Já passava das 20h quando terminou a tradicional ladainha em 'latin caboco' entoada pelos rezadores do Terreiro Estrela Guia Aldeia de Tupynambá, rezadores premiados no Edital Microprojetos Mais Cultura para a Amazônia Legal, foi mais ou menos por essa hora que Mametu Nangetu convidou os presentes a provar as comidas típicas desta época do ano, ao mesmo tempo em que anunciou a apresentação da primeira atração da noite: a quadrilha "Arrastão Junino".
O palco era o asfalto da tv. Pirajá, e os artistas são anônimos estudantes, comerciários, servidores públicos e tantas outras gentes que são gente como a gente, é gente comum que no mês de junho sai junto em constelação de estrelas artísticas de primeira grandesa.
E não terminou por ai, depois ainda teve a quadrilha de "Santa Luzia" e o Boi Caprichoso, mantido pelo Mestre Alarindo, exemplo de detentor de conhecimentos do Auto do Boi-Bumbá que mantém viva a tradição herdada de seus avós ainda na Ilha do Mosqueiro.
Mametu Nangetu mantinha em seu semblante a mesma expressão de extase de felicidade que vinha estampada em cada rosto dos que desfilavam sua arte em celebração ao Santo que abre a 'quadra junina'. E Sto Onofre e Sto Antônio retribuiram, presentearam a todos os que participaram das festividades com uma bela noite estrelada...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Rádio-janela: programa "O som da gente" faz sucesso nas festividades de Sto. Onofre.
A tarde do domingo dia 12 de junho no bairro do Marco, foi marcada pela sonoridade da músicalidade de terreiros. A rádio-janela do Projeto Azuelar levou para a porta do Mansu Nangetu o programa "O som da gente", como forma de mobilização da vizinhança para a festividade de Sto. Onofre e Sto. Antônio, festividade que marca a abertura da 'quadra junina' em Belém.
Táta Kinamboji (Arthur Leandro) e Táta Dianvula (Alex Leovan) foram os apresentadores da programação que contou com músicas de liturgias de comunidades de terreiros, a musicalidade afro-brasileria de uma forma geral e, ainda, com músicas tardicionais da quadra junina, como os xotes, xaxados e forró de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, assim como o xote da zona bragantina paraense.
O programa contou ainda com várias entrevistas com as personalidades presentes, que soltaram a voz para mandar seu recado aos ouvintes do programa.
Táta Kinamboji (Arthur Leandro) e Táta Dianvula (Alex Leovan) foram os apresentadores da programação que contou com músicas de liturgias de comunidades de terreiros, a musicalidade afro-brasileria de uma forma geral e, ainda, com músicas tardicionais da quadra junina, como os xotes, xaxados e forró de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, assim como o xote da zona bragantina paraense.
O programa contou ainda com várias entrevistas com as personalidades presentes, que soltaram a voz para mandar seu recado aos ouvintes do programa.
domingo, 12 de junho de 2011
Mulheres de terreiros se reúnem em encontro estadual.
O Fórum Paraense de Umbandistas e Afro-religiosos - FORUMPUAR, realizou o I Encontro Estadual de Mulheres de Axé (PA), que reuniu as lideranças femininas de comunidades tradicionais de terreiros para propor questões a serem levadas para o II Encontro Nacional de Mulheres de Axé que vai acontecer ainda no mês de junho na cidade de João Pessoa-PB. Além de promover a mobilização das mulheres de terreiros para as conferências que em breve serão convocadas, como a conferência de políticas para as mulheeres, a conferência de saúde, a conferência de segurança pública, dentre outras.
A reunião proporcionou dois momentos que foram considerados de muita importância. O primeiro foi o relato das práticas sociais desenvolvidas nos terreiros liderados por mulheres, quando foi possível avaliar os impactos de cada atividade para a formação e afirmação cidadã das comunidades de terreiros, para a melhoria das condições de vida de cada comunidade e para a visibilidade social das comunidades de terreiros. Esse foi o momento de cada liderança presnete fazer o relato de sua experiência e de avaliar as atividades.
