupação do colegiado do patrimônio imaterial por pesquisadores acadêmicos, e fala da necessidade do protagonismo dos mestres de conhecimentos tradicionais.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Roda de avaliação com Isabela do Lago - eleição no CNPC MINC
Para Isabela, as cotas foram um 'gargalo' para a cultura do 'macho branco', e o MinC vai ter de responder copolíticas culturais de combate ao racismo.
Conversa com Isabela do Lago
Avaliação da participação de
delegados negros
na eleição do Conselho Nacional
de Política Cultural do
Ministério da Cultura
Promoção:
FESCAB - Fórum Estadual Setorial
de Culturas Afro-brasileiras
Parcerias
Instituto Nangetu
AFAIA
ACIYOMI
Movimento MOCAMBO
IBANCA
REATA - Rede Amazônica de
Tradições de Matriz Africana
CEDENPA
QUILOMBO DA REPÚBLICA
webTV Azuelar
Projeto Azuelar
Ponto de Mídia Livre
Instituto Nangetu
Belém
dezembro
2015
Conversa com Isabela do Lago
Avaliação da participação de
delegados negros
na eleição do Conselho Nacional
de Política Cultural do
Ministério da Cultura
Promoção:
FESCAB - Fórum Estadual Setorial
de Culturas Afro-brasileiras
Parcerias
Instituto Nangetu
AFAIA
ACIYOMI
Movimento MOCAMBO
IBANCA
REATA - Rede Amazônica de
Tradições de Matriz Africana
CEDENPA
QUILOMBO DA REPÚBLICA
webTV Azuelar
Projeto Azuelar
Ponto de Mídia Livre
Instituto Nangetu
Belém
dezembro
2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Roda de Conversa com Pai Delmiro Freitas - avaliação eleição CNPC MINC
Pai Delmiro Freitas de Iyemanjá foi delegado para o Fórum Nacional de Dança do Conselho Nacional de Política Cultural pelo estado de Roraima. Nesta conversa, que foi gravada no aeroporto de Brasília, ele avalia a participação dos delegados negros e representantes de culturas de matriz africana na eleição para a representação social no conselho nacional. Pai Delmiro denuncia o 'bloqueio' que a elite branca promove à participação da representação das culturas negras no Ministério da Cultura;
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Conversa com Rusevelt Santos - avaliação eleição do CNPC
Conversa com Rusevelt Santos
Avaliação da participação de
delegados negros
na eleição do Conselho Nacional
de Política Cultural do
Ministério da Cultura
Promoção:
FESCAB - Fórum Estadual Setorial
de Culturas Afro-brasileiras
Parcerias
Instituto Nangetu
AFAIA
ACIYOMI
Movimento MOCAMBO
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REATA - Rede Amazônica de
Tradições de Matriz Africana
CEDENPA
QUILOMBO DA REPÚBLICA
webTV Azuelar
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Ponto de Mídia Livre
Instituto Nangetu
Belém
30 de novembro
2015
domingo, 29 de novembro de 2015
Roda de conversa avaliação delegados negros na eleição CNPC MINC
| FESCAB - Fórum Estadual setorial de Culturas Afro-brasileiras, promoveu roda de avaliação com conselheiros negros nos colegiados do CNPC/ MINC. |
Por uma falha técnica, registramos em vídeo pouco menos de meia hora de conversa, mas muito mais foi dito e oasso a registrar, em texto, parte daquilo que não se registrou em vídeo.
A primeira roda de avaliação sobre a política de cotas e a participação negra na política cultural, reuniu Rodrigo Ethnos e Domingos Conceição, conselheiros para o mandato de 2015/17 nos Colegiados de Circo e de Livro Leitura e Literatura, respectivamente,
A conversa teve relatos de manifestações racistas por parte de delegados não negros, frases como "o MinC precisa para com esse debte de culturas afro-brasileiras e indigenas e voltar a discutir arte de verdade" (no circo), e também denuncia da participação de outros que se candidataram pelas cotas e que não demonstravam nenhum compromisso com as lutas e causas dos descendentes de africanos na diáspora brasileira. Esses diziam que não queriam saber de debater relação da política cultural com a Lei 10,639/03, e que se interessavam mais era pelo fomento de sua produção artística, do que pela literatura afro-brasileira (livro, leitura e literatura).
Tanto Domingos, quanto Rodrigo, demonstraram preocupação com o fato dos produtores de arte e cultura se demonstrarem alheios ao debate público que se instalou no Brasil a partir da adoção de políticas afirmativas na primeira década do século XXI, e criticaram a fraude ns cotas e a troca do debate de idéias pelos conchavos de votação por parte desses delegados. A imagem que ficou é de que, para a maioria dos delegados, interessava mais fazer articulação para serem titular do colegiado, do que debater estratégias de construção de diretrizes para a política cultural que respeite a diversidade étnica e racial brasileira.
Táta Kinamboji, que mediava a conversa, acrescentou relatos de indiferença de conselheiros de linguagens artísticas e áreas técnicas que exerceram mandato de 2012/15, quando as demandas da matriz cultural africana eram colocadas em debate no Conselho Nacional de Política Cultural, e ainda falou das táticas de negação de direitos que os gestores promoviam, e terminou por alertar que o racismo institucional é um problema cotidiano que impede que a política pública da cultura cumpra com o que estiiiiiiía estabelecdo em leis como o Estatuto da Igualdade racil, ou em decretos como o que institui o Plano de Desenvolvimento sustentável de povos e Comunidades tradicionais.
Apesar do assunto denso, a roda de conversa aconteceu como um divertida manhã de domingo na praça, e sem platéia fixa, mas que, de tão interessante, chamou a atenção e a participação de grupos de estudantes e da população que se divertia no entro de Belém.
Como disse o Jean Ribeiro, foi um 'domingo no parque'.
O Fórum Estadual Setorial de Culturas Afro-brasileiras tem a intensão de continuar esses debates em praça pública e outros espaços, e em breve teremos outras rodas de avaliação desse processo de eleição.
Confira abaixo o registro em vídeo da webTV Azuelar.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Mulheres e agricultura na reforma urbana. Roda de conversa sobre Agricultura Urbana e Direito à Cidade: Cultivando Saúde e Comida de Verdade.
Venha participar e partilhar do debate sobre a agricultura urbana com o Prof. Alexandre José F. Vieira, da UFF.
A agricultura urbana é uma pratica social que confronta o atual modelo de desenvolvimento das cidades. Ao propor mudanças estruturais no uso dos espaços urbanos para a produção de alimentos e plantas medicinais e a criação de animais, resgata a cultura rural, promovendo maior conexão campo-cidade.
Esperamos por você!! !!
Agricultura Urbana e Direito à Cidade: Cultivando Saúde e Comida de Verdade
Carta Política do Encontro Nacional de Agricultura Urbana -
ENAU
21 a 24 de outubro - Rio de Janeiro, RJ
“Agroecologia e Direito à Cidade: Cultivando Saúde e Comida
de Verdade” foi o tema do I Encontro Nacional de Agricultura Urbana, realizado
na UERJ no Rio de Janeiro, entre os dias 21 e 24 de outubro de 2015. O Encontro
reuniu mais de 250 pessoas de 20 estados do Brasil, das suas cinco regiões,
sendo mais de 50% mulheres, com grande participação de jovens e
agricultoras/es. Estiveram presentes representantes de movimentos populares
urbanos e rurais, movimentos em defesa da cultura alimentar, agricultoras/es
familiares, camponesas/es, chacareiras/os, povos de terreiro e de matriz
africana, indígenas e outros povos e comunidades tradicionais, ativistas
urbanas/os, estudantes, pesquisadoras/es, professoras/es, gestoras/es
públicas/os e parlamentares.
A diversidade de experiências de agricultura urbana vista
no ENAU demonstra um conjunto de iniciativas que estão reunidas e articuladas
em redes, coletivos locais, fóruns estaduais e regionais e se identificam com
os princípios do Coletivo Nacional de Agricultura Urbana que, junto com a
Articulação Nacional de Agroecologia e o Fórum Brasileiro de Soberania e
Segurança Alimentar e Nutricional, organizaram este encontro.