O outro momento foi também um relato de experiência, pois, mais do que uma palestra, o que se ouviu da profa. Anaísa Vergolino-Henry foi um relato de sua vivência na pesquisa universitária desenvolvida desde a década de 1960 em comunidades de terreiros de Belém.
Anaísa mostrou imagens de Belém daquela época e contextualizou a cidade e as relações sociais que legitimavam essas comunidades mesmo em períodos de repressão policial e proibição de cultos religiosos em terreiros.
Falou da importância da manifestacão pública de intelectuais que em 1938 pediam ao poder público a liberdade aos cultos em terreiros, disse ser uma vasta lista de poetas, artistas, professores que incluia nomes como Dalcídio Jurandir e Bruno de Menezes, que defendiam as religiões afro-amazônicas como celeiro das manifestações artísticas e culturais, inclusive aquelas que eram divulgadas como identidade paraense.
Mas o ápice da sua explanação foi quando Anaísa lembrou o trabalho das lideranças femininas de comunidades de terreiro, enaltecendo tanto o aspecto da manutenção dos preceitos que garantem a existência das práticas religiosas, quanto a rede social que legitima a diversidade de terreiros de religiões afro-amazônicas.
Os poucos homens que também participaram do encontro saíram falando na necessidade de se fazer discussões de gênero masculino também, levantando questões como a necessidade de acompanhamento de saúde, trabalho e renda, juventude, lazer, segurança pública e outros temas que, em conversas informais, foram surgindo como necessários para uma discussão mais ampliada.
A reunião terminou com a sistematização de propostas para o encontro nacional, para o qual as organizações locais estão tentando enviar duas representantes paraenses, e com a formalização de uma organização de rede de mulheres de terreiros - uma espécie de conselho estadual de mulheres de Axé - que tem a função de manter o estado de mobilização social para a discussão das questões de gênero entre as populaçnoes de terreiro.
Fotos e texto: Arthur Leandro/ Táta Kinamboji - Instituto Nangetu - Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia Livre 2009.
A reunião proporcionou dois momentos que foram considerados de muita importância. O primeiro foi o relato das práticas sociais desenvolvidas nos terreiros liderados por mulheres, quando foi possível avaliar os impactos de cada atividade para a formação e afirmação cidadã das comunidades de terreiros, para a melhoria das condições de vida de cada comunidade e para a visibilidade social das comunidades de terreiros. Esse foi o momento de cada liderança presnete fazer o relato de sua experiência e de avaliar as atividades.
O outro momento foi também um relato de experiência, pois, mais do que uma palestra, o que se ouviu da profa. Anaísa Vergolino-Henry foi um relato de sua vivência na pesquisa universitária desenvolvida desde a década de 1960 em comunidades de terreiros de Belém.
Anaísa mostrou imagens de Belém daquela época e contextualizou a cidade e as relações sociais que legitimavam essas comunidades mesmo em períodos de repressão policial e proibição de cultos religiosos em terreiros.
Falou da importância da manifestacão pública de intelectuais que em 1938 pediam ao poder público a liberdade aos cultos em terreiros, disse ser uma vasta lista de poetas, artistas, professores que incluia nomes como Dalcídio Jurandir e Bruno de Menezes, que defendiam as religiões afro-amazônicas como celeiro das manifestações artísticas e culturais, inclusive aquelas que eram divulgadas como identidade paraense.
Mas o ápice da sua explanação foi quando Anaísa lembrou o trabalho das lideranças femininas de comunidades de terreiro, enaltecendo tanto o aspecto da manutenção dos preceitos que garantem a existência das práticas religiosas, quanto a rede social que legitima a diversidade de terreiros de religiões afro-amazônicas.
Os poucos homens que também participaram do encontro saíram falando na necessidade de se fazer discussões de gênero masculino também, levantando questões como a necessidade de acompanhamento de saúde, trabalho e renda, juventude, lazer, segurança pública e outros temas que, em conversas informais, foram surgindo como necessários para uma discussão mais ampliada.
A reunião terminou com a sistematização de propostas para o encontro nacional, para o qual as organizações locais estão tentando enviar duas representantes paraenses, e com a formalização de uma organização de rede de mulheres de terreiros - uma espécie de conselho estadual de mulheres de Axé - que tem a função de manter o estado de mobilização social para a discussão das questões de gênero entre as populaçnoes de terreiro.
Fotos e texto: Arthur Leandro/ Táta Kinamboji - Instituto Nangetu - Projeto Azuelar/ Ponto de Mídia Livre 2009.
Duas sessões de cineclube para celebrar o riso.
Filmes de comédia marcaram presença nas sessões das primeiras semanas de junho no Cineclube Nangetu.
| Filme "O corpo", baseado em conto de Clarice Lispector. |
| Filma "O corpo". |
| Curtas do programa "Comédias contemporâneas 2", da Programadora Brasil. |
| "Comédias contemporianeas 2" trouxe vários curta-metragens de comédia. |
Oficina de radiodramaturgia reune jovens para contar histórias e estórias sobre a Rainha Nzinga.
Dando prosseguimento aos conhecimentos técnicos para a criação de peças radiofonicas sobre a Rainha Nzinga, Angelo Madosos (do Idade Mídia) orientou os participantes da oficina de radiodramaturgia para a prática de exercícios de voz. Em seguida apresentou vários exemplos de dramaturgia em rádio.
A proposta seguiu com os participantes interpretanto o texto de um dos exemplos apresentados, a rádio-novela "Ah se eu fosse uma bactéria", exercitando entonações de voz em uma novela jea existente e depois sobrepondo a voz dos oficineiros na sonorização da novela original.
No sábado dia 18 a oficina continua com a discussão de um roteiro sobre a Rainha Nzinga e o início das gravações da peça de rádio que é objetivo da proposta.
A oficina é promovida pelo Instituto Nangetu - Projeto Azuelar - em parceria com o Idade Mídia, e acontece nas tardes de todos os sábados do mês de junho, as inscrições são gratuitas e ainda há tempo de tomar parte nesse projeto.
Maiores informações com Angelo Madson - 88934404 ou no Instituto Nangetu - 88067351.
A proposta seguiu com os participantes interpretanto o texto de um dos exemplos apresentados, a rádio-novela "Ah se eu fosse uma bactéria", exercitando entonações de voz em uma novela jea existente e depois sobrepondo a voz dos oficineiros na sonorização da novela original.
No sábado dia 18 a oficina continua com a discussão de um roteiro sobre a Rainha Nzinga e o início das gravações da peça de rádio que é objetivo da proposta.
A oficina é promovida pelo Instituto Nangetu - Projeto Azuelar - em parceria com o Idade Mídia, e acontece nas tardes de todos os sábados do mês de junho, as inscrições são gratuitas e ainda há tempo de tomar parte nesse projeto.
Maiores informações com Angelo Madson - 88934404 ou no Instituto Nangetu - 88067351.
sábado, 11 de junho de 2011
FESTIVIDADES DE SANTO ONOFRE 2011
PROGRAMAÇÃO
Dias 31/05 a 12/06 - 19h: Ladaínha a Santo Onofre e Santo AntônioDia 08/06 - 18h: Visita da Irmandade do Glorioso São Sebastião de Cachoeira do Arari /PA
Dia 03/06 - 20h: Cine Clube Nangetu. Filme: “O Corpo”, Direção José Antônio Garcia (79 min). Ano 1991.
Dia 10/06 - 20h: Cine Clube Nangetu. Filmes:
“Célia e Rosita”, de Gisella de Mello, RJ, 2000
“Lápide”, de Paulo Morelli, SP, 1997
“Maridos, Amantes e Pisantes”, de Angelo Defanti, RJ, 2008
“Mr. Abrakadabra!”, de José Araripe , BA, 1997
“Negócio da China”, de João Vargas Penna , MG, 1995
“Os filmes que não fiz”, de Gilberto Scarpa, MG, 2008
“Tepê”, de José Eduardo Belmonte, DF, 1999
Dia 12/06 (Domingo) - Início: 16h
- Cine Clube Nangetu: Documentário: “Viva São João!” (90 min), de Andrucha Waddington, ano 2002.