Essa diversidade pôde ser vista nas instalações
pedagógicas, apresentadas no primeiro dia do Encontro: as práticas
autogestionárias de tratamento dos resíduos sólidos orgânicos de Santa Catarina;
a reivindicação pelo acesso e uso de espaços públicos para a agricultura urbana
em Brasília; o conhecimento tradicional e a cultura alimentar e de plantas
sagradas em cidades da Amazônia; as conexões entre o urbano e o rural nas
experiências de agricultura urbana do Nordeste; as ações articuladas com
movimentos da reforma urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte; a
importância da agricultura familiar para garantir a manutenção e ampliação de
áreas florestais e arborizadas, ao mesmo tempo que os conflitos como as
Unidades de Conservação no Rio de Janeiro e outras cidades; o patrimônio
genético, a cultura alimentar e a agrobiodiversidade mantida e resguardada nas
práticas de agricultura urbana no país.
A construção do Coletivo Nacional de Agricultura Urbana se
articula aos fóruns e redes de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional e
de Agroecologia. Foi através dos diálogos com estes movimentos que a
agricultura urbana foi fortalecendo sua identidade como prática que gera
alimentos saudáveis, isentos de agrotóxicos, livres de transgênicos; que
valoriza culturas locais, que pensa o aproveitamento dos recursos e o
reaproveitamento dos resíduos e que abastece mercados locais e de proximidade
como escolas e feiras e equipamentos de distribuição de alimentos para pessoas
em situação de insegurança alimentar. A agricultura urbana é um campo de
convergências entre diversos movimentos e lutas por uma cidade justa,
sustentável e construída cotidianamente pelas pessoas, buscando mitigar as
dicotomias entre o rural e urbano e garantir a apropriação da cidade pela
população. O movimento pela agricultura urbana demarca centralidade da luta
pela terra e pelas reformas urbana e agrária.
Nessa trajetória de relações no âmbito da segurança
alimentar e nutricional e da agroecologia, ficou evidente a importância, ainda
que invisível para grande parte da sociedade, do papel das mulheres e das/os
jovens como protagonistas de grande parte das experiências presentes neste Encontro.
São as mulheres que, devido à lógica patriarcal de divisão sexual do trabalho,
se tornam responsáveis pelo cuidado de pessoas de sua família, pela garantia
dos alimentos, da saúde, da agua dentre outros. A prática da agricultura urbana
é marcada pela afirmação de saberes históricos das mulheres. Na luta por uma
cidade de direitos e pela soberania na produção de alimentos e na promoção da
saúde integral, as mulheres reivindicam a socialização do trabalho do cuidado e
da reprodução da vida com toda a sociedade e com o Estado e constróem sua
autonomia e o fortalecimento em grupos e coletivos.
Nesse caminhar histórico do movimento da agricultura
urbana, foi ampliada a necessidade de afirmar e defender as práticas que
envolvem as diferentes dimensões da produção, distribuição, comercialização e
consumo de alimentos nos espaços das cidades e das regiões metropolitanas.
Quando olhamos como se dão as diversas experiências que se
encontraram no ENAU, nos territórios onde elas florescem e se desenvolvem, evidencia-se
uma série de ameaças e conflitos vivenciados cotidianamente nas cidades.
Essas ameaças e conflitos têm suas raízes, principalmente,
no projeto de mercantilização dos espaços urbanos que se dá em detrimento dos
modos de vida locais e das formas de uso e ocupação protagonizados pelas/os
protagonistas de lutas e mobilizações que convergem com a agricultura urbana.
Nesse sentido, repudiamos o processo de mercantilização da natureza e das
relações sociais nas cidades, que impacta diretamente a qualidade de vida, a
relação com o território e o acesso ao alimento de qualidade. Não aceitamos o
pacote tecnológico oferecido pelo agronegócio, totalmente inadequado para o
ambiente urbano. Combatemos a especulação imobiliária e a política de remoções
que promovem a exclusão social, e que dificultam e impedem o acesso aos
recursos naturais pelas populações nas cidades.
No espírito de convergências que marcou este encontro e que
caracteriza as experiências de agricultura urbana, reivindicamos que os princípios
da função social da propriedade e do direito humano à alimentação adequada, que
constam da Constituição Brasileira, sejam cumpridos.
Nossas experiências apresentam um conjunto de propostas
para dialogar sobre os modelos de cidade e os modelos de agricultura e
alimentação que queremos para a construção de uma sociedade mais justa e atenta
às transformações que estão acontecendo em nossos territórios.
Propõe-se:
•
Reconhecimento das/os sujeitos da agricultura
urbana, com ênfase no protagonismo das mulheres e dos jovens, em especial de
mulheres negras, indígenas e provenientes de comunidades tradicionais, na
conservação, proteção e promoção das culturas alimentares fortemente enraizadas
nos territórios.
•
Reconhecimento do alimento e do ato de cozinhar
como patrimônios da humanidade em suas diversas dimensões culturais, sociais,
ambientais e espirituais.
•
Reconhecimento da trajetória já realizada pelo
Coletivo Nacional de Agricultura Urbana na discussão e proposição de uma
Política Nacional de Agricultura Urbana que seja intersetorial e que abarque a
totalidade das experiências nos territórios.
•
Reconhecimento dos saberes tradicionais sobre o
uso e manejo da agrobiodiversidade e da cultura alimentar tradicional / local
como salvaguardas para a sociobiodiversidade e proteção do património genético.
•
Fortalecimento de pautas já apontadas em cartas
de outros encontros e de lutas de movimentos afins, como a permanência do
Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) sem cortes e em todas suas
modalidades, a revisão e adequação das normas sanitárias para a agricultura
familiar, a rotulagem de produtos transgênicos, entre outras, apresentadas
pelos fóruns de agroecologia e SAN.
•
Garantia do acesso à terra para as iniciativas
de agricultura urbana, promovendo segurança jurídica e regulamentação
fundiária, impedindo a especulação imobiliária em áreas produtoras de
alimentos.
•
Garantia de assistência técnica agroecológica e
multidisciplinar que respeite os saberes das/os agricultoras/es em suas
práticas locais.
•
Fomento e facilitação de acesso às sementes
crioulas para agricultoras/es urbanas/os.
•
Garantia do uso contínuo dos espaços públicos
urbanos para plantio de ervas medicinais e sagradas de povos indígenas e
comunidades tradicionais, especialmente aqueles que dependem de seus cultivos
para realização de ritos e relações de ancestralidade e pertencimento, como os
povos de matriz africana e povos indígenas.
•
Garantia da execução do Decreto 6040 (Política
Nacional de Sustentabilidade de Povos e Comunidades Tradicionais) e do 169
OIT.
•
Revisão da publicação “Alimentos Regionais
Brasileiros” que traz informações equivocadas sobre os hábitos alimentares
nortistas.
•
Viabilização da emissão da Declaração de Aptidão
ao PRONAF (DAP) para agricultoras/es familiares em territórios urbanos e
periurbanos onde há impedimentos ao acesso a este instrumento por diversos
motivos;
•
Fomento à logística e comercialização de
produtos oriundos da agricultura urbana, principalmente por meio de incentivos
a feiras agroecológicas.
•
Integração entre as experiências de campo e as
universidades, fortalecendo o ensino, a pesquisa e a extensão universitárias,
com especial atenção aos Núcleos de Estudo e Pesquisa em Agroecologia (NEAs) e
a interação com mestres da cultura alimentar e agricultura tradicional.
•
Valorização e promoção de práticas de educação
alimentar nas escolas, relacionando-as às práticas agroecológicas de produção e
à garantia do direito à alimentação adequada e à segurança e soberania
alimentar e nutricional.
•
Divulgação de experiências exitosas em
agricultura urbana que dêem visibilidade aos processos de resistência da
agricultura urbana e à riqueza do que é produzido dentro das cidades.
•
Ampliação do debate acerca das regiões
periurbanas, buscando definir estratégias específicas e integradoras para as
zonas de transição entre urbano e rural.
•
Promoção de um amplo mapeamento de agricultura
urbana que possibilite a definição de perfil das/os agricultoras/es e das
experiências em curso em todo país.
Construção de políticas
públicas no âmbito federal
Existe um histórico antigo de elaboração de politicas
públicas para a agricultura urbana no âmbito federal, que é marcado pelos
processos de construção das Conferencias Nacionais de SAN (2004, 2007 e 2011).