- Ladaínha ao Santo
- Mídia Interativa Comunitária Rede Aparelho
- Projeto Azuelar/Rádio Janela - Programa: “O som da Gente”, com: Taata Kinamboji e Taata Dianvúla
- Quadrilha Explosão Junina da Cidade Velha
- Boi-Bumbá de Mestre Alarindo de Mosqueiro
- Tradicional Tacacá de Santo Onofre
- Mingau Tradicional
- Banho de Cheiro da Prosperidade.
- Cine Clube Nangetu: Documentário: “Viva São João!” (90 min), de Andrucha Waddington, ano 2002.
- Ladaínha ao Santo
- Mídia Interativa Comunitária Rede Aparelho
- Projeto Azuelar/Rádio Janela - Programa: “O som da Gente”, com: Taata Kinamboji e Taata Dianvúla
- Quadrilha Explosão Junina da Cidade Velha
- Boi-Bumbá de Mestre Alarindo de Mosqueiro
- Tradicional Tacacá de Santo Onofre
- Mingau Tradicional
- Banho de Cheiro da Prosperidade.
Local: Mansu Nangetu Mansubando Kekê NetaEndereço: Travessa Pirajá, 1194 (entre Av. Duque de Caxias e Av. 25 de setembro - Bairro Marco) Belém/Pará
Telefone: (91) 3226-7599 / 8806-7351
E-mail: nangetu@hotmail.com
Participe, Entrada Franca!
Telefone: (91) 3226-7599 / 8806-7351
E-mail: nangetu@hotmail.com
Participe, Entrada Franca!
Realização:
- Instituto Nangetu de Tradição Afro Religiosa e
Desenvolvimento Social
Apoio:
- Rede Aparelho (Mídia Interativa Comunitária)
- Terreiro de Mina Estrela Guia - Aldêya dy Tupinambá
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Redes Culturais reunem duas tradições do Catolicismo Popular.
Mametu Nangetu recebeu a Irmandade dos Devotos do Gloriosos São Sebastião de Cachoeira do Arari. A visita aconteceu no dia 8 de junho, em conjunto com a Trezena de Sto. Onofre, tradição que Mametu mantém como herança de sua avó matena.
Para ela, é importante conhecermos as tradições de comunidades negras paraenses, é uma forma de compreendermos inclusive a religiosidade que praticamos no terreiro.
A peregrinação dos devotos da Irmandade terminou no dia 12 de junho em grande festa na sede da Tuna Luso Brasileria.
Para ela, é importante conhecermos as tradições de comunidades negras paraenses, é uma forma de compreendermos inclusive a religiosidade que praticamos no terreiro.
A peregrinação dos devotos da Irmandade terminou no dia 12 de junho em grande festa na sede da Tuna Luso Brasileria.
terça-feira, 7 de junho de 2011
I Encontro Estadual Mulheres de Axé,
CONVOCAÇÃO
O FORUM PARAENSE DE UMBANDISTAS E AFRO-RELIGIOSOS em virtude da realização do II Encontro Nacional Mulheres de Axé que ocorrerá entre os dias 17 e 18/06/2011 na cidade de João Pessoa (PB), CONVOCA todas as mulheres de Comunidades Tradicionais de Terreiros para participar do I Encontro Estadual Mulheres de Axé, com o objetivo de contribuir e qualificar o ativismo das mulheres de terreiro, fortalecendo e ampliando a participação dessas mulheres nos espaços de defesa dos direitos humanos e do controle social de políticas públicas, bem como, sensibilizar as lideranças das comunidades para a mobilização visando a participação nas Conferências futuras que tratam de assuntos de interesse de mulheres de comunidade de terreiros: a Conferiencia de Saúde e a Conferência de Políticas Públicas para as Mulheres, que ocorrerão ainda no segundo semestre deste ano.