Em 2007, foi realizada a pesquisa nacional de agricultura
urbana e periurbana que deu origem ao documento “Panorama da Agricultura Urbana
e Periurbana no Brasil e Diretrizes Politicas para a sua Promoção”; com base
nesse documento foi elaborado um programa de agricultura urbana de
responsabilidade do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) o qual lançou os
Centros de Apoio a Agricultura Urbana e Periurbana – CAUPs e editais de
fomento.
Em 2012/2013 o MDS interrompeu o processo de construção da
política e o fomento de ações nos territórios. Em resposta, as organizações que
viriam dar origem ao Coletivo Nacional de Agricultura Urbana encaminharam uma
carta a Ministra Teresa Campelo cobrando posicionamento do MDS. O Conselho
Nacional de Segurança Alimentar - CONSEA nacional acolhe a luta e passa a
incorporar a pressão pela construção da politica pública.
Ao final de 2014 é apresentado o documento “Subsídios para
uma Política Nacional de uma Agricultura Urbana e Periurbana” na última
plenária do CONSEA, quando é constituído um comitê temático na Câmara
Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN, que passa a ser
o responsável a dar os encaminhamentos para a construção da politica.
Por outro lado, a Agricultura Urbana aparece na construção
do 1º Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PLANAPO 2013-2015),
ainda que não receba dotação orçamentaria e nem tenha nenhum ministério
responsável pela execução de ações. Novamente, a sociedade civil organizada na
Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) propõe ao governo a inserção do
tema, com ações definidas, na construção do 2o PLANAPO, em
elaboração.
Considerando os acúmulos na construção de politicas para
agricultura urbana, reforçamos as diretrizes já apresentadas no documento “Subsídios para uma Política Nacional de
Agricultura Urbana Periurbana (PNAUP)”, apresentado pelo CONSEA Nacional,
elaborado com a participação do CNAU:
“As ações de apoio à AUP deverão ser desenvolvidas e
implementadas de forma integrada entre si, e com as ações de SAN, de habitação,
de urbanismo, de agroecologia, de assistência social, de saúde, de educação, de
gestão de resíduos sólidos, de geração de emprego e renda, de formação
profissional e de proteção ambiental, organizadas em redes, de forma a promover
o diálogo entre os diversos setores governamentais e da sociedade civil. Essas
ações deverão ainda seguir as seguintes diretrizes:
A. Reconhecimento
da multifuncionalidade social, cultural, econômica e política da agricultura
urbana e periurbana como base para o desenvolvimento e promoção de ações
intersetoriais, geridas de forma descentralizada e participativa.
B. Fortalecimento
da cadeia produtiva e promoção de ações específicas de fomento à produção,
comercialização e consumo;
C. Promoção
de acesso falicitado a linhas especiais de financiamento para atividades e
projetos relacionados à AUP;
D. Fortalecimento
da institucionalidade da AUP por meio da elaboração de marcos legais e
institucionais coerentes e apropriados ao setor em todas as esferas de governo;
E. Fortalecimento
da consciência cidadã em torno dos benefícios gerados pela AUP em termos
sociais, políticos, econômicos, sanitários e ambientais;
F. Promoção
de processos de construção do conhecimento e desenvolvimento de capacidades técnicas
e de gestão do/as agricultores/as urbanos e periurbanos, com ênfase em
tecnologias sociais, incluindo o apoio a pesquisas que validem o conhecimento
gerado e acumulado pelas organizações da sociedade civil que desenvolvem ou
apoiam a AUP;
G. Promoção
da participação e do controle social como fundamento das atividades e projetos
públicos de promoção da AUP.”
Considerando este contexto de não conclusão da elaboração
da Política Nacional de Agricultura Urbana, o Coletivo Nacional de Agricultura
Urbana reivindica um espaço institucional de diálogo entre governo e sociedade
civil para a construção e acompanhamento da execução da referida politica
pública.
Aguardamos o posicionamento e o retorno do governo à nossa
reivindicação para o diálogo e o acompanhamento da construção dessa política.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Convite: Kizomba kwá N´Zabarandá ki Bamburucema
Convidamos os filhos, amigos e simpatizantes da comunidade afrorreligiosa para participarem da “Kizomba kwá N´Zabarandá ki Bamburucema”,
Dia: 21 de novembro de 2015 (Sábado)
Início: 20h
Endereço: Terreiro Mansu Nangetu Mansubandu Kekê Neta (Travessa Pirajá, 1194 - Bairro Marco da Légua, Belém-PA)
Agradecemos sua presença!
Mam´etu Nangetu uá N´Zaambi
Dia: 21 de novembro de 2015 (Sábado)
Início: 20h
Endereço: Terreiro Mansu Nangetu Mansubandu Kekê Neta (Travessa Pirajá, 1194 - Bairro Marco da Légua, Belém-PA)
Agradecemos sua presença!
Mam´etu Nangetu uá N´Zaambi
Afro Amazônicos e seus símbolos da educação no Parque Zoobotânico do Museu Goeldi
Nesta sexta-feira, 20 de novembro, as 14:45, e em alusão ao dia da consciência negra, o Museu Paraense Emílio Goeldi lança a "Trilha Afro Amazônicos e seus símbolos da educação no Parque Zoobotânico do Museu Goeldi".
A trilha destaca os símbolos da ancestralidade africana no parque zoobotânico do Museu Emílio Goeldi, e os usos dos recursos naturais pelos detentores dos conhecimentos tradicionais de matriz africana, para serem utilizados em visitas orientadas com estudantes de escolas e outros grupos que queiram conhecer essas tradições.
Partindo da preocupação de dar uma alternativa para a sociedade paraense de cunho educativo, aliando o fundamento teórico institucional do Museu Paraense Emílio Goeldi, a proposta foca na aplicabilidade da Lei 10,639/03, para a formação de professores e demais profissionais da área de educação a fim de que possam contemplar a cultura afro amazônica tanto em sala de aula, quanto em suas visitas orientadas no Parque Zoobotânico.
O princípio motivador é a pretensão de estimular várias formas de trabalhar a os conhecimentos tradicionais de matriz africana com ferramentas pedagógicas diversas, estabelecendo uma ponte de compreensão cultural entre grupos sociais presentes na Amazônia.
As trilhas foram construídas com o diálogo entre o serviço educativo do Museu, e Mametu Nangetu, Mãe Nalva de Oxum, Mãe Jokolocy, Babá Tayandõ, Pai Alfredo Benevides e Mãe Vanda de Ogum Rompe Mata, autoridades de comunidades de terreiros que representam as diversas matrizes africanas na Amazônia.
O projeto foi proposto e desenvolvido por Tainah Coutinho Jorge como contribuição e apoio do MPEG para a educação ambiental pelo viés étnico e racial, como preconiza a Lei 10,639/03, com orientação de Helena Alves Quadros e Ana Cláudia Silva.
fotos: Gilberto Mendonça
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| Mametu Nangetu identificou os símbolos importantes para a matriz Bantu. |
A trilha destaca os símbolos da ancestralidade africana no parque zoobotânico do Museu Emílio Goeldi, e os usos dos recursos naturais pelos detentores dos conhecimentos tradicionais de matriz africana, para serem utilizados em visitas orientadas com estudantes de escolas e outros grupos que queiram conhecer essas tradições.
Partindo da preocupação de dar uma alternativa para a sociedade paraense de cunho educativo, aliando o fundamento teórico institucional do Museu Paraense Emílio Goeldi, a proposta foca na aplicabilidade da Lei 10,639/03, para a formação de professores e demais profissionais da área de educação a fim de que possam contemplar a cultura afro amazônica tanto em sala de aula, quanto em suas visitas orientadas no Parque Zoobotânico.
O princípio motivador é a pretensão de estimular várias formas de trabalhar a os conhecimentos tradicionais de matriz africana com ferramentas pedagógicas diversas, estabelecendo uma ponte de compreensão cultural entre grupos sociais presentes na Amazônia.
As trilhas foram construídas com o diálogo entre o serviço educativo do Museu, e Mametu Nangetu, Mãe Nalva de Oxum, Mãe Jokolocy, Babá Tayandõ, Pai Alfredo Benevides e Mãe Vanda de Ogum Rompe Mata, autoridades de comunidades de terreiros que representam as diversas matrizes africanas na Amazônia.
O projeto foi proposto e desenvolvido por Tainah Coutinho Jorge como contribuição e apoio do MPEG para a educação ambiental pelo viés étnico e racial, como preconiza a Lei 10,639/03, com orientação de Helena Alves Quadros e Ana Cláudia Silva.
fotos: Gilberto Mendonça
domingo, 15 de novembro de 2015
Nengua de Angola conversa com Pai Neto de Azile sobre a salvaguarda do Tambor de Crioula no Maranhão.