EVENTO: I Encontro Estadual Mulheres de Axé
DATA: 10 DE JUNHO DE 2011 (SEXTA-FEIRA)
HORÁRIO: 14h às 17h
LOCAL: Auditório do IAP (Instituto de Artes do Pará), ao lado da Basílica Nossa Senhora de Nazaré
ORGANIZAção: FORUMPUAR - Fórum Paraense de Umbandistas e Afro-Religiosos.
Informações: Mãe Nalva – 91-81994649 ou Mametu Nangetu - 91-88067351
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Rainha Nzinga em oficina de rádiodramaturgia.
Angelo Madson, da Idade Mídia, iniciou a oficina de radiodramaturgia que tem a Rainha Nzinga como proposta temática.
Angelo apresentou aos oficineiros algumas fontes históricas e culturais sobre esta importante personagem tanto para a história de Angola e para o continente africano, quanto para seus descendentes afro-brasileiros. Em seguida apresentou as possibilidades de dramaturgias radiofônicas e qual será a metodologia de ensino aprendizado na oficina e a seqüência de atividades propostas.
A primera aula ainda teve um exercício de voz e microfone, onde cada um dos participantes gravou uma mesma frase com entonações diferentes e também alterando a ênfase para cada palavra da frase, em seguida foram ouvidas as gravações e cada um pode analisar os recursos da própria voz.
A oficina continua no próximo sábado, dia 11 de junho e os interessados podem buscar maiores informaçõ0es pelos fones 91-88067351 (Instituto Nangetu) e 91-88934404 (Idade Mídia).
Angelo apresentou aos oficineiros algumas fontes históricas e culturais sobre esta importante personagem tanto para a história de Angola e para o continente africano, quanto para seus descendentes afro-brasileiros. Em seguida apresentou as possibilidades de dramaturgias radiofônicas e qual será a metodologia de ensino aprendizado na oficina e a seqüência de atividades propostas.
A primera aula ainda teve um exercício de voz e microfone, onde cada um dos participantes gravou uma mesma frase com entonações diferentes e também alterando a ênfase para cada palavra da frase, em seguida foram ouvidas as gravações e cada um pode analisar os recursos da própria voz.
A oficina continua no próximo sábado, dia 11 de junho e os interessados podem buscar maiores informaçõ0es pelos fones 91-88067351 (Instituto Nangetu) e 91-88934404 (Idade Mídia).
domingo, 5 de junho de 2011
Vídeo de registro do primeiro dia da Trezena de Sto. Onofre e Sto. Antônio no Mansu Nangetu.
O documento audiovisual feito pela equipe do projeto Azuelar foi dividido em três para poder ser publicado no youtube, segue agaixo a sequencia das partes.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Mansu Nangetu inicia a trezena de Sto. Antônio e Sto. Onofre.
No dia 31 de maio o Mansu Nangetu iniciou as festividades juninas para Sto. Antônio e Sto. Onofre. Mametu Nangetu diz que a trezena e o Tacacá para os santos é uma herança de sua família materna, e que desde sua infância que nesta época se faz a devoção aos santos da quadra junina.
Em 2011 as ladainhas estão sob a responsabilidade do grupo de rezadores do Terreiro Estrela Guia, premiado no Edital Microprojetos Mais Cultura para a Amazônia Legal, são orações e cânticos em 'latin caboco', tradição da cultura popular preservada pela comunidade parceira, que está sendo repassada em oficina de 'roda de fazer junto' - metodologia de transmissão de conhecimento em comunidades tradicionais.
A Trezena encerra em grande festejo no dia 12 de junho. Maiores informações pelo fone 91-88067351.
Em 2011 as ladainhas estão sob a responsabilidade do grupo de rezadores do Terreiro Estrela Guia, premiado no Edital Microprojetos Mais Cultura para a Amazônia Legal, são orações e cânticos em 'latin caboco', tradição da cultura popular preservada pela comunidade parceira, que está sendo repassada em oficina de 'roda de fazer junto' - metodologia de transmissão de conhecimento em comunidades tradicionais.
A Trezena encerra em grande festejo no dia 12 de junho. Maiores informações pelo fone 91-88067351.
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