A conversa aconteceu na manhã do dia 12 de novembro de 2015, logo depois da titulação do carimbó como patrimônio imaterial brasileiro. Pai Neto de Azile falou das vantagens e dos perigos do registro do patrimônio cultural afro-brasileiro e da ameaça de perda de identidade pela ausência de uma política eficaz de salvaguarda que proteja a identidade cultural dos avanços de mercado que lhe deseja como produto cultural.
Programa Nengua de Angola
Apresentação Mametu Nangetu
Conversa com Pai Neto de Azile sobre o registro do
Tambor de Crioula do Maranhão como Patrimônio
Imaterial brasileiro e a política de salvaguarda
desse patrimônio.
Equipe técnica
Samily Maria
Vitor Gonçalves
Weverton Ruan Rodrigues
Edição
Táta Kinamboji
Realização
webTV Azuelar
Instituto Nangetu
Ponto de Mídia Livre
Apoio
REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz
Africana
FESCAB - Fórum Estadual Setorial de Culturas Afro-
brasileiras
FONSANPOTEMA-PA - Fórum Nacional de
Segurança Alimentar e Nutricional de Povos
Tradicionais de Matriz Africana
rede[aparelho]-:
Projeto Ngomba d’Aruanda: apoio às ações de
mídia cultural do Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia
Livre do Instituto Nangetu;
Projeto Produção do Programa ‘Nós de Aruanda’
para a ‘WebTV Azuelar’, poéticas visuais em
combate ao racismo
Projeto Eu vou navegar na Casa da Mãe das Águas
(Ilê Iyabá Omi).
UFPA-PROEX
Belém/PA
Novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA NA ESCOLA - (RE) CONHECENDO OS QUILOMBOS DO BAIXO ACARÁ: RESISTÊNCIA - FÉ - IDENTIDADE
SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA NA ESCOLA - (RE) CONHECENDO OS QUILOMBOS DO BAIXO ACARÁ: RESISTÊNCIA - FÉ - IDENTIDADE
PROGRAMAÇÃO
DIA
18/10/2015 (Quarta-feira) TEMÁTICA: RESISTÊNCIA - ORIGEM DO MOVIMENTO DE
RESISTÊNCIA NEGRA NO BRASIL E OS MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA LOCAL
Acolhida - 08h (Manhã) - Banho de Ervas, Toques de
Tambor, Cantos, Hinos e Café Quilombola
Apresentações - 09:30h - Apresentações das Escolas
(Momento Cultural)
Palestras - 10:30h
Palestras 1:
A CHEGADA DOS NEGROS NO BRASIL
Palestrante: Prof. Luciney Vieira (Resistência
Cabana)
Palestras 2:
OS MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA LOCAL
Palestrante: Zeca do Itacoã
Tarde Cultural - 14h - Projeto Azuelar, Rádio
Janela Programa: O Som da Gente!
Noite Cultural - 19h - Cineclube Nangetu - Exibição
de Filmes Negros
DIA
19/10/2015 (Quinta-feira) TEMÁTICA: FÉ - O MÍSTICO E O RELIGIOSO, CRENÇA E FÉ.
HERANÇAS DO POVO AFRICANO
Acolhida - 08h (Manhã) - Banho de Ervas, Toques de
Tambor, Cantos, Hinos e Café Quilombola
Apresentações - 09:30h - Apresentações das Escolas
(Momento Cultural)
Mesa-Redonda - 10:30h - O MÍSTICO E O RELIGIOSO:
CRENÇA E FÉ. HERANÇAS DO POVO AFRICANO
Integrantes: Ialorixá Matilde de Oxalá (Itacoã-Miri),
Mãe Marina (Cruzeirinho), Angelo Imbiriba - Taata Kafumiluzu (Projeto Azuelar -
Instituto Nangetu), Profª. Esp. Giovana dos Anjos Ferreira (Instituto Ramagem).
Tarde Cultural - 14h - Projeto Azuelar, Rádio
Janela Programa: O Som da Gente!
Noite Cultural - 19h - Cineclube Nangetu - Exibição
de Filmes Negros
DIA
20/10/2015 - TEMÁTICA: IDENTIDADE. ZUMBI – LÍDER DA RESISTÊNCIA NEGRA. NÓS DO
QUILOMBO!
Acolhida - 08h (Manhã) - Banho de Ervas, Toques de
Tambor, Cantos, Hinos e Café Quilombola
Apresentações - 09:30h - Apresentações das Escolas
(Momento Cultural)
Neste dia todas as escolas deverão trazer suas
representantes da Beleza Negra.
Mesa-Redonda - 10:30h - PALMARES – ZUMBÍ –
RESISTÊNCIA: CONSCIÊNCIA NEGRA
Prof. Luciney Vieira (Resistência Cabana)
Roda de Conversa: Nós do Quilombo!
Tarde Cultural - 14h - Projeto Azuelar, Rádio
Janela Programa: O Som da Gente!
Encerramento
Cerimonial de Encerramento
Feijoada de Ogum
III SEMINÁRIO SOBRE COTAS: III SEMINÁRIO SOBRE COTAS NA UFPA
III SEMINÁRIO SOBRE COTAS: III SEMINÁRIO SOBRE COTAS NA UFPA: O FÓRUM DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DAS COTAS NA UFPA TORNA PÚBLICO A ABERTURA DAS INSCRIÇÕES PARA O TERCEIRO SEMINÁRIO SOBRE COTAS ...
AS INSCRIÇÕES PODEM SER FEITAS NA OPÇÃO "INSCRIÇÃO" ACIMA, OU CLICANDO NO LINK INSCIÇÕES AQUI
O FÓRUM DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DAS COTAS NA UFPA
TORNA PÚBLICO A ABERTURA DAS INSCRIÇÕES PARA O TERCEIRO SEMINÁRIO SOBRE COTAS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
AS INSCRIÇÕES PODEM SER FEITAS NA OPÇÃO "INSCRIÇÃO" ACIMA, OU CLICANDO NO LINK INSCIÇÕES AQUI
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Diálogos Política Cultural para o povo negro Silvia Rodrigues
Roda de conversa sobre política cultural de igualdade racial e combate ao racismo com os delegados afro-brasileiros eleitos para os fóruns nacionais que vão escolher os colegiados técnicos e de linguagens artíticas para o Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura para o mandato de 2015 a 2017.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Lançamento do livro "Terecô de Codó - uma religião a ser descoberta".
Aconteceu no dia 17/10, mais um lançamento do livro "Terecô de Codó - uma religião a ser descoberta", de Pai Cícero Centriny. O lançamento foi na Casa Grande de Mina de Pai Huevy e Mãe Rosangela.
Centriny proferiu palestra sobre as religiões de matrizes africanas do Codó em especial o Terecô que, embora pouco divulgada, é uma tradição que se mantém viva, embora discreta, com essências bantu tradicional.
Na ocasião Mametu Nangetu falou sobre a importância do livro de Cícero para as comunidades de tradições de matriz africana no Brasil e na Amazônia e que sua leitura tenhamos conhecimento histórico de nossa ancestralidade assim nos fortalecendo contra o racismo que ataca as nossas tradições.
Informações e fotografia: Táta Dianvula (Alex Leovan)/ Projeto Azuelar.
Centriny proferiu palestra sobre as religiões de matrizes africanas do Codó em especial o Terecô que, embora pouco divulgada, é uma tradição que se mantém viva, embora discreta, com essências bantu tradicional.
Na ocasião Mametu Nangetu falou sobre a importância do livro de Cícero para as comunidades de tradições de matriz africana no Brasil e na Amazônia e que sua leitura tenhamos conhecimento histórico de nossa ancestralidade assim nos fortalecendo contra o racismo que ataca as nossas tradições.
Informações e fotografia: Táta Dianvula (Alex Leovan)/ Projeto Azuelar.
sábado, 31 de outubro de 2015
Dialogo com Domingos Conceição política Cultural para o povo negro
Roda de conversa sobre política cultural de igualdade racial e combate ao racismo com os delegados afro-brasileiros eleitos para os fóruns nacionais que vão escolher os colegiados técnicos e de linguagens artíticas para o Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura para o mandato de 2015 a 2017.
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